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A Escola como Espaço de Tecituras Éticas
A democratização do ensino, para além da garantia do acesso físico aos bancos escolares, pressupõe uma reconfiguração profunda na arquitetura das relações pedagógicas. Não basta que o estudante ocupe uma cadeira; é imperativo que ele ocupe o lugar de sujeito no processo de construção do conhecimento. Nesse prisma, a escola contemporânea é convocada a abandonar o modelo de "transmissão bancária", onde o saber é depositado em mentes passivas, para se assumir como um organismo vivo, pautado pelo diálogo e pela pluralidade de vozes que compõem o tecido social.
Nesse contexto, a figura do docente transita da autoridade autocrática para a liderança mediadora. Esse movimento não implica a renúncia ao rigor ou ao domínio dos conteúdos, mas sim a compreensão de que o aprendizado é uma tecitura coletiva. Ao validar a bagagem cultural do aluno, o professor não está "facilitando" o currículo no sentido de empobê-lo, mas sim ancorando os conceitos científicos em realidades palpáveis. É nessa zona de intersecção entre o saber acadêmico e a vivência comunitária que a educação ganha sentido e potência transformadora.
Entretanto, a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática esbarra em atavismos estruturais que ainda assombram o cotidiano escolar. O burocratismo excessivo e a fragmentação do trabalho pedagógico muitas vezes sufocam a criatividade e a autonomia. Superar tais obstáculos exige mais do que diretrizes legais; requer um compromisso ético de todos os atores envolvidos — gestores, professores, pais e alunos — no sentido de transformar a escola em um laboratório de cidadania, onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento.
Por fim, cabe ressaltar que a educação do século XXI não pode se esquivar do debate sobre a inclusão e a diversidade. Uma escola que não se reconhece na diferença é uma instituição fadada ao anacronismo. Acolher a pluralidade não é um ato de benevolência, mas uma exigência da justiça social e um pressuposto para a excelência acadêmica. Somente através de uma prática docente reflexiva e humanizada será possível forjar cidadãos capazes de navegar em um mundo complexo, marcado por mudanças vertiginosas e pela necessidade constante de reinvenção.
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Texto CB3A1-II
Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
Internet: <gov.br> (com adaptações)
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Texto CB3A1-II
Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
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Texto CB3A1-II
Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
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Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
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