Foram encontradas 349.312 questões.
Todas as frases abaixo mostram um substantivo precedido por
um artigo definido. A explicação para esse emprego é dada ao
final de cada frase.
A única explicação incorreta é:
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A frase que mostra um termo sublinhado que só pode ser
identificado graças ao conhecimento de mundo do leitor, já que
não foi mencionado antes, é:
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Observe as frases abaixo, retiradas da obra Eurico, o Presbítero, de
Alexandre Herculano.
A alternativa em que está correta a forma da palavra sublinhada é:
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A frase abaixo que mostra confusão entre os parônimos
“cavaleiro” e “cavalheiro” é:
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A língua escrita tem diferentes funções. Cada uma das
alternativas abaixo contém um texto no qual se evidencia uma
dessas funções.
A alternativa em que essa função está corretamente explicitada é:
A alternativa em que essa função está corretamente explicitada é:
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O escritor italiano Leopardi escreveu em seus Pensamentos:
“Como as prisões e as galeras estão cheias de pessoas, segundo
elas, inocentíssimas, assim os empregos públicos e as honrarias
de toda espécie são ocupados apenas por pessoas convidadas e
forçadas a aceitar a seu malgrado. É quase impossível encontrar
alguém que confesse ter merecido as penas que sofre, ou
procurado ou desejado as honrarias de que goza”.
Sobre a estruturação ou a significação desse fragmento textual do século XVIII, é correto afirmar que:
Sobre a estruturação ou a significação desse fragmento textual do século XVIII, é correto afirmar que:
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Em 2022, o total de pessoas com 65 anos ou mais de idade no país (22.169.101) chegou a 10,9% da população, com
alta de 57,4% frente a 2010, quando esse contingente era de 14.081.477, ou 7,4% da população. Já a população idosa de 60
anos ou mais é de 32.113.490 (15,6%), um aumento de 56,0% em relação a 2010, quando era de 20.590.597 (10,8%). É o
que revelam os resultados do universo da população do Brasil desagregada por idade e sexo, do Censo Demográfico 2022.
Esta segunda apuração do Censo mostra uma população de 203.080.756 habitantes, com 18.244 pessoas a mais do que na
primeira apuração.
“Após a divulgação dos primeiros resultados foi necessário realizar, pontualmente, alguns procedimentos de revisão, que acarretaram nessa diferença ínfima em termos percentuais”, explica o gerente técnico do Censo, Luciano Duarte.
Em relação aos resultados do Censo 2022 divulgados anteriormente, 566 municípios sofreram alteração de população.
“O Estatuto do Idoso define como idoso a pessoa de 60 anos ou mais. O corte de 65 anos ou mais foi utilizado nesta
análise para manter comparabilidade internacional e com outras pesquisas que utilizam essa faixa etária, como de mercado
de trabalho”, justifica Izabel Marri, gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE. O aumento da população de 65 anos ou mais em conjunto com a diminuição da parcela da população de até 14 anos no mesmo período, que
passou de 24,1% para 19,8%, evidenciam o franco envelhecimento da população brasileira.
“Ao longo do tempo a base da pirâmide etária foi se estreitando devido à redução da fecundidade e dos nascimentos que ocorrem no Brasil. Essa mudança no formato da pirâmide etária passa a ser visível a partir dos anos 1990 e a pirâmide etária do Brasil perde, claramente, seu formato piramidal a partir de 2000. O que se observa ao longo dos anos, é
redução da população jovem, com aumento da população em idade adulta e também do topo da pirâmide até 2022”, analisa a gerente.
(Disponível em www. censo2022.ibge.gov.br/noticias-por-estado
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Art. 99. Expor a perigo a integridade e a saúde, física ou psíquica, da pessoa idosa, submetendo-a a condições desumanas ou
degradantes ou privando-a de alimentos e cuidados indispensáveis, quando obrigado a fazê-lo, ou sujeitando-a a trabalho
excessivo ou inadequado:
Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.
§ 1o
Se do fato resulta lesão corporal de natureza grave:
Pena - reclusão, de 3 (três) a 7 (sete) anos.
§ 2o
Se resulta a morte:
Pena - reclusão, de 8 (oito) a 14 (quatorze) anos.
(BRASIL. Estatuto do Idoso. Lei 10.741, de 01/10/2003)
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Uma chuva miudinha tinha acabado de cair, e o cheiro a terra molhada misturava-se com o som das folhas a serem
arrastadas pelo vento. Isabel sentou-se no banco do parque, o mesmo banco onde tantas vezes estivera acompanhada pelo
marido, pelos filhos pequenos e, mais tarde, pelos netos. Agora, porém, o banco parecia maior, mais frio, e o espaço ao seu
lado permanecia vazio — uma ausência tão presente que quase ganhava forma.
O outono trazia-lhe recordações dolorosas. Era a estação em que as árvores eram despojadas das suas folhas, e ela
sentia que o mesmo lhe havia acontecido. Cada folha que caía era como uma memória arrancada ao tempo.
Já não sabia ao certo quando as visitas dos filhos tinham começado a rarear, ou quando o telefone deixara de tocar.
No início, tentara convencer-se de que era normal. “Os rapazes têm as suas vidas”, murmurava para se tranquilizar. Mas, à
medida que os meses e os anos se iam acumulando, esse murmúrio tinha-se transformado em silêncio…
[...]
E, embora ela continuasse a resistir, sentia-se cada vez mais como uma árvore à espera do último inverno.
(Minerva Krug, Rumos – Família e Afetos. Disponível em www.contadoresdestorias.wordpress.com)
I. A imagem da “chuva miudinha” funciona como metáfora da suavidade e fragilidade das memórias que começam a ressurgir na consciência da personagem;
II. A associação entre as “folhas arrastadas pelo vento” e as lembranças perdidas indica um simbolismo ligado ao esquecimento e ao efeito destrutivo da passagem do tempo;
III. O “outono” simboliza exclusivamente renovação e esperança, reforçando uma expectativa de recomeço para a personagem;
IV. A metáfora do “último inverno” sugere o declínio final da vida, evocando a expectativa de encerramento da trajetória da personagem.
Marque a alternativa correspondente.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Uma chuva miudinha tinha acabado de cair, e o cheiro a terra molhada misturava-se com o som das folhas a serem
arrastadas pelo vento. Isabel sentou-se no banco do parque, o mesmo banco onde tantas vezes estivera acompanhada pelo
marido, pelos filhos pequenos e, mais tarde, pelos netos. Agora, porém, o banco parecia maior, mais frio, e o espaço ao seu
lado permanecia vazio — uma ausência tão presente que quase ganhava forma.
O outono trazia-lhe recordações dolorosas. Era a estação em que as árvores eram despojadas das suas folhas, e ela
sentia que o mesmo lhe havia acontecido. Cada folha que caía era como uma memória arrancada ao tempo.
Já não sabia ao certo quando as visitas dos filhos tinham começado a rarear, ou quando o telefone deixara de tocar.
No início, tentara convencer-se de que era normal. “Os rapazes têm as suas vidas”, murmurava para se tranquilizar. Mas, à
medida que os meses e os anos se iam acumulando, esse murmúrio tinha-se transformado em silêncio…
[...]
E, embora ela continuasse a resistir, sentia-se cada vez mais como uma árvore à espera do último inverno.
(Minerva Krug, Rumos – Família e Afetos. Disponível em www.contadoresdestorias.wordpress.com)
I. No trecho “Agora, porém, o banco parecia maior, mais frio, e o espaço ao seu lado permanecia vazio — uma ausência tão presente que quase ganhava forma”, o emprego do conectivo “porém” estabelece uma relação de oposição entre o presente solitário e o passado compartilhado pela personagem, contribuindo para a progressão coerente da narrativa;
II. Em “No início, tentara convencer-se de que era normal”, o adjunto adverbial “No início” funciona como elemento de coesão temporal, retomando implicitamente eventos anteriores e marcando a mudança do estado emocional da personagem ao longo do tempo;
III. No trecho “E, embora ela continuasse a resistir, sentia-se cada vez mais como uma árvore à espera do último inverno”, a conjunção “embora” introduz uma relação de causa, explicando o motivo pelo qual a personagem se sente fragilizada;
IV. Em “Cada folha que caía era como uma memória arrancada ao tempo”, a expressão “ao tempo” funciona como mecanismo coesivo anafórico, retomando o ciclo temporal anteriormente mencionado e garantindo a coerência temática do texto.
Assinale a alternativa correta.
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