Foram encontradas 349.312 questões.
Considerando as regras de emprego do acento indicativo
de crase, bem como a regência verbal e nominal, analise
as frases a seguir e assinale a alternativa em que o uso
da crase está INADEQUADO, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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( ) A crítica central limita-se aos avanços tecnológicos, sem abordar comportamentos sociais.
( ) A fala do personagem revela a fragilidade da autonomia crítica diante da influência das métricas de engajamento.
( ) A tirinha legitima o uso das redes sociais como prolongamento natural e necessário do julgamento humano.
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I. A crítica do texto dirige-se à lógica contemporânea que associa visibilidade digital à excelência.
II. A tirinha sugere que a crescente valorização das redes sociais estimula escolhas mais reflexivas e críticas por parte dos indivíduos no contexto do consumo.
Pode-se afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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