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“Na segunda metade da década de 1980 (...) passa por uma etapa significativa de sua expansão: a ultrapassagem das fronteiras brasileiras e sua chegada ao exterior. Nesse período, cerimônias informais com o uso do chá fora do Brasil ocorrem principalmente no modelo de workshops, até que rituais mais estruturados paulatinamente começam a ganhar espaço (Balzer 2004). Entre 1987/1988, chega aos EUA. Um ano importante na transnacionalização do CEFLURIS é 1989, quando é celebrado o que é considerado o primeiro ritual oficial na Europa. Esse foi conduzido na Espanha por lideranças da igreja Céu do Mar, do Rio de Janeiro (Groismann 2000; Pavillard e de las Casas 2011). Também data desse ano o primeiro encontro internacional no Céu do Mapiá. Ainda em 1989, chega à Bélgica, e em 1990 já havia grupos estabelecidos na Espanha, Bélgica e Portugal (Blainey 2013). A partir de então as comitivas, pequenos conjuntos de pessoas compostos por cantoras, músicos e lideranças que viajam juntos, ganham importância na transnacionalização. Assim como foi o caso na expansão nacional, as comitivas passam a funcionar como portavozes e fortalecedores de sua identidade no exterior. Também em 1992 começa a se constituir a primeira igreja na Holanda, o Céu dos Ventos, seguida pelo estabelecimento do Céu de Santa Maria, liderada por uma mulher, Geraldine Fijneman. Trata-se, a propósito, de uma importante inovação dentro da tradição, marcada por uma organização e hierarquia masculina. Essa igreja é, ainda hoje, um dos maiores e mais respeitados núcleos fora do Brasil (Groisman 2000; Rehen 2011). Na Itália, aporta em meados dos anos 1990, com a formação de dois centros (Menozzi 2011), e chega à Irlanda no final dessa década, levado por holandeses (Watt 2013). Paralelamente ao seu desenvolvimento na Europa, ele também alcança países de outros continentes, como o Uruguai (Scuro 2012) e o Canadá, onde é inaugurada uma igreja em 1996 (Tupper 2011).”
LABATE, Beatriz e ASSIS Glauber. Dos igarapés da Amazônia para o outro lado do Atlântico: a expansão e internacionalização no contexto religioso global. Revista Religião e Sociedade, Rio de Janeiro, 34(2): 11-35, 201. (Texto adaptado)
Após a leitura do texto podemos considerar qual a religião da Amazônia que ‘exporta’ seu produto (religião) para outros países?
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Não pode ser negada à contribuição colossal do ‘Texto Massorética’ para a formação do Antigo Testamento: “elaboraram um rígido sistema de preservação e de transmissão do texto da Bíblia Hebraica, sem corrupções e alterações significativas. Todas as edições impressas da Bíblia Hebraica, como também as traduções modernas, são baseadas no Texto Massorético. Sua estrutura consonantal remonta ao período do Segundo Templo (c. 520 a.C.-70 d.C.) e, desde 100, aproximadamente, todas as comunidades judaicas adotaram-no como a forma textual definitiva e oficial das Sagradas Escrituras hebraicas. O texto bíblico hebraico, tanto de judeus como de cristãos, baseia-se no Texto Massorético estabelecido desde muitos séculos pelos escribas judeus na época antiga e, mais tarde, pelos massoretas durante o período medieval”.
FRANCISCO, Edson de Faria. Texto Massorético. 2008. Disponível em http://bibliahebraica.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Texto_massoretico.pdf Acesso em 24/07/2016 às 12h23min.
O Texto Massorético é composto por quais componentes textuais estabelecidos pelos massoretas?
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“Krsna também é identificado com a sílaba OM, desencadeadora de energias. “Eu sou o objeto de conhecimento, o purificador e a sílaba OM (BGP, 9.17). “das vibrações, Eu sou o OM transcendental” (BGP, 10,25). Essa sagrada sílaba, considerada também mística, está enraizada na linguagem védica e, posteriormente, é referendada nos Upanisad, no Mahabharata e outros textos. Um dos Upasinad fala de Prajapati como o criador de tudo que permaneceu numa meditação vitalizadora, acerca do mundo e da sua criação, da qual provieram os Vedas dos quais se originou os três sons: Bhur, Bhuvar e Svar, respectivamente terra, atmosfera e firmamento, dos quais veio o som OM. Assim como todas as folhas vêm de um pecíolo, “também todas as palavras vêm do som OM. (...) OM é o universo inteiro” (DESU, Ch.U.2,23,2-3)
(FREIBERGER, Mário J. Ação e Tempo na Bhagavad-Gita. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996. p. 72). (Texto adaptado)
Com apoio na leitura do texto, quais são os componentes significativos da sílaba A, U, M (AUM se exprime na sílaba OM), que é uma expressão afirmativa da totalidade da criação?
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Sobre o Ensino Religioso no Brasil, é correto afirmar que:
I- o Ensino Religioso será ministrado com ônus e garantia de proselitismo para o poder público.
II- a disciplina de Ensino Religioso faz parte dos currículos escolares no Brasil.
III- o Ensino Religioso busca propiciar ao aluno escolher uma religião a seguir.
IV- os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso marcam historicamente a inovação no Ensino Religioso por sua
inserção no campo científico.
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Sobre o papel das religiões nos acontecimentos históricos, marque a única opção incorreta.
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Sobre o que se espera do educador de Ensino Religioso, marque a opção errada.
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Sobre o processo de avaliação no Ensino Religioso é correto afirmar que:
I- verifica o grau de aprendizagem que o aluno atingiu.
II- é importante para a reconstrução do conhecimento do fenômeno religioso.
III- a avaliação permeia os objetivos, os conteúdos e a prática didática.
IV- o Ensino Religioso avalia apenas o educando.
V- a avaliação oral ou escrita oferece o conhecimento concreto.
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É objetivo do Ensino Religioso para o Ensino Fundamental, exceto:
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Quanto à responsabilidade social do Ensino Religioso, é correto afirmar que:
I- o Ensino Religioso contribui para a construção de uma cultura de paz.
II- o Ensino Religioso contribui para a compreensão do homem sobre si mesmo.
III- o Ensino Religioso possibilita ao homem encarar o desconhecido e transformar suas barreiras em projetos.
IV- o Ensino Religioso proporciona ao homem dar um significado para sua existência ao longo da história.
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As Diretrizes Curriculares, para o Ensino Religioso das escolas da rede Municipal de Fortaleza, foram elaboradas num processo
que envolve alguns órgãos, exceto:
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