Magna Concursos

Foram encontradas 10.137 questões.

3933765 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Congo-PB
Provas:
“Indústria cultural é manipulação da consciência” (Adorno e Horkheimer, Dialética do Esclarecimento, 1947). Sobre séries globais em plataformas digitais:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3933763 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Congo-PB
Provas:
“Não há prática de poder sem constituição correlata de um campo de saber” (Foucault, Microfísica do Poder, 1979). Sobre a linguagem jornalística em crises sanitárias:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3933675 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Congo-PB
Provas:
“Só a antropofagia nos une, socialmente, economicamente, filosoficamente” (Oswald de Andrade, Manifesto Antropofágico, 1928). A proposta modernista consistia em reapropriar elementos culturais estrangeiros e ressignificá-los em chave brasileira.

Assinale a alternativa que melhor traduz a noção de antropofagia cultural.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3933671 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Congo-PB
Provas:
“Indústria cultural é manipulação da consciência, reduzindo a experiência estética a consumo padronizado e facilmente replicável” (Adorno e Horkheimer, Dialética do Esclarecimento, 1947). Na contemporaneidade, séries globais difundidas por plataformas digitais atualizam essa problemática.

Assinale a alternativa que melhor exemplifica a crítica frankfurtiana à indústria cultural.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3933665 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Congo-PB
Provas:
“Não há democracia linguística sem aceitação do pluralismo das formas, porque o preconceito linguístico é manifestação do preconceito social” (Bortoni-Ricardo, Sociolinguística, 2004). Em debates parlamentares televisionados, a variação linguística torna-se recurso de identidade e resistência discursiva.

À luz da sociolinguística crítica, assinale a alternativa que melhor representa o papel da variação linguística em contextos políticos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3933664 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Congo-PB
Provas:
“Na sociedade de consumo, tudo tende a se transformar em mercadoria, inclusive os próprios signos linguísticos e culturais” (Baudrillard, A Sociedade de Consumo, 1970). Em campanhas digitais contemporâneas, observa-se o uso estratégico da polissemia como mecanismo de sedução simbólica.

De acordo com Baudrillard, identifique a alternativa que representa corretamente a função persuasiva do signo publicitário.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3933663 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Congo-PB
Provas:
“Não existe exercício de poder sem constituição correlata de um campo de saber, e não existe saber que não implique relações de poder” (Foucault, Microfísica do Poder, 1979). Em coberturas jornalísticas sobre pandemias, a mobilização de metáforas bélicas e dados estatísticos revela implicações políticas no discurso informativo.

Com base em Foucault, assinale a alternativa que melhor exemplifica a articulação entre saber e poder nos discursos jornalísticos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3932366 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
Provas:
Durante uma atividade interdisciplinar sobre culturas indígenas brasileiras, um professor de Arte percebeu que parte da turma demonstrava resistência em reconhecer o valor dos modos de vida indígenas, tratando-os como "atrasados" em comparação à cultura ocidental. Diante desse cenário, é fundamental que o trabalho pedagógico combata:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3929207 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: INEP
Orgão: PND
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.
FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.
São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
A fim de desenvolver e reforçar a prática da cidadania e valorizar as experiências de participação dos indivíduos e dos grupos sociais na construção coletiva da sociedade e da democracia, uma professora e os estudantes da 1ª série do Ensino Médio focalizaram os obstáculos ao longo da história na qual imperaram a redução dos direitos do cidadão e especialmente das mulheres. Após a leitura desse texto, foram discutidas as representações de poder e o lugar da mulher. Sobre esse tema, foi solicitado aos estudantes que formassem uma nuvem de palavras. Na tarefa proposta, a professora buscou que os estudantes fossem capazes de perceber o(a)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3929206 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: INEP
Orgão: PND
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.
FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.
São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
Ao abordar o tema, sob a atual análise das organizações dos movimentos feministas em defesa dos direitos das mulheres, aponta-se que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas