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TEXTO I – Base para responder à questão.
Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro
O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população)
entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática
em tarefas simples do dia a dia.
Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela
Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto
Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.
O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional
entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa
começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.
Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de
2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos
impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos."
Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015
e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2
a 3 pontos percentuais.
A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio
de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.
[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro.
htm.
A partir do excerto acima, foi realizada uma reescrita com o objetivo do uso do pronome em consonância com a norma culta da língua escrita formal. Dessa forma, assinale a ÚNICA alternativa que atende a esse critério:
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TEXTO I – Base para responder à questão.
Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro
O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população)
entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática
em tarefas simples do dia a dia.
Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela
Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto
Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.
O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional
entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa
começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.
Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de
2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos
impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos."
Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015
e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2
a 3 pontos percentuais.
A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio
de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.
[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro.
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Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro
O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população)
entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática
em tarefas simples do dia a dia.
Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela
Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto
Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.
O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional
entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa
começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.
Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de
2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos
impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos."
Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015
e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2
a 3 pontos percentuais.
A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio
de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.
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O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população)
entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática
em tarefas simples do dia a dia.
Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela
Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto
Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.
O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional
entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa
começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.
Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de
2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos
impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos."
Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015
e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2
a 3 pontos percentuais.
A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio
de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.
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De acordo com o Acordo Ortográfico de 1990, assinale a
alternativa em que todas as palavras estão escritas CORRETAMENTE.
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No trecho ‘A poluição sonora nas cidades cresce a cada
dia, porque muitos centros urbanos não possuem controle
adequado do trânsito’, a conjunção ‘porque’ inicia uma oração
nomeada por:
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A respeito do uso dos sinais de pontuação, aponte a alternativa com a informação CORRETA.
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No trecho: “É urgente investir na redução desse caos acústico para preservar saúde e bem-estar.”
O emissor da mensagem é:
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O processo de formação do termo ‘bem-estar’ está disposto, CORRETAMENTE, em qual alternativa abaixo?
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Utilize o texto abaixo para responder a questão.
“A poluição sonora nas cidades cresce a cada dia, porque muitos centros urbanos não possuem controle adequado do trânsito; há veículos, obras e multidões gerando um ruído contínuo que transforma as ruas numa ‘selva sonora’. Moradores precisam adaptar-se à falta de silêncio, percebendo à noite o quanto o ambiente urbano grita. É urgente investir na redução desse caos acústico para preservar saúde e bem-estar.”.
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