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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
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Comportamento: Mais da Metade dos Brasileiros
Têm Hábitos Noturnos de Compra Online
A pesquisa da Octadesk, em parceria com a Opinion Box, revelou que 56% dos brasileiros compram online à
noite ou de madrugada, um avanço de 17 pontos
percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
eiros-compra-online-durante-a-noite-ou-de-madrugada/
Segundo as informações do texto-base, a única alternativa INCORRETA é:
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Têm Hábitos Noturnos de Compra Online
A pesquisa da Octadesk, em parceria com a Opinion Box, revelou que 56% dos brasileiros compram online à
noite ou de madrugada, um avanço de 17 pontos
percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
eiros-compra-online-durante-a-noite-ou-de-madrugada/
"Em torno de 26% dos clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini."
Considerando as regências dos verbos no trecho acima, indique a alternativa em que a alteração na construção compromete a correção gramatical por uso inadequado da regência verbal:
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A pesquisa da Octadesk, em parceria com a Opinion Box, revelou que 56% dos brasileiros compram online à
noite ou de madrugada, um avanço de 17 pontos
percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
eiros-compra-online-durante-a-noite-ou-de-madrugada/
Com base na acentuação dos vocábulos extraídos do trecho e do texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
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A pesquisa da Octadesk, em parceria com a Opinion Box, revelou que 56% dos brasileiros compram online à
noite ou de madrugada, um avanço de 17 pontos
percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
eiros-compra-online-durante-a-noite-ou-de-madrugada/
Considerando as regras de concordância verbal e nominal da gramática normativa, julgue as afirmativas:
I.A forma verbal 'deixarem' está corretamente flexionada no plural para estabelecer concordância com o núcleo 'consumidores', que também está no plural.
II.A forma verbal 'disseram' está flexionada no plural corretamente, concordando com o termo preposicionado que especifica a referência numérica.
III.A forma verbal 'disseram' também pode concordar com a expressão numérica '86%', no singular em 'disse'.
IV.A forma verbal 'tenha' está concordando adequadamente com a expressão numérica '22%, o que justifica a forma singular.
V.A forma verbal 'tenha' não está com a concordância adequada, a forma correta seria 'tenham'.
É correto o que se afirma em:
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percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
eiros-compra-online-durante-a-noite-ou-de-madrugada/
(__)A expressão 'durante o período em casa' exerce a função de adjunto adverbial de tempo e lugar.
(__)A expressão 'online' é o objeto direto do verbo 'comprar', enquanto a expressão 'mais' é um advérbio que intensifica o verbo 'comprar'.
(__)A expressão 'volta' é um verbo que indica a ação de retorno das pessoas às lojas.
(__)A expressão 'os números' é o sujeito e a expressão 'altos' é adjetivo com função de predicativo do sujeito.
(__)O verbo 'continuar' é verbo intransitivo e a expressão 'altos' é um advérbio que modifica o verbo.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
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percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
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Com base nos tipos de predicado presentes nesse período, assinale a alternativa correta:
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A pesquisa da Octadesk, em parceria com a Opinion Box, revelou que 56% dos brasileiros compram online à
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percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
eiros-compra-online-durante-a-noite-ou-de-madrugada/
"(...) isso porque 37% dos respondentes afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso."
A oração destacada é classificada como:
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Comportamento: Mais da Metade dos Brasileiros
Têm Hábitos Noturnos de Compra Online
A pesquisa da Octadesk, em parceria com a Opinion Box, revelou que 56% dos brasileiros compram online à
noite ou de madrugada, um avanço de 17 pontos
percentuais (p.p.) em relação a 2024. O levantamento
que contou com 200 entrevistados mostrou que 88% dos
deles preferem comprar pela internet. Na tentativa de
encontrar o melhor preço, 59% dos participantes optam
fazer essa pesquisa pelo Google e, ao terem a
combinação ideal, na hora de pagar, eles optam por
utilizar o cartão de crédito e parcelar a compra.
Segundo Mahara Scholz, head de receita da Octadesk, o
e-commerce foi impulsionado pela pandemia de
covid-19. "Durante o período em casa, as pessoas
aprenderam a comprar mais online e, mesmo com a
volta do presencial, os números continuaram altos". Na
opinião dela, a maior preferência por horários da noite ou
da madrugada é motivada não só pela volta do
presencial, mas também por serem períodos mais
tranquilos do dia.
Um outro ponto curioso do levantamento é que oito em
cada dez brasileiros fazem suas aquisições pelo celular.
O aparelho também é muito utilizado para buscar
atendimento, isso porque 37% dos respondentes
afirmam que preferem usar o WhatsApp para isso. Em
meio a essas mudanças, a inteligência artificial (IA) vem
ganhando cada vez mais espaço na vida de lojistas e
consumidores, influenciando as decisões de consumo.
IA em ação
Diante do aumento das compras em períodos fora do
horário comercial, os chatbots são uma forma dos
estabelecimentos não deixarem esses consumidores
desassistidos. Tanto que 86% dos entrevistados
disseram que já foram atendidos pela ferramenta,
embora apenas 22% tenha avaliado o atendimento de
forma positiva.
Para Scholz, a grande questão é que a tecnologia nem
sempre é empregada ou treinada da forma mais
adequada. Por outro lado, ela ressalta que, quando
ambos são bem executados, o cliente sequer nota que
está falando com um robô.
Já em termos de experiência de compra, 39% dos
entrevistados afirmaram que a inteligência artificial
melhora essa vivência. Parte disso pode ser atribuída à
personalização, já que é cada vez mais comum lojas
usarem a IA para oferecerem produtos com base nas
preferências do usuário. Tanto é que 26% foram
influenciados a comprar graças às ofertas exibidas com o
auxílio da ferramenta, e 42% admitem que se sentiriam
mais inclinados a comprar com a ajuda da IA.
Em contrapartida, essa jornada mais personalizada não
seria tão atrativa para 46% dos entrevistados. Uma outra
questão é em relação à credibilidade, já que 23%
disseram ficar inseguros ao perceberem que a descrição
de um produto foi gerada pela tecnologia.
Rodrigo Ricco, diretor geral da Octadesk, avalia que, se
bem utilizada, a IA é um diferencial para as marcas. "O
consumidor pode até não confiar plenamente hoje, mas
espera ser compreendido e atendido com precisão, seja
por humanos ou algoritmos", explica.
A pesquisa ainda revelou que uso da tecnologia não se
restringe apenas aos vendedores. Em torno de 26% dos
clientes também fazem pesquisas de preço com o auxílio
de ferramentas como o ChatGPT e o Gemini.
Outros caminhos
Os anúncios em redes sociais também estão abrindo
caminho para novas vendas. Ao menos 55% dos
participantes afirmaram que ao verem o conteúdo no
Instagram, resolveram comprá-lo. Na sequência, estão
Facebook (31%) e YouTube (30%). Há também outros
incentivos para isso, como frete grátis, prazo de entrega,
cupons de desconto e promoções. Respectivamente,
eles foram considerados um motivador para compra para
72%, 46%, 42% e 60%.
Na hora de pagar, o parcelamento via cartão de crédito é
seguido pelo Pix, com 22% dos respondentes optando
por ele, enquanto o terceiro mais utilizado é também o
cartão de crédito, mas à vista (15%).
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/07/mais-da-metade-dos-brasil
eiros-compra-online-durante-a-noite-ou-de-madrugada/
I.Ele foi ao baile à caráter, vestido de pirata.
II.Os manifestantes foram retirados do local à força pelas autoridades.
III.No fim de semana, pretendemos ir às compras para aproveitar as promoções.
IV.Após a tempestade, a cidade ficou à mercê das águas e sem comunicação.
O uso da locução com crase está correto em:
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As peculiaridades do mel
O mel é produzido pelas abelhas a partir do néctar das
flores. Ele começa como um líquido morno, aguado e
açucarado, um tipo de fluido que parece um convite para
as bactérias.
Só que no caminho até a colmeia, as abelhas
concentram o néctar, retirando parte da água, e usando
enzimas para aumentar o conteúdo ácido no líquido, o
que desestimula o crescimento de algumas formas de
micro-organismos e quebra os açúcares em formas mais
simples.
Depois disso, as abelhas armazenam o néctar nos favos
de mel.
Em seguida, elas fazem algo notável: ventilam o mel com
suas asas. Essa ventilação evapora lentamente a água
restante, como um ventilador evaporando o suor da pele.
Assim, aquela substância que tinha cerca de 70% ou
80% de água vai secando e secando.
O mel completamente maduro costuma ter entre 15% e
18% de água. Na verdade, a proporção das moléculas
de açúcar para água é tão alta que seria fisicamente
impossível dissolver tanto açúcar em tão pouca água
sem um processo como o que as abelhas utilizam.
Há uma grande quantidade de açúcar ali, e claro que os
micro-organismos adorariam se aproveitar dele. Mas
com tão pouca água — e a acidez oferecendo um desestímulo adicional — eles simplesmente não
conseguem sobreviver.
Além disso, ao vedar um pote de mel, limita-se também a
disponibilidade do oxigênio, criando assim mais uma
barreira para o crescimento desses seres.
Esse estado é conhecido pelos cientistas de alimentos
como "baixa atividade de água" e, de fato, reduzir a
atividade da água é uma técnica bastante comum para
conservar alimentos processados.
É possível manter certos alimentos úmidos sem que
estraguem, desde que as moléculas de água estejam
ligadas a interações com sal ou açúcar, por exemplo.
Isso não significa que o mel resista a todos os desafios
para se manter fresco. Uma vez que um pote de mel é
aberto, a superfície começa a ser exposta ao ar com
frequência, e colheradas lambidas trazem bactérias e
umidade que não estavam ali quando o pote foi vedado.
Se isso acontecer, assuma o controle da situação
adicionando água e um micro-organismo especial e você
terá um hidromel — bebida alcóolica feita a partir da
fermentação do mel — um tipo de "estrago" com o qual
poucos se importariam.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg4jw53p5do
" É possível manter certos alimentos úmidos sem que estraguem.'
A oração destacada no trecho é classificada como uma oração:
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