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O vocativo é uma invocação ao destinatário. Nas
comunicações oficiais, o vocativo será sempre seguido de
vírgula. Em comunicações dirigidas ao Presidente da República,
deve-se utilizar a seguinte expressão:
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Quando se lê um texto e se verifica que as palavras, as
frases e os parágrafos estão entrelaçados, dando continuidade
uns aos outros, e que existem atributos que favorecem a
conexão, a ligação, a harmonia entre os elementos dele, o texto
está de acordo com o atributo da redação oficial denominado(a)
de
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A condução do leitor ao contato mais direto com o assunto
e com as informações, sem subterfúgios, sem excessos de
palavras e de ideias, indo direto ao que se deseja abordar, sem
voltas e sem redundâncias, está de acordo com o atributo da
redação oficial denominado(a) de
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O texto que consegue transmitir o máximo de informações
com o mínimo de palavras, excluindo palavras inúteis,
redundâncias e passagens que nada acrescentem ao que
já foi dito, está de acordo com o atributo da redação oficial
denominado(a) de
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A redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público
redige comunicações oficiais e atos normativos, devido a sua
natureza pública e em decorrência dos princípios constitucionais,
devem sempre possuir alguns atributos em sua redação. Nesse
sentido, usar uma linguagem que dificulta a compreensão pela
população dos textos oficiais, como regionalismos, neologismos,
jargões, siglas não explicadas, estruturas e vocabulários muito
complexos, fere o atributo da
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Tendo em vista aspectos gerais da Redação
Oficial, assinale a alternativa correta.
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Considerando os aspectos gerais da Redação
Oficial, assinale a alternativa correta.
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Há quatro regras simples que favorecem escrever com clareza, concisão e coesão. Os brasileiros não as aprendem na escola,
mas, nesta pesquisa, as estudamos e aplicamos ao texto de pós-graduandos em ciência da informação. Clareza é a propriedade
de um texto inteligível, compreensível. Concisão é o uso de poucas palavras para expressar as ideias. Coesão é, conforme
Sheehan (2013), a propriedade do texto cujas ideias estão conectadas, encadeadas ao longo das sentenças e parágrafos. Para
Sheffield (2011), um texto pode ter melhorada sua legibilidade, expressa por essas propriedades, se (1) omitir palavras desnecessárias, (2) expressar ações em verbos (evitar nominalizações, isto é, ações expressas em substantivos), (3) tiver os verbos
próximos a seus sujeitos e (4) der a informação familiar antes da novidade (introduzir, prover a informação necessária para a
compreensão, em vez de fazer suspense).
(Disponível em: https://cienciadainformacaoexpress.ufla.br/index.php/revista/article/view/. Acesso em: março de 2025.)
A redação de atas requer atenção a atributos essenciais, como clareza, precisão e concisão, para garantir registros fiéis e compreensíveis das reuniões. A clareza assegura que o conteúdo seja entendido sem ambiguidades, a precisão envolve a exatidão das informações registradas e a concisão busca transmitir o máximo de informação com o mínimo de palavras, evitando redundâncias. Sendo assim, na elaboração de uma ata, a concisão é essencial porque:
(Disponível em: https://cienciadainformacaoexpress.ufla.br/index.php/revista/article/view/. Acesso em: março de 2025.)
A redação de atas requer atenção a atributos essenciais, como clareza, precisão e concisão, para garantir registros fiéis e compreensíveis das reuniões. A clareza assegura que o conteúdo seja entendido sem ambiguidades, a precisão envolve a exatidão das informações registradas e a concisão busca transmitir o máximo de informação com o mínimo de palavras, evitando redundâncias. Sendo assim, na elaboração de uma ata, a concisão é essencial porque:
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A redação de ata requer um equilíbrio entre objetividade e clareza, assegurando que os registros sejam fiéis aos acontecimentos
e decisões tomadas. A Estilística, ramo da linguística que estuda as variações de estilo na linguagem, orienta a escolha de
expressões que reflitam a formalidade e precisão necessárias nesse contexto. Já a Dialética, método de diálogo e argumentação
que busca a verdade por meio da contraposição de ideias, pode influenciar a estruturação lógica e coerente das informações
apresentadas na ata.
(Disponível em: https://www.academia.edu/estilo-linguístico-do-gênero-ata-objetividade-e-subjetividade. Acesso em: março de 2025.)
Considerando a importância da Estilística e da Dialética na redação de atas, analise as afirmativas a seguir.
I. A aplicação da Estilística na redação de atas contribui para a uniformidade e adequação do estilo, garantindo que o documento seja claro e apropriado ao contexto institucional.
II. A Dialética, ao promover a contraposição de ideias, auxilia na organização lógica dos debates registrados na ata, refletindo fielmente as discussões ocorridas.
III. O uso excessivo de recursos estilísticos na ata pode comprometer sua objetividade, desviando o foco das informações essenciais.
Está correto o que se afirma em
(Disponível em: https://www.academia.edu/estilo-linguístico-do-gênero-ata-objetividade-e-subjetividade. Acesso em: março de 2025.)
Considerando a importância da Estilística e da Dialética na redação de atas, analise as afirmativas a seguir.
I. A aplicação da Estilística na redação de atas contribui para a uniformidade e adequação do estilo, garantindo que o documento seja claro e apropriado ao contexto institucional.
II. A Dialética, ao promover a contraposição de ideias, auxilia na organização lógica dos debates registrados na ata, refletindo fielmente as discussões ocorridas.
III. O uso excessivo de recursos estilísticos na ata pode comprometer sua objetividade, desviando o foco das informações essenciais.
Está correto o que se afirma em
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Os estudos que abrangem o Tratado da Argumentação (PERELMAN, 1987) encontram-se no campo das artes do discurso, por
meio dos estudos da lógica, retórica e dialética. Estas três abordagens se distinguem em relação às perspectivas que guiavam
seus estudos, pois quando o interesse estava relacionado em entender as condições de persuasão, fazia-se uso da retórica, mas
quando se almejava analisar as condições de uma discussão crítica, utilizava-se a dialética, e a abordagem lógica relacionava-se
ao raciocínio conclusivo (ALVES, 2005).
O Tratado da Argumentação compreende o campo da argumentação do verossímil, do plausível e do provável. Este campo
fez-se necessário, porque todo raciocínio alheio à lógica formal deixou de ser estudado, assim, o TA pode ser caracterizado
como um complemento à teoria da demonstração, que é uma teoria da argumentação (ALVES, 2005).
As pesquisas de Alves (2005) apresentam o TA na perspectiva da abordagem lógica, retórica e descritiva. Lógica, porque
pode ser comparado à lógica informal, que estuda os meios de prova não concludentes e pode ser empregada em todos os
tipos de situações a partir das justificações, mesmo que o TA preocupe-se antes em descrever como ocorre o raciocínio de cada
esquema de argumento. Retórica, por centrar o discurso na relação do orador com o auditório e na importância do aspecto
persuasivo e processual da argumentação e descritiva, porque os autores não estão preocupados em ensinar como argumentar,
mas em descrever o que persuade os sujeitos.
Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996) assumem a retórica como subtítulo, mas não se prendem somente a ela, tampouco,
abordam todas as suas características, ao contrário, ultrapassam seus limites e desenvolvem ideias próprias, com o objetivo de
mostrar que “as mesmas técnicas de argumentação se encontram em todos os níveis, tanto no da discussão ao redor da mesa
familiar, como no do debate num meio muito especializado” (PERELMAN; OLBRECHTS-TYTECA, 1996, p. 8).
Ainda que a retórica tenha como essência a arte de falar em público de modo persuasivo através do discurso, a obra
de Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996) pretende abranger, além da fala, também a escrita, mas somente no que se refere à
estrutura da argumentação e não a forma como o orador se comunica com o auditório.
O auditório, para Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996), é fundamental no desenvolvimento da argumentação, primeiramente porque visa obter a adesão e isso implica que a construção do discurso do orador estará inteiramente direcionada para
aqueles que ele pretende influenciar.
No contexto da Nova Retórica, Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996) identificam um conjunto de aspectos que precisam ser
lembrados quando se pretende examinar técnicas argumentativas: o orador deve desenvolver sua argumentação em função do
seu auditório; cada auditório admite um conjunto de noções ou princípios que guiam seus atos e estes podem influenciar-lhe;
no discurso, o orador seleciona os elementos que serão utilizados e as técnicas para o uso destes, conforme o tempo que dispõe.
Assim, o ouvinte é considerado um ser bem informado, que precisa do empenho do orador para convencê-lo de suas
ideias, por isso, a necessidade do bom aproveitamento do tempo para apresentar seus dados, a escolha das palavras mais
adequadas, bem como os significados mais relevantes, tornando sua argumentação o mais eficaz possível.
Dessa forma, por razões de comodidade técnica, a argumentação deve ser entendida na perspectiva de Perelman (1987)
como um processo que envolve orador e auditório por meio do discurso. Por isso, todas as vezes que nos referirmos ao termo
discurso ou argumentação deve-se entender a relação entre orador e auditório.
(SOUSA, Taize Borges; MALHEIRO, João Manoel da Silva. Análise das técnicas argumentativas da teoria da argumentação a partir da aprendizagem baseada em problemas em um curso de férias. Ens. Pesqui. Educ. Ciênc., Belo Horizonte, p. 21. 2019. Fragmento.)
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