Foram encontradas 348.828 questões.
Leia o trecho retirado de um comunicado escolar:
“Apesar de todos os esforços, alguns alunos ainda
não concluíram suas tarefas, porque enfrentaram
dificuldades técnicas.”
Sobre a palavra destacada “porque”, assinale a alternativa correta quanto à sua classe gramatical e função no contexto:
Sobre a palavra destacada “porque”, assinale a alternativa correta quanto à sua classe gramatical e função no contexto:
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Durante uma reunião escolar, a secretária
escreveu no relatório:
“Os alunos demonstraram grande interesse nas atividades propostas.”
Com base no trecho acima, a palavra “grande” pertence à qual classe gramatical?
“Os alunos demonstraram grande interesse nas atividades propostas.”
Com base no trecho acima, a palavra “grande” pertence à qual classe gramatical?
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Em um cartaz informativo, a equipe da secretaria
escolar escreveu a palavra documentação e ficou
em dúvida sobre como separá-la corretamente no
fim da linha, respeitando a regra de separação
silábica.
Assinale a alternativa que apresenta a forma correta de separação silábica da palavra destacada.
Assinale a alternativa que apresenta a forma correta de separação silábica da palavra destacada.
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Durante a aula de Português, a professora pediu
aos alunos que separassem corretamente as sílabas
da palavra secretária, profissão muito importante
dentro da escola.
Qual das opções abaixo apresenta a separação silábica correta da palavra destacada?
Qual das opções abaixo apresenta a separação silábica correta da palavra destacada?
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Durante uma reunião escolar, a secretária comentou:
“Precisamos abrir as portas da escola para novas
ideias.”
Considerando o uso da expressão “abrir as portas da escola”, é correto afirmar que ela foi empregada no:
Considerando o uso da expressão “abrir as portas da escola”, é correto afirmar que ela foi empregada no:
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE
Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema
de saúde pública. Dados de 2019 do Ministério da Saúde apontam que cerca de 50% da
população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC —
maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).
As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de
obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está
tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas
pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa
gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.
Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser
mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos
têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.
O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos,
fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma
pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está
ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso,
uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias,
adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a
saúde melhore.
O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator
importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela
tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o
computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir
sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até
o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.
Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas
a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo
gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a
magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento
da obesidade.
Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação
de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de
direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de
saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões
que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são
culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é
um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames
quanto forem necessários.
(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed.
385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE
Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema
de saúde pública. Dados de 2019 do Ministério da Saúde apontam que cerca de 50% da
população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC —
maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).
As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de
obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está
tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas
pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa
gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.
Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser
mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos
têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.
O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos,
fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma
pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está
ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso,
uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias,
adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a
saúde melhore.
O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator
importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela
tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o
computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir
sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até
o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.
Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas
a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo
gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a
magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento
da obesidade.
Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação
de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de
direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de
saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões
que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são
culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é
um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames
quanto forem necessários.
(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed.
385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE
Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema
de saúde pública. Dados de 2019 do Ministério da Saúde apontam que cerca de 50% da
população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC —
maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).
As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de
obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está
tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas
pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa
gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.
Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser
mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos
têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.
O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos,
fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma
pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está
ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso,
uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias,
adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a
saúde melhore.
O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator
importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela
tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o
computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir
sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até
o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.
Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas
a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo
gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a
magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento
da obesidade.
Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação
de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de
direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de
saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões
que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são
culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é
um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames
quanto forem necessários.
(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed.
385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de
Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da
população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas
capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por
noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da
Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia,
com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens
(26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco
em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que
o sono não é só um processo fisiológico, mas que também
envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre
as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai
sobre a população feminina porque existe uma pressão social
para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso,
a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na
menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça,
ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso
comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de
estar em um momento mais pressionado da vida”, disse
Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se
desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que
nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A
recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul,
como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar
em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono
aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono
de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo
exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que
dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas
acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também
porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução
inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a
pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo
pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que
aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para
estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho,
maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o
que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de
sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe
mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando
também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de
dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e
atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar
melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia
depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque
são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido
pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de
melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-comomelhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de
Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da
população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas
capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por
noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da
Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia,
com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens
(26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco
em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que
o sono não é só um processo fisiológico, mas que também
envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre
as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai
sobre a população feminina porque existe uma pressão social
para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso,
a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na
menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça,
ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso
comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de
estar em um momento mais pressionado da vida”, disse
Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se
desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que
nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A
recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul,
como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar
em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono
aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono
de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo
exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que
dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas
acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também
porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução
inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a
pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo
pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que
aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para
estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho,
maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o
que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de
sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe
mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando
também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de
dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e
atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar
melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia
depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque
são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido
pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de
melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-comomelhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
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