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4018061 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da manhã, que possui quase sempre a mesma composição: uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada, como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada, doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando "não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi que meu mau humor, em grande parte, estava relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém que está visitando o escritório ou usam para colocar alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido: o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode causar uma baita de um desconforto. Passar horas no trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos músculos extremamente desagradável. E você, como seria se você contasse como foi o seu dia a partir de uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha mesa no escritório", a forma gráfica da palavra "escritório" apresenta acento agudo com base em critérios fonológicos específicos. Considerando a acentuação das chamadas proparoxítonas aparentes, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018060 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da manhã, que possui quase sempre a mesma composição: uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada, como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada, doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando "não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi que meu mau humor, em grande parte, estava relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém que está visitando o escritório ou usam para colocar alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido: o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode causar uma baita de um desconforto. Passar horas no trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos músculos extremamente desagradável. E você, como seria se você contasse como foi o seu dia a partir de uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
A narrativa adota uma perspectiva confessional e pessoal, ainda que envolva observações sobre o espaço coletivo e o trabalho. A esse respeito, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018059 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da manhã, que possui quase sempre a mesma composição: uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada, como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada, doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando "não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi que meu mau humor, em grande parte, estava relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém que está visitando o escritório ou usam para colocar alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido: o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode causar uma baita de um desconforto. Passar horas no trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos músculos extremamente desagradável. E você, como seria se você contasse como foi o seu dia a partir de uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "Geralmente, os quarenta minutos que fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta minutos...", observa-se o uso do acento indicativo de crase na expressão "às vezes". Considerando a norma-padrão da língua portuguesa e a classificação dessa expressão, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018058 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da manhã, que possui quase sempre a mesma composição: uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada, como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada, doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando "não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi que meu mau humor, em grande parte, estava relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém que está visitando o escritório ou usam para colocar alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido: o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode causar uma baita de um desconforto. Passar horas no trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos músculos extremamente desagradável. E você, como seria se você contasse como foi o seu dia a partir de uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
Considere o seguinte trecho do texto "Meu dia em cadeiras":
"E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido: o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras."
Sobre os recursos de pontuação empregados nesse trecho (em especial as vírgulas e os dois-pontos), analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
 

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4018057 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da manhã, que possui quase sempre a mesma composição: uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada, como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada, doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando "não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi que meu mau humor, em grande parte, estava relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém que está visitando o escritório ou usam para colocar alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido: o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode causar uma baita de um desconforto. Passar horas no trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos músculos extremamente desagradável. E você, como seria se você contasse como foi o seu dia a partir de uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "E vou correndo pegar o ônibus 715M sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca tem uma mísera cadeira livre para sentar-se.", o uso das vírgulas obedece a critérios sintáticos e discursivos. Considerando a norma-padrão da língua portuguesa e os efeitos de sentido no contexto, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018021 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
A avó é apresentada com características diferentes das tradicionalmente atribuídas a avós. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4018020 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
O jogo "Pisei" criado pelo avô possui um valor simbólico na narrativa. Considerando esse aspecto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018019 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.", as palavras "vô" e "já" apresentam acento gráfico. Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018018 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder.", a palavra "mas" estabelece uma relação entre as orações. Considerando o uso de "mas" nesse contexto e distinguindo-o de "mais", analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018017 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "− Agora não, minha riqueza.", a vírgula tem um papel específico na organização da frase. Considerando o uso da vírgula nesse contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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