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Responda as questões 31 a 35 a partir das normativas do exercício profissional do Musicoterapeuta, MATRIZ DACUM.
O Método DACUM (Devolp A CurriculUM) é uma metodologia que descreve as ocupações ou profissões. No Brasil, vem sendo utilizado desde 1999, pelo Ministério do Trabalho e Emprego, para revisar a Classificação Brasileira de Ocupações. Esse método permite:
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Responda as questões 31 a 35 a partir das normativas do exercício profissional do Musicoterapeuta, MATRIZ DACUM.
Elaborar relatórios, registrar procedimentos em prontuário, emitir pareceres e desenvolver instrumentos de avaliação musicoterapêutica fazem parte da Grande Área de Competência Y, que é intitulada como:
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Faz parte da Grande Área de Competências Pessoais Z:
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É função do musicoterapeuta referente à Grande Área de Competência B – Fazer Música com finalidade Terapêutica:
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De acordo com a Grande Área de Competência A, que é Realizar Tratamento Musicoterapêutico por meio de Vínculo Sonoro-Musical, exclui-se dessa fase:
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O que Barcellos, L.R. (1994) denomina Musicoterapia “interativa”:
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As intervenções musicais têm o mesmo objetivo das intervenções verbais, no entanto, são feitas a partir da introdução ou modificação de elementos da música. Segundo Barcellos, L.R. (1992), em relação às intervenções rítmicas pode-se afirmar que:
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Uma paciente idosa, com diagnóstico de Mal de Alzheimer, encontra-se em um processo musicoterápico. Possui formação musical prévia e em uma das sessões tocou ao piano, um trecho de uma determinada música. No entanto, retirou a mão, interrompendo a melodia, pois não identificara qual era a música e não conseguiu finalizá-la. O musicoterapeuta percebeu qual era e, ao invés de dar seguimento do ponto em que a paciente parou, tocou exatamente o mesmo trecho, ajustando ritmo e melodia. No mesmo instante, ela identificou a música e finalizou. Analisando a situação, segundo Barcellos, L.R. (1992). A forma de intervenção utilizada pelo musicoterapeuta foi:
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Barcellos, L.R. (1992) relata que numa sessão musicoterápica podem existir quatro momentos diferentes, com relação à movimentação musical, que vão aparecer sem seguir uma ordem certa, ou não estarão presentes todos no mesmo atendimento. Por uma questão didática, a autora os separa em:
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Considerando a importância da relação entre a Musicoterapia e a cultura, Barcellos, L.R. (1992) aborda alguns benefícios que um paciente com Transtorno do Espectro Autista poderia alcançar no processo musicoterápico. Seriam eles:
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