Foram encontradas 80.413 questões.
Assinale a opção que está de acordo com as diretrizes do
Ministério da Saúde para o cuidado à gestante, durante
o acompanhamento do pré-natal, na atenção primária à
saúde.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No que se refere à atenção primária à saúde, assinale a
opção que apresenta uma prática recomendada de cuidado
integral à saúde da mulher.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No contexto da atenção primária à saúde (APS), assinale a
opção que apresenta o papel da equipe da estratégia saúde
da família (ESF) em relação à saúde mental.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Hoje, a vacina para sarampo é a principal forma de controle
da doença. Considerando essa informação, assinale a opção
correta, a respeito dessa vacina.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com o calendário nacional de vacinação 2025, a
vacina que deve ser administrada no bebê, ao nascer, é a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quanto à atenção primária à saúde, assinale a opção que
apresenta o principal objetivo da educação em saúde.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
Em São Paulo, do início da colonização, em 1532,
até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da
província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do
território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a
intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir
de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para
o escoamento da produção de café), fluxos migratórios
internos e externos (imigração em massa foi promovida
pelo governo da Província a partir de 1882) e grande
crescimento econômico. Ao final do Império, a então
Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos
quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro,
incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou
em 1883.
Grandes cidades começaram a surgir como espaço
para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente,
trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na
tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola
que acometiam cidades do interior. A última década
do século XIX e a primeira década do século XX tiveram
as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a
elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle
dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço
agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de
doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste,
malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão
hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos
começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do
Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões
por onde o trem passava.
Em Santos, a mortalidade por febre amarela,
em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou
para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na
hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão
Preto, o surto iniciou-se no final de 1901, generalizando-se
no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a
teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a
doença era transmitida pela água contaminada) e impediam
a tomada das medidas de controle preconizadas pelo
médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto,
parte da população e gestores municipais abandonaram
a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado
impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos
doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros
pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de
flores da família Chrysanthemum, com o querosene como
base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram-se,
também, obras de engenharia sanitária, como a canalização
de córregos e a drenagem das margens dos rios, além
da coleta de lixo urbano, reduzindo-se a densidade
dos vetores.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para as questão.
A imunização da população, além de prevenir
doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de
agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles
que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre
as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como
uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da
população e manter uma sociedade saudável e resistente.
A política de vacinação é de responsabilidade do
Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério
da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha
um papel fundamental na promoção da saúde da
população brasileira. Por meio do programa, o governo
federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de
Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros
e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações
incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional
de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para
grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com
doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos
em tratamento de doenças como câncer, insuficiência
renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência
para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também,
as vacinas contra a covid-19 e outras administradas em
situações específicas.
O calendário nacional de vacinação contempla, na
rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo
em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre
as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a
poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche
e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI
é responsável por coordenar as campanhas anuais de
vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar
altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual
e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da
Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o
Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas
em todo o País.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para as questão.
A imunização da população, além de prevenir
doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de
agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles
que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre
as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como
uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da
população e manter uma sociedade saudável e resistente.
A política de vacinação é de responsabilidade do
Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério
da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha
um papel fundamental na promoção da saúde da
população brasileira. Por meio do programa, o governo
federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de
Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros
e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações
incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional
de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para
grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com
doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos
em tratamento de doenças como câncer, insuficiência
renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência
para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também,
as vacinas contra a covid-19 e outras administradas em
situações específicas.
O calendário nacional de vacinação contempla, na
rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo
em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre
as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a
poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche
e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI
é responsável por coordenar as campanhas anuais de
vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar
altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual
e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da
Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o
Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas
em todo o País.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para as questão.
A imunização da população, além de prevenir
doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de
agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles
que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre
as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como
uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da
população e manter uma sociedade saudável e resistente.
A política de vacinação é de responsabilidade do
Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério
da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha
um papel fundamental na promoção da saúde da
população brasileira. Por meio do programa, o governo
federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de
Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros
e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações
incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional
de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para
grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com
doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos
em tratamento de doenças como câncer, insuficiência
renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência
para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também,
as vacinas contra a covid-19 e outras administradas em
situações específicas.
O calendário nacional de vacinação contempla, na
rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo
em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre
as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a
poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche
e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI
é responsável por coordenar as campanhas anuais de
vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar
altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual
e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da
Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o
Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas
em todo o País.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container