Foram encontradas 348.229 questões.
Leia a charge a seguir para responder a questão:

(Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/
charge-maioria-dos-lares-brasileiros-e-chefiado-por-mulheres/,
10.08.2025. Adaptado)
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(Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/
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10.08.2025. Adaptado)
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Pessoas otimistas vivem mais?
Dick Van Dyke, um lendário ator e comediante americano, completou 100 anos. O ator atribui a sua longevidade ao
otimismo e ao fato de nunca ficar com raiva. Embora a longevidade dependa, é claro, de muitos fatores, como genética
e estilo de vida, há evidências que dão respaldo à alegação
de Van Dyke.
Por exemplo, no início dos anos 1930, pesquisadores
pediram a 678 freiras iniciantes que escrevessem uma autobiografia ao ingressar em um convento. Seis décadas depois,
os pesquisadores analisaram os textos e constataram que
mulheres que expressaram mais emoções positivas no início
da vida, em vez de ressentimento, viveram, em média, dez
anos a mais do que aquelas cujos textos tendiam a ser mais
negativos.
Um estudo do Reino Unido constatou que pessoas mais
otimistas viveram entre 11% e 15% mais do que seus pares
pessimistas. E, em 2022, um estudo que analisou cerca de
160 mil mulheres de diferentes origens étnicas constatou que
aquelas que se diziam mais otimistas tinham maior probabilidade de chegar aos 90 anos do que as pessimistas.
Se você quer viver tanto quanto Dick Van Dyke, há coisas
que podem ajudar a controlar os níveis de estresse e de raiva.
Ao contrário do que se acredita, tentar “extravasar” a raiva,
socando um saco, gritando em um travesseiro ou correndo até
a sensação passar, não ajuda de fato. Essas ações mantêm o
organismo em estado de alerta elevado, o que afeta o sistema
cardiovascular e pode prolongar a resposta ao estresse.
(Jolanta Burke. Pessoas otimistas vivem mais?
Disponível em: www.bbc.com/portuguese/articles/cy0ppwpd552o,
12.12.2025. Adaptado)
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Pessoas otimistas vivem mais?
Dick Van Dyke, um lendário ator e comediante americano, completou 100 anos. O ator atribui a sua longevidade ao
otimismo e ao fato de nunca ficar com raiva. Embora a longevidade dependa, é claro, de muitos fatores, como genética
e estilo de vida, há evidências que dão respaldo à alegação
de Van Dyke.
Por exemplo, no início dos anos 1930, pesquisadores
pediram a 678 freiras iniciantes que escrevessem uma autobiografia ao ingressar em um convento. Seis décadas depois,
os pesquisadores analisaram os textos e constataram que
mulheres que expressaram mais emoções positivas no início
da vida, em vez de ressentimento, viveram, em média, dez
anos a mais do que aquelas cujos textos tendiam a ser mais
negativos.
Um estudo do Reino Unido constatou que pessoas mais
otimistas viveram entre 11% e 15% mais do que seus pares
pessimistas. E, em 2022, um estudo que analisou cerca de
160 mil mulheres de diferentes origens étnicas constatou que
aquelas que se diziam mais otimistas tinham maior probabilidade de chegar aos 90 anos do que as pessimistas.
Se você quer viver tanto quanto Dick Van Dyke, há coisas
que podem ajudar a controlar os níveis de estresse e de raiva.
Ao contrário do que se acredita, tentar “extravasar” a raiva,
socando um saco, gritando em um travesseiro ou correndo até
a sensação passar, não ajuda de fato. Essas ações mantêm o
organismo em estado de alerta elevado, o que afeta o sistema
cardiovascular e pode prolongar a resposta ao estresse.
(Jolanta Burke. Pessoas otimistas vivem mais?
Disponível em: www.bbc.com/portuguese/articles/cy0ppwpd552o,
12.12.2025. Adaptado)
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Pessoas otimistas vivem mais?
Dick Van Dyke, um lendário ator e comediante americano, completou 100 anos. O ator atribui a sua longevidade ao
otimismo e ao fato de nunca ficar com raiva. Embora a longevidade dependa, é claro, de muitos fatores, como genética
e estilo de vida, há evidências que dão respaldo à alegação
de Van Dyke.
Por exemplo, no início dos anos 1930, pesquisadores
pediram a 678 freiras iniciantes que escrevessem uma autobiografia ao ingressar em um convento. Seis décadas depois,
os pesquisadores analisaram os textos e constataram que
mulheres que expressaram mais emoções positivas no início
da vida, em vez de ressentimento, viveram, em média, dez
anos a mais do que aquelas cujos textos tendiam a ser mais
negativos.
Um estudo do Reino Unido constatou que pessoas mais
otimistas viveram entre 11% e 15% mais do que seus pares
pessimistas. E, em 2022, um estudo que analisou cerca de
160 mil mulheres de diferentes origens étnicas constatou que
aquelas que se diziam mais otimistas tinham maior probabilidade de chegar aos 90 anos do que as pessimistas.
Se você quer viver tanto quanto Dick Van Dyke, há coisas
que podem ajudar a controlar os níveis de estresse e de raiva.
Ao contrário do que se acredita, tentar “extravasar” a raiva,
socando um saco, gritando em um travesseiro ou correndo até
a sensação passar, não ajuda de fato. Essas ações mantêm o
organismo em estado de alerta elevado, o que afeta o sistema
cardiovascular e pode prolongar a resposta ao estresse.
(Jolanta Burke. Pessoas otimistas vivem mais?
Disponível em: www.bbc.com/portuguese/articles/cy0ppwpd552o,
12.12.2025. Adaptado)
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Pessoas otimistas vivem mais?
Dick Van Dyke, um lendário ator e comediante americano, completou 100 anos. O ator atribui a sua longevidade ao
otimismo e ao fato de nunca ficar com raiva. Embora a longevidade dependa, é claro, de muitos fatores, como genética
e estilo de vida, há evidências que dão respaldo à alegação
de Van Dyke.
Por exemplo, no início dos anos 1930, pesquisadores
pediram a 678 freiras iniciantes que escrevessem uma autobiografia ao ingressar em um convento. Seis décadas depois,
os pesquisadores analisaram os textos e constataram que
mulheres que expressaram mais emoções positivas no início
da vida, em vez de ressentimento, viveram, em média, dez
anos a mais do que aquelas cujos textos tendiam a ser mais
negativos.
Um estudo do Reino Unido constatou que pessoas mais
otimistas viveram entre 11% e 15% mais do que seus pares
pessimistas. E, em 2022, um estudo que analisou cerca de
160 mil mulheres de diferentes origens étnicas constatou que
aquelas que se diziam mais otimistas tinham maior probabilidade de chegar aos 90 anos do que as pessimistas.
Se você quer viver tanto quanto Dick Van Dyke, há coisas
que podem ajudar a controlar os níveis de estresse e de raiva.
Ao contrário do que se acredita, tentar “extravasar” a raiva,
socando um saco, gritando em um travesseiro ou correndo até
a sensação passar, não ajuda de fato. Essas ações mantêm o
organismo em estado de alerta elevado, o que afeta o sistema
cardiovascular e pode prolongar a resposta ao estresse.
(Jolanta Burke. Pessoas otimistas vivem mais?
Disponível em: www.bbc.com/portuguese/articles/cy0ppwpd552o,
12.12.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada está empregada em conformidade com o sentido da frase.
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Analise o meme a seguir:
(Taysa Coelho, 18 melhores memes brasileiros de todos os tempos.
Disponível em: www.dicionariopopular.com/
melhores-memes-brasileiros/. 11.08.2025. Adaptado)
O efeito de humor desse meme se dá, fundamentalmente, em decorrência da
(Taysa Coelho, 18 melhores memes brasileiros de todos os tempos.
Disponível em: www.dicionariopopular.com/
melhores-memes-brasileiros/. 11.08.2025. Adaptado)
O efeito de humor desse meme se dá, fundamentalmente, em decorrência da
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(Vai cair) a estrela do céu.
(Vai cair) a noite no mar.
(Vai cair) o nível do gás.
(Vai cair) a cinza no chão.
(Vai cair) juízo final.
(Vai cair) os dentes de Jó.
(Vai cair) o preço do caos.
(Vai cair) peteca no chão.
(Vai sair) o Sol outra vez.
(Vai sair) um filho pra luz.
(Vai sair) da cara o terror.
(Vai sair) o expresso 22.
(Vai sair) a máscara azul.
(Vai sair) o verde do mar.
(Vai sair) um novo gibi.
(Vai sair) da cara o suor.
(Raul Seixas, Dentadura Postiça.
Disponível em: www.letras.mus.br/raul-seixas/48308/.
04.08.2024. Adaptado)
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(Vai cair) a estrela do céu.
(Vai cair) a noite no mar.
(Vai cair) o nível do gás.
(Vai cair) a cinza no chão.
(Vai cair) juízo final.
(Vai cair) os dentes de Jó.
(Vai cair) o preço do caos.
(Vai cair) peteca no chão.
(Vai sair) o Sol outra vez.
(Vai sair) um filho pra luz.
(Vai sair) da cara o terror.
(Vai sair) o expresso 22.
(Vai sair) a máscara azul.
(Vai sair) o verde do mar.
(Vai sair) um novo gibi.
(Vai sair) da cara o suor.
(Raul Seixas, Dentadura Postiça.
Disponível em: www.letras.mus.br/raul-seixas/48308/.
04.08.2024. Adaptado)
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“É uma verdade universalmente reconhecida que um
homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à
procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e
Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao
mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela
cativa os leitores com a sátira social característica de Austen,
insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras
inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis
romances foram adaptados de inúmeras maneiras.
Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima
de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na
adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou
Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813),
Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia
de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente
em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.
“As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla
moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21
não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos
literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora
de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o
apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza
humana, com personagens que incorporam características
ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen
deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.
“Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas
femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho
e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade
pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o
esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de
pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.
Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se
tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo
viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o
potencial dos romances de Austen para memes, com suas
frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma
verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que
o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária,
mas também em sua contínua relevância como escritora que
ainda dialoga com o público moderno.
(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok.
Disponível em: www.dw.com/pt-br/jane-austen-aos-250-anosdos-livros-ao-tiktok/a-75164449. 15.12.2025. Adaptado)
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