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Read the following excerpt from OCENs (2006, p.116):
"Activity B
A teacher brings an advertisement about Mother's Day, taken from a magazine. She asks students to read it and answer questions such as:
- Do the mothers represented in the advertisement resemble those you know? Why not?
- Which mothers are not represented in the advertisement?
- Which children will give presents to their mothers?
- How do the children get money to buy presents for their mothers?
- Who creates/produces these advertisements?
- Why do the people who produce the advertisements spend time and effort to ensure that the reader knows which product is available on the market?"
BRASIL. Ministério da Educação: Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, 2006, p.116.
Concerning Critical Literacy studies, choose the CORRECT alternative:
"Activity B
A teacher brings an advertisement about Mother's Day, taken from a magazine. She asks students to read it and answer questions such as:
- Do the mothers represented in the advertisement resemble those you know? Why not?
- Which mothers are not represented in the advertisement?
- Which children will give presents to their mothers?
- How do the children get money to buy presents for their mothers?
- Who creates/produces these advertisements?
- Why do the people who produce the advertisements spend time and effort to ensure that the reader knows which product is available on the market?"
BRASIL. Ministério da Educação: Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, 2006, p.116.
Concerning Critical Literacy studies, choose the CORRECT alternative:
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TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado
nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é,
na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes
contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a
heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as
diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois
sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os
que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su -
peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente
é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade
deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas
à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato
comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da
variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando
e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
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TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado
nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é,
na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes
contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a
heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as
diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois
sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os
que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su -
peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente
é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade
deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas
à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato
comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da
variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando
e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
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TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado
nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é,
na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes
contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a
heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as
diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois
sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os
que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su -
peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente
é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade
deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas
à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato
comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da
variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando
e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
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TEXTO III - Base para responder à questão.

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TEXTO II - Base para responder à questão.
O Mistério da Herança
Um homem rico estava muito mal, agonizando. Dono de uma grande fortuna, não teve tempo de fazer o
seu testamento. Lembrou, nos momentos finais, que precisava fazer isso. Pediu, então, papel e caneta. Só
que, com a ansiedade em que estava para deixar tudo resolvido, acabou complicando ainda mais a situa -
ção, pois deixou um testamento sem nenhuma pontuação.
Escreveu assim:
"DEIXO MEUS BENS A MINHA IRMÃ NÃO A MEU SOBRINHO JAMAIS SERÁ PAGA A CONTA DO PADEIRO NADA DOU
AOS POBRES"
Morreu, antes de fazer a pontuação.
Fonte: https://viciadas-em-livros.blogspot.com/2014/06/o-misterio-da-heranca.html.
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TEXTO I - Base para responder à questão.
Qual é a diferença entre alfabetismo funcional, elementar e consolidado?
Analfabetos funcionais são pessoas que conseguem identificar palavras isoladas ou ler frases muito
simples, mas não são capazes de compreender, por exemplo, uma notícia de jornal. "O analfabeto
funcional lê textos simples, curtos, palavras isoladas. Ele entende coisas familiares, como um recibo do
mercado, resultado de jogo, receita de bolo, mas não interpreta uma tabela, um gráfico ou as nuances de
uma matéria jornalística", explica Lima.
Já os indivíduos no nível elementar de alfabetização conseguem ler frases mais longas e localizar
informações explícitas em pequenos textos. Mas ainda têm muita dificuldade para lidar com materiais
mais complexos, como interpretar uma tabela ou entender uma opinião embutida em um texto. Quem
atinge o nível de alfabetismo consolidado consegue ler e compreender integralmente notícias, textos opinativos, tabelas, gráficos e identificar nuances como ironia ou a distinção entre fato e opinião.
Escolaridade
Historicamente, o nível de escolaridade tem se mostrado o maior indutor do alfabetismo no Brasil.
Isso significa que, quanto maior o tempo de estudo, mais alfabetizado o indivíduo estará. Dados do ensino
superior mostram que 88% dos jovens que ingressaram ou concluíram uma graduação são considerados
plenamente alfabetizados, mas apenas seis em cada 10 (61%) alcançaram o nível de alfabetização consolidada.
Essa proporção é menor do que a observada em 2018, que era de 71%. Na prática, isso significa que
quase 4 em cada 10 estudantes que hoje estão ou já passaram por uma faculdade não dominam habilidades essenciais de leitura, escrita e matemática. "É no superior que deságuam as fragilidades. Quem estava
no Ensino Médio na pandemia hoje está no Superior, e com um recuo na alfabetização", explica Lima.
Estudo mostra que aumentou de 14%, em 2018, para 17%, em 2024, o número de estudantes do
Ensino Médio caracterizados como analfabetos funcionais. O estudo também mostrou que caiu de
45% para 38% a proporção de entrevistados que chegaram ao Ensino Médio nos dois níveis mais altos das
escalas de alfabetismo (elementar e consolidado).
Lima diz que escolas e faculdades estão atuando para reduzir as lacunas de aprendizado geradas
na pandemia. Alguns exemplos são a criação de semestres introdutórios para alinhar o nível de conhecimento dos alunos, e que as escolas estão correndo atrás para recuperar aprendizagens. "Mas não dá para
ficar esperando a educação resolver tudo. Depois de certa idade, quem não conseguiu desenvolver certas
habilidades na etapa escolar dificilmente vai voltar para a escola, por mais eficiente que seja uma política
de educação de jovens e adultos", afirma.
Coordenadora reforça que o ambiente de trabalho tem uma responsabilidade pouco explorada no
processo de letramento. "O trabalho é um lugar onde o letramento acontece." "Com ações simples, como
colocar no refeitório o cardápio com as calorias das refeições, cotidianamente, o trabalhador vai tendo contato com textos, informações, contextos —você está letrando a pessoa sem custo", diz.
Idade
Quando a análise é feita por faixa etária, o indicador aponta que entre 50 e 64 anos, mais da metade
(51%) são analfabetos funcionais. O maior percentual de pessoas funcionalmente alfabetizadas está nas faixas de 15 a 29 anos (84%) e de 30 a 39 anos (78%). Essa faixa foi alvo das políticas de inclusão de crianças
e jovens nas escolas nas últimas duas décadas.
Raça e cor
O estudo revela que a desigualdade racial nos níveis de alfabetismo se mantém no Brasil. Em 2024,
apenas 31% dos que se autodeclaram pretos e pardos alcançaram os dois níveis mais altos da escala de
alfabetismo, contra 41% entre os brancos.
O cenário piorou em relação à edição anterior, quando esses percentuais eram de SS% e 45%, respectivamente. "Não tivemos surpresa. Mesmo com dados do IBGE mostrando que aumentou o nível de
escolaridade entre as pessoas negras, a desigualdade em relação aos brancos ainda é muito grande", diz
Lima.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro.htm.
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