Foram encontradas 346.815 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Houve um tempo em que a Terra sofria com a falta de
alimentos. Humanos e outros animais passavam fome.
Havia, porém, uma única espécie que continuava
robusta, como se tivesse sempre o que comer, a cotia! A
aparência do animal chamou a atenção de Makunaíma,
um jovem indígena.
Certo dia, Makunaíma seguiu a cotia e descobriu que
seu alimento vinha da Wazaká, a árvore de todos os
frutos. Assim que o segredo foi descoberto, os deuses
da natureza anunciaram que somente os frutos caídos
no chão poderiam alimentar quem tivesse fome.
Makunaíma achou injusto não poder retirar os frutos do
pé e decidiu cortar a árvore. Ao tombar, seus frutos se
espalharam e fizeram germinar todas as árvores que
conhecemos hoje, mas nenhuma como Wazaká, a
árvore da vida, de onde brotavam todos os tipos de
frutos ao mesmo tempo.
*Entre os indígenas brasileiros, há muitas versões dessa
história, que explica a origem de diferentes árvores. Esta
versão, adaptada pela CHC, tem origem entre os Macuxi,
indígenas da região Norte do Brasil.
https://chc.org.br/artigo/a-arvore-da-vida/
A vírgula empregada em 'Certo dia', separa uma expressão que indica:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Houve um tempo em que a Terra sofria com a falta de
alimentos. Humanos e outros animais passavam fome.
Havia, porém, uma única espécie que continuava
robusta, como se tivesse sempre o que comer, a cotia! A
aparência do animal chamou a atenção de Makunaíma,
um jovem indígena.
Certo dia, Makunaíma seguiu a cotia e descobriu que
seu alimento vinha da Wazaká, a árvore de todos os
frutos. Assim que o segredo foi descoberto, os deuses
da natureza anunciaram que somente os frutos caídos
no chão poderiam alimentar quem tivesse fome.
Makunaíma achou injusto não poder retirar os frutos do
pé e decidiu cortar a árvore. Ao tombar, seus frutos se
espalharam e fizeram germinar todas as árvores que
conhecemos hoje, mas nenhuma como Wazaká, a
árvore da vida, de onde brotavam todos os tipos de
frutos ao mesmo tempo.
*Entre os indígenas brasileiros, há muitas versões dessa
história, que explica a origem de diferentes árvores. Esta
versão, adaptada pela CHC, tem origem entre os Macuxi,
indígenas da região Norte do Brasil.
https://chc.org.br/artigo/a-arvore-da-vida/
A partir do texto-base, marque a alternativa que está INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Houve um tempo em que a Terra sofria com a falta de
alimentos. Humanos e outros animais passavam fome.
Havia, porém, uma única espécie que continuava
robusta, como se tivesse sempre o que comer, a cotia! A
aparência do animal chamou a atenção de Makunaíma,
um jovem indígena.
Certo dia, Makunaíma seguiu a cotia e descobriu que
seu alimento vinha da Wazaká, a árvore de todos os
frutos. Assim que o segredo foi descoberto, os deuses
da natureza anunciaram que somente os frutos caídos
no chão poderiam alimentar quem tivesse fome.
Makunaíma achou injusto não poder retirar os frutos do
pé e decidiu cortar a árvore. Ao tombar, seus frutos se
espalharam e fizeram germinar todas as árvores que
conhecemos hoje, mas nenhuma como Wazaká, a
árvore da vida, de onde brotavam todos os tipos de
frutos ao mesmo tempo.
*Entre os indígenas brasileiros, há muitas versões dessa
história, que explica a origem de diferentes árvores. Esta
versão, adaptada pela CHC, tem origem entre os Macuxi,
indígenas da região Norte do Brasil.
https://chc.org.br/artigo/a-arvore-da-vida/
No trecho acima, todos os verbos e substantivos estão com a concordância adequada. Nos enunciados a seguir, a concordância também está correta, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
I.O 'a' em 'a sua toca' não foi craseado, pois o emprego da crase antes de pronomes possessivos é facultativo, ou seja, pode ou não ocorrer a crase.
IIO 'a' em 'a sua toca'' é uma preposição exigida pelo verbo 'invadir'.
III.O 'a' em 'a sua toca' é um artigo definido que se refere ao substantivo 'toca'.
IV.Se a expressão 'invade a sua toca' fosse substituída por 'foi à toca', a crase seria obrigatória.
É correto o que se afirma e
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
O vocábulo 'machucou' está grafado com 'ch' corretamente. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo escrito com essa mesma letra de forma INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
De acordo com o texto, a única afirmativa que está incorreta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
Quanto à acentuação dos vocábulos extraídos do trecho e do texto, identifique a afirmativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
I.A forma verbal 'veio' está no singular concordando com o sujeito mais próximo 'escuridão', mas poderia flexionar no plural em 'vieram' para concordar com 'escuridão' e 'medo', que representam o sujeito composto.
II.A forma correta de concordância seria 'vieram' , pois o verbo deve sempre concordar com o sujeito, que é representado por duas expressões, ou seja, é um sujeito composto.
III.O adjetivo 'grandes' está inadequado, pois o correto seria concordar com 'leopardo'.
IV. Se a expressão 'a noite' fosse flexionada no plural em 'as noites', o verbo seria flexionado em 'caiam'.
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
(__)A palavra 'não' apresenta um encontro vocálico inseparável, classificado como ditongo nasal.
(__)A palavra 'arremessou' apresenta dois dígrafos consonantais e um ditongo, sendo considerado uma palavra polissílaba.
(__)O vocábulo 'que' apresenta dígrafo consonantal, já que o 'qu' representa um único fonema.
(__)A palavra 'leopardos' apresenta um ditongo, um encontro consonantal e é considerada uma palavra trissílaba.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container