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Ocaso clínico hipotético – Sônia, 49 anos, em fase de climatério, deverá ser usado para responder à questão.
Sônia G. é uma mulher de 49 anos, casada há 25 anos, mãe de dois filhos adolescentes e professora de Ensino Fundamental.
Ela comparece à Unidade Básica de Saúde da Família (UBS) relatando um conjunto de queixas que perduram há cerca de 18 meses,
período em que sua menstruação começou a ficar irregular e espaçada. Há cerca de 12 meses, ela parou de menstruar de forma mais
definida, sugerindo que está na fase de climatério/perimenopausa. Ela relata que os sintomas têm se intensificado e impactado
profundamente sua vida diária.
Sintomas Físicos
Sônia descreve:
– Ondas de calor intensas, que surgem várias vezes ao dia e à noite, fazendo-a suar em excesso e dificultando o sono;
– Insônia frequente, acordando várias vezes à noite;
– Fadiga persistente e cansaço ao longo do dia;
– Dores articulares e musculares intermitentes;
– Diminuição da libido e secura vaginal;
– Tonturas ocasionais e alterações no peso corporal com tendência ao ganho.
Sintomas Emocionais e Cognitivos:
– Irritabilidade constante, com explosões de choro sem causa aparente;
– Ansiedade e preocupações exageradas com o futuro;
– Dificuldade em regular o humor, passando de euforia a tristeza profunda em curtos períodos;
– Baixa autoestima e sensação de perda de identidade;
– Dificuldade de concentração e lapsos de memória, o que prejudica seu desempenho no trabalho, especialmente ao preparar aulas
complexas ou corrigir avaliações.
Impacto no Trabalho
– No trabalho, Sônia percebe que sua capacidade de concentração e produtividade diminuíram significativamente. Ela começa a
errar planejamentos e tem dificuldade em lidar com situações de estresse na sala de aula. Colegas notaram que ela está mais
“distante” e com respostas mais lentas, o que aumentou sua sensação de insegurança profissional.
Relações Interpessoais e Casamento
Em casa, Sônia relata que as alterações de humor e irritabilidade constante têm criado tensões no casamento. Ela se irrita facilmente
com críticas menores feitas pelo marido e percebe que ele está “se afastando”, dizendo que “ela já não é a mesma”. Os episódios de
choro e sensações de inutilidade têm gerado discussões frequentes e, por vezes, atitudes impulsivas, afetando a comunicação e
intimidade do casal.
Relação com Amigos e Família Ampliada
Sônia também relata que deixou de frequentar encontros sociais com amigos por se sentir cansada, insegura e emocionalmente
instável. Ela sente que sua vida social diminuiu, pois evita situações que exigem energia emocional. Mesmo os filhos perceberam que
“sua mãe está sempre irritada ou triste”, o que alterou a dinâmica de apoio familiar, gerando preocupação dos filhos e comentários de
que “ela deveria procurar ajuda médica”.
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Ocaso clínico hipotético – Sônia, 49 anos, em fase de climatério, deverá ser usado para responder à questão.
Sônia G. é uma mulher de 49 anos, casada há 25 anos, mãe de dois filhos adolescentes e professora de Ensino Fundamental.
Ela comparece à Unidade Básica de Saúde da Família (UBS) relatando um conjunto de queixas que perduram há cerca de 18 meses,
período em que sua menstruação começou a ficar irregular e espaçada. Há cerca de 12 meses, ela parou de menstruar de forma mais
definida, sugerindo que está na fase de climatério/perimenopausa. Ela relata que os sintomas têm se intensificado e impactado
profundamente sua vida diária.
Sintomas Físicos
Sônia descreve:
– Ondas de calor intensas, que surgem várias vezes ao dia e à noite, fazendo-a suar em excesso e dificultando o sono;
– Insônia frequente, acordando várias vezes à noite;
– Fadiga persistente e cansaço ao longo do dia;
– Dores articulares e musculares intermitentes;
– Diminuição da libido e secura vaginal;
– Tonturas ocasionais e alterações no peso corporal com tendência ao ganho.
Sintomas Emocionais e Cognitivos:
– Irritabilidade constante, com explosões de choro sem causa aparente;
– Ansiedade e preocupações exageradas com o futuro;
– Dificuldade em regular o humor, passando de euforia a tristeza profunda em curtos períodos;
– Baixa autoestima e sensação de perda de identidade;
– Dificuldade de concentração e lapsos de memória, o que prejudica seu desempenho no trabalho, especialmente ao preparar aulas
complexas ou corrigir avaliações.
Impacto no Trabalho
– No trabalho, Sônia percebe que sua capacidade de concentração e produtividade diminuíram significativamente. Ela começa a
errar planejamentos e tem dificuldade em lidar com situações de estresse na sala de aula. Colegas notaram que ela está mais
“distante” e com respostas mais lentas, o que aumentou sua sensação de insegurança profissional.
Relações Interpessoais e Casamento
Em casa, Sônia relata que as alterações de humor e irritabilidade constante têm criado tensões no casamento. Ela se irrita facilmente
com críticas menores feitas pelo marido e percebe que ele está “se afastando”, dizendo que “ela já não é a mesma”. Os episódios de
choro e sensações de inutilidade têm gerado discussões frequentes e, por vezes, atitudes impulsivas, afetando a comunicação e
intimidade do casal.
Relação com Amigos e Família Ampliada
Sônia também relata que deixou de frequentar encontros sociais com amigos por se sentir cansada, insegura e emocionalmente
instável. Ela sente que sua vida social diminuiu, pois evita situações que exigem energia emocional. Mesmo os filhos perceberam que
“sua mãe está sempre irritada ou triste”, o que alterou a dinâmica de apoio familiar, gerando preocupação dos filhos e comentários de
que “ela deveria procurar ajuda médica”.
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Utilize o caso clínico hipotético – Pré-Natal de Baixo Risco na UBSF relatado a seguir para responder à questão.
Mariana C., 23 anos, mora na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) do seu bairro e descobriu
recentemente que estava grávida. Com cerca de 8 semanas de gestação, ela procura a UBS para iniciar o acompanhamento pré-natal.
Ao chegar, é acolhida pela equipe com escuta qualificada, incluindo diálogo sobre suas queixas, expectativas e condições de vida, bem
como registro do histórico obstétrico e plano familiar.
Na primeira consulta, além da avaliação clínica, a equipe multiprofissional — com enfermeira, médico generalista, agente
comunitário de saúde e odontologista — orienta Mariana sobre os benefícios do pré-natal precoce, elaborado para monitorar a
evolução da gestação e prevenir intercorrências que possam prejudicar a saúde dela ou do bebê. A gestante pergunta se precisará vir
mensalmente para consulta na unidade de saúde e a profissional a orienta corretamente.
Durante a consulta inicial, são realizados exames básicos: hemograma, glicemia, tipagem sanguínea, sorologias para sífilis,
HIV e hepatites, além de exame de urina simples e ultrassom obstétrico, conforme rotina de cuidado vigente. A pressão arterial, peso e
altura uterina são registrados na caderneta da gestante, e a futura mãe recebe orientações sobre alimentação saudável, atividade física
adequada e condições que possam sinalizar risco obstétrico, tais como sangramento, dor abdominal e edema importante.
A equipe da UBSF também destaca a importância da vacinação, porém Mariana disse que não tem cartão comprovando
vacinação anterior. A equipe também incentiva o envolvimento do parceiro no cuidado, oferecendo espaço para que ele participe das
consultas, se possível.
A gestante realiza exames que revelam os seguintes resultados, conforme tabelas a seguir:


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Utilize o caso clínico hipotético – Pré-Natal de Baixo Risco na UBSF relatado a seguir para responder à questão.
Mariana C., 23 anos, mora na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) do seu bairro e descobriu
recentemente que estava grávida. Com cerca de 8 semanas de gestação, ela procura a UBS para iniciar o acompanhamento pré-natal.
Ao chegar, é acolhida pela equipe com escuta qualificada, incluindo diálogo sobre suas queixas, expectativas e condições de vida, bem
como registro do histórico obstétrico e plano familiar.
Na primeira consulta, além da avaliação clínica, a equipe multiprofissional — com enfermeira, médico generalista, agente
comunitário de saúde e odontologista — orienta Mariana sobre os benefícios do pré-natal precoce, elaborado para monitorar a
evolução da gestação e prevenir intercorrências que possam prejudicar a saúde dela ou do bebê. A gestante pergunta se precisará vir
mensalmente para consulta na unidade de saúde e a profissional a orienta corretamente.
Durante a consulta inicial, são realizados exames básicos: hemograma, glicemia, tipagem sanguínea, sorologias para sífilis,
HIV e hepatites, além de exame de urina simples e ultrassom obstétrico, conforme rotina de cuidado vigente. A pressão arterial, peso e
altura uterina são registrados na caderneta da gestante, e a futura mãe recebe orientações sobre alimentação saudável, atividade física
adequada e condições que possam sinalizar risco obstétrico, tais como sangramento, dor abdominal e edema importante.
A equipe da UBSF também destaca a importância da vacinação, porém Mariana disse que não tem cartão comprovando
vacinação anterior. A equipe também incentiva o envolvimento do parceiro no cuidado, oferecendo espaço para que ele participe das
consultas, se possível.
A gestante realiza exames que revelam os seguintes resultados, conforme tabelas a seguir:


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Utilize o caso clínico hipotético – Pré-Natal de Baixo Risco na UBSF relatado a seguir para responder à questão.
Mariana C., 23 anos, mora na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) do seu bairro e descobriu
recentemente que estava grávida. Com cerca de 8 semanas de gestação, ela procura a UBS para iniciar o acompanhamento pré-natal.
Ao chegar, é acolhida pela equipe com escuta qualificada, incluindo diálogo sobre suas queixas, expectativas e condições de vida, bem
como registro do histórico obstétrico e plano familiar.
Na primeira consulta, além da avaliação clínica, a equipe multiprofissional — com enfermeira, médico generalista, agente
comunitário de saúde e odontologista — orienta Mariana sobre os benefícios do pré-natal precoce, elaborado para monitorar a
evolução da gestação e prevenir intercorrências que possam prejudicar a saúde dela ou do bebê. A gestante pergunta se precisará vir
mensalmente para consulta na unidade de saúde e a profissional a orienta corretamente.
Durante a consulta inicial, são realizados exames básicos: hemograma, glicemia, tipagem sanguínea, sorologias para sífilis,
HIV e hepatites, além de exame de urina simples e ultrassom obstétrico, conforme rotina de cuidado vigente. A pressão arterial, peso e
altura uterina são registrados na caderneta da gestante, e a futura mãe recebe orientações sobre alimentação saudável, atividade física
adequada e condições que possam sinalizar risco obstétrico, tais como sangramento, dor abdominal e edema importante.
A equipe da UBSF também destaca a importância da vacinação, porém Mariana disse que não tem cartão comprovando
vacinação anterior. A equipe também incentiva o envolvimento do parceiro no cuidado, oferecendo espaço para que ele participe das
consultas, se possível.
A gestante realiza exames que revelam os seguintes resultados, conforme tabelas a seguir:


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Com base nos Protocolos da Atenção Básica “Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde”, especialmente no que concerne ao
corrimento vaginal e às cervicites, segue um caso clínico hipotético, que deverá ser utilizado para responder à questão.
Luísa B., 26 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) relatando corrimento vaginal há uma semana,
acompanhado de odor desagradável e coceira vulvar, especialmente após relações sexuais. Durante a consulta, a equipe realizou
acolhimento com escuta qualificada, explorando a duração, características do corrimento (quantidade, cor, odor), sintomas associados
e antecedentes de saúde sexual, incluindo uso irregular de preservativos e múltiplas parcerias, conforme orienta o protocolo de
corrimento vaginal e cervicites do Ministério da Saúde.
Na avaliação clínica, não foram observados sinais de alerta como febre, dor abdominal intensa, sangramento anormal ou
alterações importantes no estado geral. Foi realizado exame ginecológico com teste de pH vaginal e teste de aminas(KOH) como testes
simples disponíveis na atenção básica para apoiar o diagnóstico sindrômico. O pH estava elevado (> 4,5) e o teste de aminas positivo.
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Com base nos Protocolos da Atenção Básica “Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde”, especialmente no que concerne ao
corrimento vaginal e às cervicites, segue um caso clínico hipotético, que deverá ser utilizado para responder à questão.
Luísa B., 26 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) relatando corrimento vaginal há uma semana,
acompanhado de odor desagradável e coceira vulvar, especialmente após relações sexuais. Durante a consulta, a equipe realizou
acolhimento com escuta qualificada, explorando a duração, características do corrimento (quantidade, cor, odor), sintomas associados
e antecedentes de saúde sexual, incluindo uso irregular de preservativos e múltiplas parcerias, conforme orienta o protocolo de
corrimento vaginal e cervicites do Ministério da Saúde.
Na avaliação clínica, não foram observados sinais de alerta como febre, dor abdominal intensa, sangramento anormal ou
alterações importantes no estado geral. Foi realizado exame ginecológico com teste de pH vaginal e teste de aminas(KOH) como testes
simples disponíveis na atenção básica para apoiar o diagnóstico sindrômico. O pH estava elevado (> 4,5) e o teste de aminas positivo.
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No que se refere ao monitoramento, avaliação e financiamento da Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), assinale a
alternativa CORRETA.
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Tendo como instrumento de análise o que descreve a Portaria GM/MS nº 5.350, de 12 de setembro de 2024, analise as afirmativas a
seguir.
I- A inclusão da Rede Alyne como Rede de Atenção à Saúde na Consolidação das Portarias GM/MS representa um marco normativo para organizar ações de atenção materna e infantil no âmbito do SUS.
II- A Portaria GM/MS nº 5.350/2024 cria um novo programa de financiamento específico para a Rede Alyne, que altera o financiamento de outras redes do SUS.
III- A Portaria GM/MS nº 5.350/2024 extingue a Rede Cegonha e determina que todos os seus registros e ações sejam automaticamente convertidos para a Rede Alyne, sem a necessidade de novos instrumentos técnicos.
ÉCORRETOo que seafirma apenas em:
I- A inclusão da Rede Alyne como Rede de Atenção à Saúde na Consolidação das Portarias GM/MS representa um marco normativo para organizar ações de atenção materna e infantil no âmbito do SUS.
II- A Portaria GM/MS nº 5.350/2024 cria um novo programa de financiamento específico para a Rede Alyne, que altera o financiamento de outras redes do SUS.
III- A Portaria GM/MS nº 5.350/2024 extingue a Rede Cegonha e determina que todos os seus registros e ações sejam automaticamente convertidos para a Rede Alyne, sem a necessidade de novos instrumentos técnicos.
ÉCORRETOo que seafirma apenas em:
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Analise o caso hipotético e responda à questão.
Maria S., 32 anos, mulher, negra, mãe de dois filhos menores, encontra-se privada de liberdade em uma unidade prisional feminina do
interior do Brasil. Cumpre pena em regime fechado há oito meses. Durante triagem inicial realizada pela equipe de saúde da unidade,
Maria relatou histórico de hipertensão arterial, uso irregular de medicação antes do encarceramento e queixas recorrentes de cefaleia,
ansiedade, insônia e irregularidade menstrual. Relatou também ausência de acompanhamento ginecológico há mais de três anos.
A unidade prisional conta com uma Equipe de Atenção Básica Prisional (EABp), conforme previsto na Portaria Interministerial nº
1/2014, integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS).
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