Foram encontradas 14.733 questões.
Acerca da impessoalidade no uso da linguagem oficial, pode-se afirmar:
I - Ideias subjetivas são permitidas, pois geralmente, são assinadas por chefes de determinados órgãos.
II - O universo temático das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público.
III - Nas redações oficiais não há lugar para impressões pessoais.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(S), apenas:
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Considerando-se KASPARY, sobre o ofício, analisar a sentença abaixo:
É o tipo mais comum de correspondência oficial (1ª parte). Só pode ser expedido por órgão público, em objeto de serviço (2ª parte). Seu destinatário não pode ser particular, somente outro órgão público (3ª parte).
A sentença está:
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Para responder à questão, considere a parte inicial de um texto de comunicação oficial.
Senhor Coordenador:
Em contato anterior, solicitamos que nos fosse encaminhada cópia de duas atas das reuniões do Comitê de Organização do III SEALP, o qual era presidido pelo Senhor na ocasião. Lembramos que registrar, em texto escrito, o teor das discussões e deliberações das sessões em que o Comitê de Organização do III SEALP se reuniu ficou como vossa responsabilidade, conforme deliberação tomada na reunião de instalação da referida Comissão.
Considere que se queira reescrever parte do primeiro período com o objetivo de destacar, na posição de sujeito gramatical, o agente público a quem cabe resolver a demanda solicitada. Mantendo as mesmas opções referentes a tempo e modo verbais do texto-fonte e observando o emprego do pronome de tratamento adequado, a reescrita que atende a esse objetivo é:
Em contato anterior, solicitamos
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Em relação à concordância com os pronomes de tratamento, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Os pronomes de tratamento, embora se refiram à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para a terceira pessoa. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “Vossa Senhoria nomeará o substituto”; “Vossa Excelência conhece o assunto”.
( ) Os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da segunda pessoa: “Vossa Senhoria nomeará seu substituto” (e não “Vossa ... vosso...”).
( ) Quanto aos adjetivos referidos aos pronomes de tratamento, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se o interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Recebo um monte de e-mails carinhosos que começam com um simples Martha, ou Cara Martha, ou Prezada Martha, uma intimidade natural, já que de certo modo participo da vida das pessoas através do jornal. Mas quando entra um e-mail intitulado Dona Martha, valha me Deus. Respiro fundo porque já sei que vão me detonar, vão me chamar das coisas mais horrendas, vão me humilhar até me reduzirem a pó. Mas leio tudo, pois lá no finalzinho, encontrarei o infalível “Cordialmente, Fulano”. Cordialmente é ótimo. Cordialmente, fui esculhambada.

E quando chega uma correspondência pra você em que no envelope está escrito “Ilustríssima”? Penso três mil vezes antes de abrir. Mas abro, mesmo sabendo que não é convite pra festa, pré-estreia de filme, desfile de moda, sessão de autógrafos ou inauguração de restaurante. Ilustríssima? Só pode ser convite para a palestra de algum PhD em física quântica, para comemoração do bicentenário de uma loja demolduras ou convocação para reunião de condomínio.
Agora, pânico mesmo, só quando me chamam de Vossa Excelência. Como não sou o Presidente da República, volto a pensar três mil vezes antes de abrir a correspondência, mas resolvo não abrir coisa nenhuma. Só pode ser do Judiciário. Intimação para depor.
Com o mesmo funcionamento explorado na crônica, os segmentos detonar e três mil vezes não estariam adequados à linguagem dos atos e comunicações oficiais. Isso se deve ao fato de que ______, cujo entendimento implica conhecer um léxico próprio a determinados grupos sociais ou faixa etária, prejudicam a ______ da mensagem, além de que a ideia de quantidade explorada intencionalmente pela cronista como exagero vai de encontro ao princípio da ______, característico dos textos oficiais.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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