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Belo Horizonte, a capital de Minas Gerais, foi palco de um brutal crime transfóbico, registrado pelas câmeras de segurança na região de Venda Nova.
Nas imagens, é possível ver Christina Maciel Oliveira, de 45 anos, caminhando tranquilamente quando, de repente, é golpeada por Matheus Henrique Santos Rodrigues, de 24 anos.
A mulher é derrubada por Matheus, que, em seguida, inicia uma sequência de chutes e pisadas na cabeça de Christina, que desmaia. Após o espancamento, o homem pega seu chinelo e sai caminhando tranquilamente.
Pessoas que presenciaram o crime acionaram o SAMU e a polícia. Os agentes de socorro tentaram reanimar Christina, mas ela não resistiu e morreu no local.
Matheus Henrique Santos Rodrigues foi localizado a poucos metros da cena do crime e preso em flagrante pelos policiais.
Fórum 21/10/2025.
Sobre o processo de referenciação no texto, assinale a afirmativa correta.
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Era uma vez um poderoso rei chamado Uriel, que vivia num majestoso castelo ao norte do reino de Mantrifás. O rei tinha uma corte de valorosos cavaleiros que se reuniam numa sala de cristal toda vez que havia de deliberar-se sobre os assuntos mais importantes de um reino.
Sobre a significação ou a estruturação desse fragmento textual, assinale a afirmativa incorreta.
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Diante da agência dos Correios havia uma oficina de carpintaria e uma loja de roupa infantil. Tanto a oficina como a loja estavam afetadas pelo plano de urbanização da zona, mas aquela, não estava previsto derrubá-la, até meados de abril.
Em relação à significação ou à estruturação desse fragmento textual, assinale a afirmativa inadequada.
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Os pés do homem se afundaram na areia, deixando uma marca informe, como se fosse a pegada de algum animal. Treparam sobre as pedras, usando as unhas ao sentirem a inclinação da subida, logo caminharam para cima, buscando o horizonte.
‘Pés chatos’ – disse o que o seguia. E um dedo de menos. Falta-lhe o dedo central no pé esquerdo. Não abundam indivíduos com essa marca. Assim será fácil.
A estranheza presente nesse texto, que é o início de um romance, decorre
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O presidente da ultraliberal União da Política Real, Janus Mikke, partidário do endurecimento do Código Penal e porta-voz incansável da luta contra a delinquência na Polônia, protagonizou ontem um episódio próprio de uma película do famoso agente 007. O político polonês prendeu pessoalmente dois ladrões. O incidente teve lugar no centro de Varsóvia. Quando desceu do ônibus em que viajava, Janus Mikke se deu conta de que dois indivíduos que tinham estado no ônibus com ele lhe haviam roubado o telefone celular. Rendeu-os, mas como os dois ladrões tentaram fugir, ele mesmo iniciou uma perseguição pelas ruas de Varsóvia até efetuar a prisão.
El País, 29/04/1999.
Sobre a significação ou a estruturação do texto, assinale a afirmativa correta.
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Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.
Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?
O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.
Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.
Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?
A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.
Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.
Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.
(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.
Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?
O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.
Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.
Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?
A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.
Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.
Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.
(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)
• “Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados?”
• “Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão...”
Considerando o sentido com que foram empregadas no texto, as palavras em destaque têm como sinônimos, correta e respectivamente,
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