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“Indústria cultural é manipulação da
consciência” (Adorno e Horkheimer, Dialética do
Esclarecimento, 1947). Sobre séries globais em
plataformas digitais:
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“Não há prática de poder sem constituição
correlata de um campo de saber” (Foucault, Microfísica
do Poder, 1979). Sobre a linguagem jornalística em
crises sanitárias:
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“Só a antropofagia nos une, socialmente,
economicamente, filosoficamente” (Oswald de
Andrade, Manifesto Antropofágico, 1928). A proposta
modernista consistia em reapropriar elementos
culturais estrangeiros e ressignificá-los em chave
brasileira.
Assinale a alternativa que melhor traduz a noção de antropofagia cultural.
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“Indústria cultural é manipulação da
consciência, reduzindo a experiência estética a
consumo padronizado e facilmente replicável” (Adorno
e Horkheimer, Dialética do Esclarecimento, 1947). Na
contemporaneidade, séries globais difundidas por
plataformas digitais atualizam essa problemática.
Assinale a alternativa que melhor exemplifica a crítica frankfurtiana à indústria cultural.
Assinale a alternativa que melhor exemplifica a crítica frankfurtiana à indústria cultural.
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“Não há democracia linguística sem aceitação
do pluralismo das formas, porque o preconceito
linguístico é manifestação do preconceito social”
(Bortoni-Ricardo, Sociolinguística, 2004). Em debates
parlamentares televisionados, a variação linguística
torna-se recurso de identidade e resistência discursiva.
À luz da sociolinguística crítica, assinale a alternativa que melhor representa o papel da variação linguística em contextos políticos.
À luz da sociolinguística crítica, assinale a alternativa que melhor representa o papel da variação linguística em contextos políticos.
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“Na sociedade de consumo, tudo tende a se
transformar em mercadoria, inclusive os próprios
signos linguísticos e culturais” (Baudrillard, A
Sociedade de Consumo, 1970). Em campanhas digitais
contemporâneas, observa-se o uso estratégico da
polissemia como mecanismo de sedução simbólica.
De acordo com Baudrillard, identifique a alternativa que representa corretamente a função persuasiva do signo publicitário.
De acordo com Baudrillard, identifique a alternativa que representa corretamente a função persuasiva do signo publicitário.
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“Não existe exercício de poder sem
constituição correlata de um campo de saber, e não
existe saber que não implique relações de poder”
(Foucault, Microfísica do Poder, 1979). Em coberturas
jornalísticas sobre pandemias, a mobilização de
metáforas bélicas e dados estatísticos revela
implicações políticas no discurso informativo.
Com base em Foucault, assinale a alternativa que melhor exemplifica a articulação entre saber e poder nos discursos jornalísticos.
Com base em Foucault, assinale a alternativa que melhor exemplifica a articulação entre saber e poder nos discursos jornalísticos.
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Durante uma atividade interdisciplinar sobre culturas
indígenas brasileiras, um professor de Arte percebeu que
parte da turma demonstrava resistência em reconhecer o
valor dos modos de vida indígenas, tratando-os como
"atrasados" em comparação à cultura ocidental. Diante
desse cenário, é fundamental que o trabalho pedagógico
combata:
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- ConceitosPolítica, Poder e Estado
- Cidadania e movimentos sociais
- Estratificação e desigualdade social
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram
personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por
meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria
entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas
da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com
que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à
consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como
única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o
autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde
imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas
eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de
um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca.
A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número
elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento
contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora
de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois
os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.
FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.
São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
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No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram
personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por
meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria
entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas
da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com
que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à
consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como
única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o
autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde
imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas
eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de
um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca.
A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número
elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento
contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora
de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois
os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.
FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.
São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
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