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Assinale a alternativa cujos elementos completam corretamente os espaços em branco abaixo, em relação ao termo da oração destacado a seguir:
Meu amigo, não fique com vergonha de pedir qualquer coisa.”
O termo indica um(a) _______, com a função sintática de _______.”
 

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Assinale a alternativa em que o emprego do pronome destacado se encontra correto.
 

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Assinale a alternativa que apresenta o enunciado com a pontuação correta.
 

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“Se um jogador de futebol não treina, logo é taxado de preguiçoso. O escritor tem que treinar igualmente para jogar bem em seu livro.” (Fabrício Carpinejar)
Na interpretação do sentido figurado no pensamento acima, é correto afirmar que:
 

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Admirável mundo novo
   Hoje é dia 29 de janeiro de 2059, data em que completo meus 80 anos de vida. Acordo com o barulho dos meus robôs de limpeza que, devidamente programados, iniciam as tarefas 7h da manhã.
   Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de “a grande pandemia”, ocorrida nos primeiros anos da década de 20... talvez por lembrar que meus primeiros robôs de limpeza – meros protótipos dos fantásticos limpadores de hoje – foram adquiridos em 2020, ano icônico em que tudo começou e que nem imaginávamos o quanto mudaria a forma de vermos o mundo dali para frente.
   Na época eu era jovem – apesar de me achar velha – e arrogante como a maioria dos jovens, pensava que o mundo simplesmente não poderia ser diferente do que já havia sido! Eu já tinha vivido 41 anos nele daquele mesmo jeito, como ele (o mundo) ousava ser diferente? Mas, como diz aquele velho ditado, “O homem planeja, Deus ri”..., e foi exatamente assim que aconteceu: tudo que havíamos minuciosamente planejado foi por água abaixo, tudo que havíamos escolhido para nossas vidas teve que ser reinventado e a adaptação ao admirável mundo novo que surgia no horizonte foi condição necessária para continuarmos vivendo. (...)
   Mas, passou... Quase 30 anos depois podemos olhar para trás e perceber que – apesar de muitos continuarem vivendo sua vida do mesmo jeito e terem passado desapercebidamente por toda a grande pandemia – a maioria de nós tem um olhar muito mais sensível, apurado e crítico sobre a humanidade, percebendo que todos somos um só e que – por mais nojento que isso possa parecer – a barata habita em mim e eu habito na barata (e em todos os seres do universo).
   Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade – sim, pois ainda tenho uns 50 anos pela frente, a expectativa de vida aumentou muito nos últimos tempos! Mas agora irei levantar, fazer minha yoga, meditação e iniciar  minhas atividades laborais – realizadas de dentro da minha casa, desde aqueles longínquos anos 20...
TORRES, Ana Carolina Tavares. Admirável
mundo novo: uma crônica sobre futuro e
esperança. Disponível em
<https://www.linkedin.com/pulse/admir%C3%
A1vel-mundo-novo-uma-cr%C3%B4nicasobre-futuro-e-ana-carolina/>.

“Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de ‘a grande pandemia’”

Na expressão destacada acima, a palavra “algum”:

 

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Admirável mundo novo
   Hoje é dia 29 de janeiro de 2059, data em que completo meus 80 anos de vida. Acordo com o barulho dos meus robôs de limpeza que, devidamente programados, iniciam as tarefas 7h da manhã.
   Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de “a grande pandemia”, ocorrida nos primeiros anos da década de 20... talvez por lembrar que meus primeiros robôs de limpeza – meros protótipos dos fantásticos limpadores de hoje – foram adquiridos em 2020, ano icônico em que tudo começou e que nem imaginávamos o quanto mudaria a forma de vermos o mundo dali para frente.
   Na época eu era jovem – apesar de me achar velha – e arrogante como a maioria dos jovens, pensava que o mundo simplesmente não poderia ser diferente do que já havia sido! Eu já tinha vivido 41 anos nele daquele mesmo jeito, como ele (o mundo) ousava ser diferente? Mas, como diz aquele velho ditado, “O homem planeja, Deus ri”..., e foi exatamente assim que aconteceu: tudo que havíamos minuciosamente planejado foi por água abaixo, tudo que havíamos escolhido para nossas vidas teve que ser reinventado e a adaptação ao admirável mundo novo que surgia no horizonte foi condição necessária para continuarmos vivendo. (...)
   Mas, passou... Quase 30 anos depois podemos olhar para trás e perceber que – apesar de muitos continuarem vivendo sua vida do mesmo jeito e terem passado desapercebidamente por toda a grande pandemia – a maioria de nós tem um olhar muito mais sensível, apurado e crítico sobre a humanidade, percebendo que todos somos um só e que – por mais nojento que isso possa parecer – a barata habita em mim e eu habito na barata (e em todos os seres do universo).
   Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade – sim, pois ainda tenho uns 50 anos pela frente, a expectativa de vida aumentou muito nos últimos tempos! Mas agora irei levantar, fazer minha yoga, meditação e iniciar  minhas atividades laborais – realizadas de dentro da minha casa, desde aqueles longínquos anos 20...
TORRES, Ana Carolina Tavares. Admirável
mundo novo: uma crônica sobre futuro e
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“Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade”

A palavra destacada no trecho acima faz referência a que tipo de pensamentos?

 

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Admirável mundo novo
   Hoje é dia 29 de janeiro de 2059, data em que completo meus 80 anos de vida. Acordo com o barulho dos meus robôs de limpeza que, devidamente programados, iniciam as tarefas 7h da manhã.
   Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de “a grande pandemia”, ocorrida nos primeiros anos da década de 20... talvez por lembrar que meus primeiros robôs de limpeza – meros protótipos dos fantásticos limpadores de hoje – foram adquiridos em 2020, ano icônico em que tudo começou e que nem imaginávamos o quanto mudaria a forma de vermos o mundo dali para frente.
   Na época eu era jovem – apesar de me achar velha – e arrogante como a maioria dos jovens, pensava que o mundo simplesmente não poderia ser diferente do que já havia sido! Eu já tinha vivido 41 anos nele daquele mesmo jeito, como ele (o mundo) ousava ser diferente? Mas, como diz aquele velho ditado, “O homem planeja, Deus ri”..., e foi exatamente assim que aconteceu: tudo que havíamos minuciosamente planejado foi por água abaixo, tudo que havíamos escolhido para nossas vidas teve que ser reinventado e a adaptação ao admirável mundo novo que surgia no horizonte foi condição necessária para continuarmos vivendo. (...)
   Mas, passou... Quase 30 anos depois podemos olhar para trás e perceber que – apesar de muitos continuarem vivendo sua vida do mesmo jeito e terem passado desapercebidamente por toda a grande pandemia – a maioria de nós tem um olhar muito mais sensível, apurado e crítico sobre a humanidade, percebendo que todos somos um só e que – por mais nojento que isso possa parecer – a barata habita em mim e eu habito na barata (e em todos os seres do universo).
   Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade – sim, pois ainda tenho uns 50 anos pela frente, a expectativa de vida aumentou muito nos últimos tempos! Mas agora irei levantar, fazer minha yoga, meditação e iniciar  minhas atividades laborais – realizadas de dentro da minha casa, desde aqueles longínquos anos 20...
TORRES, Ana Carolina Tavares. Admirável
mundo novo: uma crônica sobre futuro e
esperança. Disponível em
<https://www.linkedin.com/pulse/admir%C3%
A1vel-mundo-novo-uma-cr%C3%B4nicasobre-futuro-e-ana-carolina/>.
É correto afirmar que o texto “Admirável mundo novo” narra acontecimentos a partir do(a):
 

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4041397 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

A fala do porta-voz do NHS, Anthony Clarkson, reforça uma dimensão simbólica da história de Mitchell. Essa dimensão se relaciona:
 

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4041396 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

Ao mencionar que, no momento do diagnóstico, "não havia tratamento", o texto indica um aspecto importante do contexto histórico. Esse aspecto evidencia:
 

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4041395 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

O texto informa que, mesmo após quase quatro décadas, o transplante duplo de coração e pulmão continua sendo raro. Essa constatação reforça:
 

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