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Na frase: “Ela não me procura, nem eu ligo de volta”, a palavra sublinhada possui a função de:
(CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. 8ª ed., pág. 594)
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“Conecte o cabo de alimentação na tomada. Pressione o botão liga/desliga para ligar o aparelho. Selecione a função desejada utilizando os botões de controle”.
Qual a tipologia do texto acima?
(www.todamateria.com.br/tipologia-textual/)
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
A DIFERENÇA ENTRE “TEORICAMENTE POSSÍVEL” E "IMPORTANTE”
Os acadêmicos, incluindo eu mesmo, adoram descobrir
argumentos contraintuitivos que mudam a maneira como as
pessoas veem o mundo. A mídia provavelmente adora publicar
matérias baseadas nesses argumentos, ainda mais do que os
acadêmicos gostam de descobri-los. Às vezes, porém, esses
mesmos acadêmicos e o pessoal da mídia prestam um deserviço
ao público em geral, ao levantar questões que são teoricamente
possíveis, mas na realidade não têm a menor importância.
Um artigo recente na revista "Time" é um ótimo exemplo. Nele,
o autor examina a ideia de que os cintos de segurança nos
carros talvez não sejam eficazes para salvar vidas. Segundo a
reportagem, a teoria é que os motoristas se tornam mais
ousados quando estão presos pelo cinto porque se sentem mais
seguros. O efeito dessa "compensação de risco", segundo o
artigo, poderia reduzir - ou mesmo reverter - os benefícios de
segurança dos cintos.
É uma teoria sensata. Quando não estou afivelado corro um
risco maior de ferimentos, por isso talvez dirija mais
cautelosamente. Na prática, porém, há claras evidências de que
os cintos de segurança são uma maneira incrivelmente eficaz e
econômica de salvar vidas.
O pequeno impacto compensador que pode haver em dirigir
mais arriscadamente porque você está usando um cinto de
segurança é trivial comparado aos benefícios de usá-lo. Artigos
como esse da "Time" podem encorajar as pessoas a tirar a
conclusão errada sobre o assunto. Se, no entanto, eu estiver
errado e o comportamento compensatório dos motoristas
realmente reverter os benefícios dos cintos de segurança, existe
uma fácil solução de política pública semelhante a uma ideia
mencionada na matéria da "Time".
Os governos poderiam exigir que se instalasse em todos os
volantes uma faca afiada, apontada diretamente para o coração
do motorista. Imagine como ele dirigiria cuidadosamente.
(Steven D. Levitt)
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
A DIFERENÇA ENTRE “TEORICAMENTE POSSÍVEL” E "IMPORTANTE”
Os acadêmicos, incluindo eu mesmo, adoram descobrir
argumentos contraintuitivos que mudam a maneira como as
pessoas veem o mundo. A mídia provavelmente adora publicar
matérias baseadas nesses argumentos, ainda mais do que os
acadêmicos gostam de descobri-los. Às vezes, porém, esses
mesmos acadêmicos e o pessoal da mídia prestam um deserviço
ao público em geral, ao levantar questões que são teoricamente
possíveis, mas na realidade não têm a menor importância.
Um artigo recente na revista "Time" é um ótimo exemplo. Nele,
o autor examina a ideia de que os cintos de segurança nos
carros talvez não sejam eficazes para salvar vidas. Segundo a
reportagem, a teoria é que os motoristas se tornam mais
ousados quando estão presos pelo cinto porque se sentem mais
seguros. O efeito dessa "compensação de risco", segundo o
artigo, poderia reduzir - ou mesmo reverter - os benefícios de
segurança dos cintos.
É uma teoria sensata. Quando não estou afivelado corro um
risco maior de ferimentos, por isso talvez dirija mais
cautelosamente. Na prática, porém, há claras evidências de que
os cintos de segurança são uma maneira incrivelmente eficaz e
econômica de salvar vidas.
O pequeno impacto compensador que pode haver em dirigir
mais arriscadamente porque você está usando um cinto de
segurança é trivial comparado aos benefícios de usá-lo. Artigos
como esse da "Time" podem encorajar as pessoas a tirar a
conclusão errada sobre o assunto. Se, no entanto, eu estiver
errado e o comportamento compensatório dos motoristas
realmente reverter os benefícios dos cintos de segurança, existe
uma fácil solução de política pública semelhante a uma ideia
mencionada na matéria da "Time".
Os governos poderiam exigir que se instalasse em todos os
volantes uma faca afiada, apontada diretamente para o coração
do motorista. Imagine como ele dirigiria cuidadosamente.
(Steven D. Levitt)
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A DIFERENÇA ENTRE “TEORICAMENTE POSSÍVEL” E "IMPORTANTE”
Os acadêmicos, incluindo eu mesmo, adoram descobrir
argumentos contraintuitivos que mudam a maneira como as
pessoas veem o mundo. A mídia provavelmente adora publicar
matérias baseadas nesses argumentos, ainda mais do que os
acadêmicos gostam de descobri-los. Às vezes, porém, esses
mesmos acadêmicos e o pessoal da mídia prestam um deserviço
ao público em geral, ao levantar questões que são teoricamente
possíveis, mas na realidade não têm a menor importância.
Um artigo recente na revista "Time" é um ótimo exemplo. Nele,
o autor examina a ideia de que os cintos de segurança nos
carros talvez não sejam eficazes para salvar vidas. Segundo a
reportagem, a teoria é que os motoristas se tornam mais
ousados quando estão presos pelo cinto porque se sentem mais
seguros. O efeito dessa "compensação de risco", segundo o
artigo, poderia reduzir - ou mesmo reverter - os benefícios de
segurança dos cintos.
É uma teoria sensata. Quando não estou afivelado corro um
risco maior de ferimentos, por isso talvez dirija mais
cautelosamente. Na prática, porém, há claras evidências de que
os cintos de segurança são uma maneira incrivelmente eficaz e
econômica de salvar vidas.
O pequeno impacto compensador que pode haver em dirigir
mais arriscadamente porque você está usando um cinto de
segurança é trivial comparado aos benefícios de usá-lo. Artigos
como esse da "Time" podem encorajar as pessoas a tirar a
conclusão errada sobre o assunto. Se, no entanto, eu estiver
errado e o comportamento compensatório dos motoristas
realmente reverter os benefícios dos cintos de segurança, existe
uma fácil solução de política pública semelhante a uma ideia
mencionada na matéria da "Time".
Os governos poderiam exigir que se instalasse em todos os
volantes uma faca afiada, apontada diretamente para o coração
do motorista. Imagine como ele dirigiria cuidadosamente.
(Steven D. Levitt)
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
A DIFERENÇA ENTRE “TEORICAMENTE POSSÍVEL” E "IMPORTANTE”
Os acadêmicos, incluindo eu mesmo, adoram descobrir
argumentos contraintuitivos que mudam a maneira como as
pessoas veem o mundo. A mídia provavelmente adora publicar
matérias baseadas nesses argumentos, ainda mais do que os
acadêmicos gostam de descobri-los. Às vezes, porém, esses
mesmos acadêmicos e o pessoal da mídia prestam um deserviço
ao público em geral, ao levantar questões que são teoricamente
possíveis, mas na realidade não têm a menor importância.
Um artigo recente na revista "Time" é um ótimo exemplo. Nele,
o autor examina a ideia de que os cintos de segurança nos
carros talvez não sejam eficazes para salvar vidas. Segundo a
reportagem, a teoria é que os motoristas se tornam mais
ousados quando estão presos pelo cinto porque se sentem mais
seguros. O efeito dessa "compensação de risco", segundo o
artigo, poderia reduzir - ou mesmo reverter - os benefícios de
segurança dos cintos.
É uma teoria sensata. Quando não estou afivelado corro um
risco maior de ferimentos, por isso talvez dirija mais
cautelosamente. Na prática, porém, há claras evidências de que
os cintos de segurança são uma maneira incrivelmente eficaz e
econômica de salvar vidas.
O pequeno impacto compensador que pode haver em dirigir
mais arriscadamente porque você está usando um cinto de
segurança é trivial comparado aos benefícios de usá-lo. Artigos
como esse da "Time" podem encorajar as pessoas a tirar a
conclusão errada sobre o assunto. Se, no entanto, eu estiver
errado e o comportamento compensatório dos motoristas
realmente reverter os benefícios dos cintos de segurança, existe
uma fácil solução de política pública semelhante a uma ideia
mencionada na matéria da "Time".
Os governos poderiam exigir que se instalasse em todos os
volantes uma faca afiada, apontada diretamente para o coração
do motorista. Imagine como ele dirigiria cuidadosamente.
(Steven D. Levitt)
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
A DIFERENÇA ENTRE “TEORICAMENTE POSSÍVEL” E "IMPORTANTE”
Os acadêmicos, incluindo eu mesmo, adoram descobrir
argumentos contraintuitivos que mudam a maneira como as
pessoas veem o mundo. A mídia provavelmente adora publicar
matérias baseadas nesses argumentos, ainda mais do que os
acadêmicos gostam de descobri-los. Às vezes, porém, esses
mesmos acadêmicos e o pessoal da mídia prestam um deserviço
ao público em geral, ao levantar questões que são teoricamente
possíveis, mas na realidade não têm a menor importância.
Um artigo recente na revista "Time" é um ótimo exemplo. Nele,
o autor examina a ideia de que os cintos de segurança nos
carros talvez não sejam eficazes para salvar vidas. Segundo a
reportagem, a teoria é que os motoristas se tornam mais
ousados quando estão presos pelo cinto porque se sentem mais
seguros. O efeito dessa "compensação de risco", segundo o
artigo, poderia reduzir - ou mesmo reverter - os benefícios de
segurança dos cintos.
É uma teoria sensata. Quando não estou afivelado corro um
risco maior de ferimentos, por isso talvez dirija mais
cautelosamente. Na prática, porém, há claras evidências de que
os cintos de segurança são uma maneira incrivelmente eficaz e
econômica de salvar vidas.
O pequeno impacto compensador que pode haver em dirigir
mais arriscadamente porque você está usando um cinto de
segurança é trivial comparado aos benefícios de usá-lo. Artigos
como esse da "Time" podem encorajar as pessoas a tirar a
conclusão errada sobre o assunto. Se, no entanto, eu estiver
errado e o comportamento compensatório dos motoristas
realmente reverter os benefícios dos cintos de segurança, existe
uma fácil solução de política pública semelhante a uma ideia
mencionada na matéria da "Time".
Os governos poderiam exigir que se instalasse em todos os
volantes uma faca afiada, apontada diretamente para o coração
do motorista. Imagine como ele dirigiria cuidadosamente.
(Steven D. Levitt)
Quanto à tipologia textual, trata-se de uma:
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Assinale a alternativa em que a palavra “coração” foi empregada com sentido conotativo:
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Assinale a alternativa em que a colocação
pronominal está incorreta:
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Assinale a alternativa em que o termo destacado é
objeto direto:
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