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Foram encontradas 54.722 questões.

4034784 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Na administração de políticas sociais em redes de ensino, o Serviço Social participa de processos de gestão, planejamento e avaliação. Qual afirmativa descreve de forma CORRETA esse tipo de atuação?
 

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4034783 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Considerando assistência social e cidadania, em diálogo com a Lei Orgânica da Assistência Social, analise as afirmativas.
I. A assistência social, no Brasil pós Constituição de 1988, volta-se a ações pontuais de filantropia, afastada de reconhecimento como política pública de proteção social.
II. A LOAS define a assistência social como política integrante da Seguridade Social, voltada à garantia de mínimos sociais e ao enfrentamento de situações de vulnerabilidade.
III. A cidadania na política de assistência envolve acesso a serviços, benefícios e participação em instâncias de controle social, como conselhos e conferências.
IV. Em contexto educacional, o trabalho do assistente social contribui para que estudantes e famílias conheçam direitos socioassistenciais e participem de políticas públicas de forma informada.
V. A relação entre assistência social e cidadania restringe-se à concessão de benefícios monetários de caráter emergencial, afastada de serviços continuados no território e de processos de participação social.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
 

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4034782 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Em uma escola de ensino fundamental, o assistente social identifica uma criança com deficiência em situação de grande vulnerabilidade, cuja família relata renda per capita muito baixa e dificuldade para acessar benefícios. Considerando a Lei Orgânica da Assistência Social e a articulação com o Sistema Único de Assistência Social, qual encaminhamento se mostra alinhado a essa legislação?
 

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4034781 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Observando o serviço social, políticas públicas e políticas privadas no contexto educacional, analise as afirmativas.

I. Políticas públicas de educação, saúde e assistência social são compreendidas como expressão do direito à proteção social e aparecem como campo central de intervenção do Serviço Social.
II. A atuação do assistente social em políticas públicas envolve leitura crítica da realidade, articulação de redes e defesa de direitos, em sintonia com o projeto ético-político da profissão.
III. Programas e serviços criados por instituições privadas podem integrar estratégias de proteção social, desde que respeitem direitos e articulem ações com políticas públicas existentes.
IV. Em contexto escolar, a política educacional insere-se no conjunto das políticas sociais, e o Serviço Social contribui para que o acesso, a permanência e a proteção social ganhem lugar nas decisões pedagógicas e administrativas.
V. Iniciativas privadas de responsabilidade social definem o eixo principal da proteção social e orientam a prática do assistente social para atividades voltadas a marketing institucional e fidelização de usuários.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
 

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4034780 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
A Constituição Federal de 1988 vinculou o Serviço Social à construção da Seguridade Social em sentido ampliado, que articula políticas de saúde, previdência e assistência. Qual assertiva indica uma compreensão CORRETA dessa vinculação?
 

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4034779 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Em uma escola de periferia, uma equipe multiprofissional acompanha o aumento de faltas e de evasão entre adolescentes. A gestão solicita ao assistente social atuação articulada com professores e com a rede socioassistencial. Qual conduta do assistente social se alinha ao papel profissional nessa equipe?
 

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4034778 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Na trajetória histórica do Serviço Social brasileiro, a constituição da categoria profissional articula marcos legais e redefinições de projeto profissional ao longo da redemocratização. Qual afirmação apresenta uma descrição CORRETA desse percurso?
 

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4034777 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Ao longo das últimas décadas, o conceito de sustentabilidade incorporou dimensões como governança, transparência e responsabilidade social corporativa, influenciando agendas públicas e práticas empresariais. Considerando essa evolução, marque a afirmação CORRETA.
 

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4034745 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?
      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.
        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.
        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.
      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.
       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.
         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.
       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.
Fonte: BANCA EXAMINADORA
No último parágrafo, ao contrapor “discurso bonito dos documentos” e “cotidiano nem sempre bonito das salas de aula”, o autor reforça que
 

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4034744 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?
      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.
        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.
        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.
      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.
       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.
         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.
       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.
Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho “Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente ‘dentro’ da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora”, o autor enfatiza que o(a)
 

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