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Na primeira metade do seculo XX, Rudolf Laban desenvolveu estudos sobre o movimento humano dividindo-o em campos inter-relacionados, dentre eles, o coreógrafo define aquele que é “a teoria das leis dos eventos de dança manifestos como a síntese de experiências espaciais e temporais”.
(Apud Isabel Marques, Linguagem da dança: arte e ensino, 2010)
A definição indica a
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Para esse coreógrafo/coreógrafa, a dança torna-se aparentemente um movimento natural, o menos estilizado possível e sem finalidade específica. Tenta não construir encadeamentos lógicos, não há um assunto nem mesmo uma vaga intenção em suas coreografias: trata-se de explorar os elementos fornecidos pelo acaso, que não resultam em nada de coordenado.
(Bourcier. História da Dança no ocidente, 2001. Adaptado)
Essa forma de abordar o corpo em coreografias aponta para a perspectiva de
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Alvin Ailey (1931-1989) foi um bailarino, coreógrafo e ativista norte-americano que fundou em 1958 sua companhia esclusivamente com dançarinos negros. Sua produção é caracterizada, do ponto de vista do estilo,
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A abordagem de Carl Orff para ensino musical permite às crianças entrarem em contato com os princípios básicos da combinação de timbres, a partir da experimentação. Dessa forma, sua ênfase está na expressão e não no conhecimento técnico. Elemento importante dessa experimentação, específica da obra de Orff, é
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Em sua proposta de ensino musical, Edgar Willems dedica- se a dois aspectos: o teórico, que trata dos elementos fundamentais da audição e da natureza humana, e a correlação entre som e natureza humana e o prático, que organiza o material necessário à aplicação de suas ideias à educação musical.
(Fonterrada, M. De tramas e fios: um ensaio de música e educação, 2008. Adaptado)
Seu estudo sobre a audição se organiza em três aspectos, que são
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Os estudos sobre o elemento cor na prática da linguagem visual é recorrência na formação dos artistas e também no ensino de arte para crianças e jovens. A tradição desse ensino considere que são cores complementares: o verde e o vermelho, o laranja e o azul e o amarelo e o violeta. Em sua definição, cores complementares são aquelas
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“A arte/educação modernista transcorreu com base em novas teorias da arte, da educação e da criança, e, com o passar do tempo, surgiram outras teorias e práticas no universo da arte/educação, reorientando-a à pós- -modernidade. Foram os novos pressupostos modernos que promoveram e possibilitaram a geração de um novo paradigma, o da arte/educação pós-moderna.”
(Rosa Iavelberg. Arte/educação modernista e pós-modernista: fluxos na sala de aula, 2017)
Um dos procedimentos da arte/educação modernista questionado pela perspectiva pós-moderna foi
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(Disponível em https://pt.wikipedia.org)
Tarsila do Amaral, mesmo não tendo participado da Semana de 1922, colaborou para o desenvolvimento de uma vertente moderna no Brasil. A obra observada, de 1933, é exemplo de sua fase
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Antecipando alguns dos debates sobre a arte moderna no Brasil, uma exposição de Anita Malfatti é realizada em 1917, com obras que apresentavam referências expressionistas. A mostra recebe uma crítica, no jornal O Estado de S.Paulo, desfavorável por parte do escritor Monteiro Lobato que, em contraposição ao apresentado na exposição da artista, defendia os princípios da arte
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A prática do jogo, central na abordagem educacional de Viola Spolin, é inicialmente desenvolvida com jogos tradicionais, realizados a partir de número de regras, aceitas para colocá-la em movimento. Os jogos tradicionais, segundo Koudela (1978) servem para
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