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A origem da Música remonta aos primórdios da Humanidade. Ao longo da história, essa arte se transformou profundamente, sendo expressão do espírito de cada época. A música é também uma fonte documental da história. Durante a Idade Moderna, tivemos um acelerado processo de mudanças nessa linguagem, conforme a evolução da sociedade e o avanço das tecnologias.
Leia atentamente as afirmações acerca da História da Música na Idade Moderna:
I - No início do Renascimento houve a evolução dos métodos de notação musical e composição, além do surgimento da polifonia, contrapondo a tendência da Idade Média em que imperava a linha melódica única.
II - Durante o período Romântico, a música se tornou mais dramática e elaborada, propiciando, por exemplo, o surgimento da ópera. Podemos citar como gênios desse período Antonio Vivaldi, na Itália, e Johann Sebastian Bach, na Alemanha.
III - O Barroco possui como característica das composições da época um forte nacionalismo, e os artistas muitas vezes se baseiam em documentos fundacionais e na cultura popular para que suas obras expressassem a voz de seu povo.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmativas corretas.
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Todo mundo já reparou que sente mais dificuldade para cantar certas canções do que outras: algumas são muito agudas ou muito graves para a sua voz. Essa capacidade se refere ao que se chama de Extensão Vocal, que é a quantidade de notas, da mais grave à mais aguda, que uma pessoa consegue emitir, independentemente da qualidade e esforço dessa emissão. A classificação de cada voz conforme sua extensão é dividida em vozes masculinas e vozes femininas.
Assinale abaixo a alternativa que apresenta apenas tipos de vozes masculinas.
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Ao longo do tempo, muitas pessoas se dedicaram a criar diferentes metodologias de ensino da música, adequadas a ambientes e situações diversas de aprendizagem. Relacione o nome do método com suas características nas listas abaixo:
1 - Método Kodaly
2 - Método Dalcroze
3- Método Orff
( ) combina música e dança, trabalhando com o ritmo da fala e atividades vocais e instrumentais em grupo, com forte enfoque na improvisação e na criação musical.
( ) propôs diversos caminhos com o objetivo de estimular o desenvolvimento global da pessoa, tanto física quanto intelectual e socialmente. Ritmo, solfejo e improvisação fazem parte de suas proposições para o desenvolvimento musical de crianças, jovens e adultos.
( ) utiliza o canto como um de seus pilares, trabalhando a leitura e a escrita musical, a percepção e o ritmo com abordagens por meio de jogos, improvisações e atividades lúdicas. Seu método inspirou o maestro Heitor Villa-Lobos na implantação do canto orfeônico no Brasil.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de números conforme a relação estabelecida entre as listas.
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A vibração põe o ar em movimento em forma de ondas sonoras que se espalham em todas as direções e chega às membranas do tímpano: assim temos o fenômeno do som. As principais características do som são altura, duração, intensidade e timbre, e todos os sons possuem todas essas propriedades simultaneamente.
Leia atentamente as afirmações abaixo sobre as características do som:
I - Altura: se refere ao volume do som, quanto mais forte a intensidade do som, mais alto ele é.
II - Timbre: é a qualidade do som, está relacionado à forma das ondas sonoras e nos permite diferenciar as fontes de sons de mesma frequência.
III - Duração: se refere ao tempo de emissão das vibrações, podendo o som ser longo ou curto.
IV - Intensidade: diz respeito à frequência do som, caracterizando-os em agudos ou graves.
Assinale a alternativa que indica apenas as afirmativas corretas.
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“A vinda da Família Real, em 1808, teve profundas repercussões para a nossa vida cultural. Imigrantes portugueses trouxeram instrumentos como o violão, o bandolim e o “machete” (cavaquinho). Além disso, instrumentos de sopro, originalmente utilizados em bandas marciais, tomaram nova dimensão ao caírem nas mãos de músicos mestiços. Ao aplicarem à execução desses instrumentos e de composições europeias (valsas, polcas, schottiches, mazurcas) um senso rítmico oriundo de sua ancestralidade africana, criaram um novo gênero, o choro.”
A respeito do gênero musical brasileiro que denominamos de “choro”, assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F) nas afirmações abaixo:
( ) O choro tem como matrizes os gêneros luso-africano-brasileiros como a modinha e o lundu, e as danças de salão europeias que chegaram no Brasil em meados do século XIX.
( ) As raízes do choro remontam ao Brasil colonial, com a chegada de mão de obra escravizada africana no país, trazendo a tradição das rodas de batuque, cuja base rítmica posteriormente serviriam de inspiração para os chorinhos.
( ) Como grande entusiasta do choro no Brasil podemos citar Chiquinha Gonzaga, que além de marchinhas, polcas, valsas e outros ritmos, também compôs choros, publicando, inclusive, ainda em vida, um conjunto de partituras de choros denominado Alma Brasileira, em 1932.
( ) A formação instrumental dos primeiros grupos de choro tinha como base apenas os instrumentos de cordas, principalmente o violão, o bandolim, o cavaquinho e a viola clássica, posteriormente incluindo o pandeiro como acompanhamento percussivo.
A sequência que completa adequadamente as lacunas, de cima para baixo, é
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Segundo Jeandot, esse canto e dança tem duas fases, sendo a antiga, que se restringiu ao Nordeste, sincopada e ritmo próprio para a dança com movimentos das ancas, e executado não só nas ruas, mas em salões, em festas sociais, durante o século XIX. A segunda fase tem início em 1945, a partir do sucesso de Luiz Gonzaga, e vai influenciar a música popular brasileira.
A descrição corresponde
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Utilização de discos e gravações: a orientação era fazer que as crianças ouvissem gravações o mais cedo possível. Acreditava-se que nenhuma criança é muito pequena para ouvir boa música. Para ele, era importante que a criança, desde cedo, tivesse um ótimo referencial musical, principalmente no que se refere à afinação e à qualidade sonora. (Fonterrada, 2008. Adaptado)
O excerto trata da abordagem educacional de
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A maior preocupação com os timbres leva à inclusão de sons estranhos, intrigantes e exóticos; fortes contrastes, às vezes até explosivos; expansão e, de modo geral, o uso mais enfático da seção de percussão; sons desconhecidos tirados de instrumentos conhecidos, como instrumentos tocados em seus registros extremos, metais usados com surdina e cordas produzindo novos efeitos, com o arco tocando por trás do cavalete ou batendo com a ponta no corpo do instrumento; sons inteiramente novos. (Bennett, 1989. Adaptado)
O trecho, segundo o autor, indica as características dos timbres da música produzida no século
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Observe a tabela abaixo.

Entendendo que a figura da linha (A1) semibreve vale 1 tempo de duração musical, as relações entre as figuras, notas e pausas representadas na tabela estabelecem que
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O forró se consagrou nacionalmente na década de 1940 a partir do sucesso mercadológico de Luiz Gonzaga. Posteriormente artistas como Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino e Marinês ampliaram o repertório do gênero. Assim marcou o tema sertanejo no mercado ancorado na ideia de autoria e mitificação de alguns artistas representantes do gênero. Na década de 1990, bandas de forró passam a atuar no mercado nordestino e nacional, promovendo alteração nos referenciais estéticos, ideológicos e comerciais do gênero. Dá-se início ao chamado “forró eletrônico” tendo como marco a estruturação da banda “Mastruz com Leite”, pelo empresário e produtor cearense Emanoel Gurgel, que montou um sistema de controle total a partir de rádios via satélite, para criar e divulgar produtos musicais e construir marcas sonoras em grandes shows.
O êxito no lançamento desta e de outras bandas de “forró eletrônico” no mercado musical
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