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Foram encontradas 3.859 questões.

2516342 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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A santa mãe Igreja defendeu e defende firme e constantemente que estes quatro Evangelhos, cuja historicidade afirma sem hesitação, transmitem fielmente as coisas que Jesus, Filho de Deus, durante a sua vida terrena, realmente operou e ensinou para salvação eterna dos homens, até ao dia em que subiu ao céu. Com base no enunciado acima, analise as afirmativas abaixo, e assinale a alternativa correta.
 

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2516160 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Marque a alternativa correta. As pessoas divinas são.
 

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2514320 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Ordene os fragmentos de modo que constituam um parágrafo coerente e coeso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Pronunciou-se com frequência sobre questões sociais, sem nunca ter publicado um documento doutrinal sobre o tema.
( ) Pode-se dizer que a autoridade papal chegou nele a uma importância nunca vista.
( ) Escreveu a Divino afflante Spiritu (setembro de 1943), que é a porta para a ciência bíblica, deixando entrar a contribuição da ciência moderna.
( ) Pio XII (1939-1958), em suas inúmeras alocuções, tomou posição diante das mais diversas questões.
( ) Numa de suas encíclicas mais importantes, Mystici Corporis Christi (junho de 1943), elaborou a doutrina sobre a Igreja como Corpo de Cristo, sobre o modo de pertença à Igreja e a relação entre múnus e carisma.
 

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2513081 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Tempo religioso e tempo histórico, duas realidades diferentes
Toda religião é antes de qualquer coisa um fenômeno social, um comportamento coletivo que se assenta, entretanto, sobre as consciências individuais.
O pensamento religioso tende a aproximar individualidades. O religioso não se limita a uma operação política. A religião ocupa-se da vida na sua dimensão eterna, enquanto a política se ocupa na sua dimensão temporal. As religiões querem inscrever-se fora do tempo, enquanto a ação política se desenvolve no dia a dia.
Todavia, a política procura às vezes se apoiar em expectativas individuais de ordem espiritual para estabelecer sua legitimidade sobre a sociedade. Religião e política não se desenvolvem, portanto, no mesmo espaço. A política age de maneira horizontal, estendendo-se de um grupo de indivíduos para outro, enquanto a religião se exprime de maneira vertical, procurando se estender acima do homem para ajudá-lo a identificar seu lugar e seu papel no universo.
Mesmo se a política procura dar uma dimensão intemporal à sua gestão cotidiana da vida humana, somente a religião se dinamiza num contexto sagrado, isto é, fora das contingências profanas, numa lógica fora do tempo que deveria permitir ao homem projetar-se para além
de si mesmo.
Ainda hoje, certos sistemas políticos tentam se apropriar dos sentimentos religiosos de um povo para governá-lo mais facilmente. Essa mescla entre poder espiritual e poder temporal cria por vezes situações de conflito. O tempo religioso e o tempo político não estão destinados a se encontrar. Eles caminham em dois espaços diferentes, como duas linhas paralelas que só se cruzam no infinito.
A lógica religiosa tem a pretensão de construir a sociedade, e não de desmembrá-Ia. Portanto, é raro encontrar uma crença que exclui o Outro, sob pretexto de que ele seria diferente do modelo religioso. As organizações religiosas que seguissem essa lógica entrariam de fato num tempo que não é seu, o da gestão política de uma sociedade.
Fonte: Para conhecer melhor as religiões. 2010. pp. 11 e 12.
Com relação aos tempos, religioso e humano, assinale a alternativa correta:
I- O tempo religioso não obedece à cronologia do tempo humano, pois a dimensão transcendental não se deixa manipular pelas intempéries da vida humana.
II- O tempo humano se apoia na contagem eterna, pois o ser. humano acredita na vida após a morte.
III- O tempo religioso está muito ligado às datas comemorativas do calendário solar ocidental, que começam em janeiro e vai até dezembro.
IV- Na dinâmica da vida humana, os fatos acontecem dentro de um tempo limitado pela finitude da natureza humana, isto é, tem começo, meio e fim.
V- O tempo religioso se completa no tempo humano, pois este segue a lógica da eternidade, não teve início e jamais terá fim.
 

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2512837 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
MEC lança nova BCN
O documento divulgado no mês de novembro de 2015, denominado de Base Comum Nacional (BCN), é uma proposta organizada por equipes estabelecidas pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, e pretende propor os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Médio. Com ela, os sistemas educacionais, as escolas e os professores terão um importante instrumento de gestão pedagógica e as famílias poderão participar e acompanhar mais de perto a vida escolar de seus filhos. Esta base será mais uma ferramenta que vai ajudar a orientar a construção do currículo nas escolas brasileiras em todo o território nacional, sejam elas públicas ou particulares. ( ... ).
Os objetivos gerais da Área de Ciências Humanas na Educação Básica passam a ser compreendidos como dimensão fundamental da realização dos princípios constantes das Diretrizes Curriculares Nacionais, entre os quais se destacam a valorização da atividade político- cidadã; a compreensão da importância do trabalho e de seu impacto sobre a vida social; a valorização da pesquisa e da ciência; a facilitação do diálogo com as especificidades das diferentes culturas, segundo critérios de faixa etária, classe social e região; o respeito a diferenças, diversidade étnica e liberdades individuais e a utilização racional das tecnologias e das práticas culturais próprias ao mundo
contemporâneo. Para isso, é necessária uma clara demarcação da progressão contínua e articulada do conhecimento em cada etapa, nível e modalidade da Educação Básica, relacionando sua herança cognitiva e conceitual com a preocupação na formação integral reflexiva cidadã.
Neste novo cenário, o Ensino Religioso por estar contemplado na Constituição (Art. 210), na LDB (Art. 33) e nas Diretrizes foi abordado na BCN, nas Ciências Humanas que compõem um campo cognitivo dedicado aos estudos da existência humana e das intervenções sobre a vida, problematizando as relações sociais e de poder, os conhecimentos produzidos, as culturas e suas normas, as políticas e leis, as sociedades nos movimentos de seus diversos grupos, os tempos históricos, os espaços e as relações com a natureza. Essa área reúne estudos de ações, de relações e de experiências coletivas e individuais que refletem conhecimentos sobre a própria pessoa e sobre o mundo em diferentes manifestações naturais e sociais. Ainda que sujeita a diferentes correntes e vertentes teóricas, o pressuposto fundamental da área considera o ser humano como protagonista de sua existência.
No presente documento, o Ensino Religioso, de caráter notadamente não confessional, é apresentado junto à área das Ciências Humanas, o que, de maneira alguma, compromete sua identidade pedagógica como componente curricular da Educação Básica. Essa integração se deve à proximidade e às conexões existentes com as especificidades da História, Geografia, Sociologia e Filosofia, de modo a estabelecer e a ampliar diálogos e abordagens teórico-metodológicas que transcendam as fronteiras disciplinares.
Na Educação Básica, o Ensino Religioso não confessional assume a responsabilidade de oportunizar o acesso aos saberes e aos conhecimentos produzidos pelas diferentes culturas, cosmovisões e tradições religiosas, sem proselitismo. O estudo dos conhecimentos religiosos na escola laica, a partir de pressupostos científicos, estéticos, éticos, culturais e linguísticos, visa à formação de cidadãos e cidadãs capazes de compreender as diferentes vivências, percepções e elaborações relacionadas ao religioso e ao não religioso, que integram e estabelecem interfaces com o substrato cultural da humanidade.
Os conhecimentos religiosos fundamentam, articulam e expressam maneiras próprias de como cada pessoa ou grupo capta, interpreta, aprende e elucida os acontecimentos da vida. Embasam crenças, comportamentos, atitudes, valores, símbolos, significados e referenciais utilizados para realizar escolhas e dar sentido à vida.
O Ensino Religioso, cujo objeto de estudo é o conhecimento religioso, assume o diálogo como um princípio metodológico orientador dos processos de observação, de análise, de apropriação de ressignificação dos saberes, organizando-se, na Educação Básica, a partir de eixos, a saber:
- SER HUMANO, considerando as corporeidades, as alteridades, as identidades, as imanência-transcendência, os valores e os limites éticos, os direitos humanos, a dignidade (ETHOS).
- CONHECIMENTOS RELIGIOSOS, considerando os mitos, os ritos, os símbolos, as ideias de divindades, as crenças, os textos sagrados orais e escritos, as filosofias devida, as ideologias e as doutrinas religiosas (TEXTOS E RITOS).
- PRÁTICAS RELIGIOSAS E NÃO RELIGIOSAS, considerando suas manifestações nos diferentes espaços, os territórios sagrados e as territorialidades, as experiências religiosas e não religiosas, as lideranças religiosas, o ethos, as espiritualidades, as diversidades, a política, a ecologia.
Na perspectiva da diversidade cultural, religiosa e dos direitos humanos, o Ensino Religioso não pode ser concebido como ensino de uma religião ou das religiões na escola. Busca desconstruir significados e experiências colonialistas, reconstruindo atitudes de valoração e respeito às diversidades, ao mesmo tempo em que instiga a problematização das relações de saberes e poderes de caráter religioso, presentes na sociedade e respectivamente no cotidiano escolar.
O estudo dos conhecimentos religiosos constitui um dos elementos da formação integral e objetivo de aprendizagem dos/as estudantes, tendo em vista uma melhor compreensão da sociedade e do mundo, no sentido de salvaguardar a liberdade de expressão religiosa e não religiosa, tais como o materialismo, o ateísmo, o ceticismo e o agnosticismo, entre outras, e de assegurar a promoção e a defesa da dignidade humana.
A diversidade cultural religiosa presente nos espaços escolares exige atenção e esforços conjuntos no sentido de erradicar práticas e relações de poder que buscam homogeneizar os diferentes, anulando suas diferenças. Tais processos, muitas vezes, ocorrem no próprio contexto escolar, por meio de invisibilizações, silenciamentos e discriminações, relacionados às diferentes identidades e a valores de caráter religioso e não religioso.
Fonte: Grupo de Pesquisa Educação e Religião (GPER). pp. 1 a 4.
O ensino religioso é apresentado na área de Ciências Humanas, devido sua interação:
 

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2512368 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Curdos, um povo à margem da história
A tragédia dos curdos é que se trata de um povo disperso entre cinco diferentes países: representam mais de 10% da população turca, 8% da população iraquiana, 6% da população síria, 4% da população e 1,3% da população armênia. Existem, além disso, 800 mil imigrantes na Europa, mais da metade ancorada na Alemanha. Povo de pastores, os curdos deixaram os seus primeiros rastros, por volta do século 14, entre dois impérios: o otomano e o persa.
Entre os curdos que vivem entre o Iraque, a Síria e Turquia, estão os yazidas ou "adoradores do Anjo Pavão Real". São menos de um milhão e agora são obrigados a fugir do avanço do Estado Islâmico (EI). É toda uma população sendo perseguida e dizimada no Oriente Médio pelos milicianos do EI. Os yazidas nascem membros de sua religião: ninguém "de fora" é aceito para fazer parte de sua crença. É uma seita de população curda que se entrelaça com o islã, o cristianismo e zoroastrismo. De acordo com historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o
judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Os extremistas do EI definem os yazidas como "seguidores do diabo". Seu nome, de fato, deriva de Yazid ibn Mauawiya, um odiado califa da dinastia Omíada. A verdade é que os yazidas não são classificados como anti-islâmico. São simplesmente autônomos e diferentes:
reverenciam tanto a Bíblia quanto o Alcorão, adoram o sol e respeitam os cultos da luz e da noite. Rezam cinco vezes ao dia, dividem o pão, como também, praticam ainda hoje, sacrifícios de animais e circuncisões.
A partir de seu deus Yasdan, emanam sete grandes espíritos, entre os quais o mais importante é oAnjo Pavão, o Malak Taus, que está entre os mais representados em seus templos e túmulos. O outro nome é Shaytan, que é semelhante à palavra árabe utilizada para o diabo, o
maligno: satã. E este é outro elemento que os leva a serem perseguidos pelos extremistas sunitas como sendo seguidores do diabo.
Fonte: Revista Mundo e Missão. 9/2015. pp. 16 e 17.
Segundo o texto, quanto à crença, os curdos são:
 

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2512352 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Provas:
Analise as afirmativas sobre as mudanças da estrutura escatológica após o ensino de Cristo sobre o Reino de Deus como atestadas por George Ladd, colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Enquanto que o judaísmo do Antigo Testamento ansiava pelo Dia do Senhor, momento singular em que Yahweh estabeleceria o seu Reino sobre na terra, há dois momentos em que o Reino é estabelecido: na primeira e na segunda vinda de Cristo.
( ) No futuro, ou seja, na parousia, os céus se separam definitivamente da Terra, sendo este lugar de delícias, sem dor e sofrimento; um paraíso no qual os santos habitarão pelos tempos eternos.
( ) O Reino de Deus passa a ser compreendido como inativo durante o Antigo Testamento, sendo estabelecido na Vinda de Cristo e reafirmado na Segunda Vinda, com o estabelecimento do período milenar, no qual ele reinará com os reis e sacerdotes redimidos.
 

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2512298 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Curdos, um povo à margem da história
A tragédia dos curdos é que se trata de um povo disperso entre cinco diferentes países: representam mais de 10% da população turca, 8% da população iraquiana, 6% da população síria, 4% da população e 1,3% da população armênia. Existem, além disso, 800 mil imigrantes na Europa, mais da metade ancorada na Alemanha. Povo de pastores, os curdos deixaram os seus primeiros rastros, por volta do século 14, entre dois impérios: o otomano e o persa.
Entre os curdos que vivem entre o Iraque, a Síria e Turquia, estão os yazidas ou "adoradores do Anjo Pavão Real". São menos de um milhão e agora são obrigados a fugir do avanço do Estado Islâmico (EI). É toda uma população sendo perseguida e dizimada no Oriente Médio pelos milicianos do EI. Os yazidas nascem membros de sua religião: ninguém "de fora" é aceito para fazer parte de sua crença. É uma seita de população curda que se entrelaça com o islã, o cristianismo e zoroastrismo. De acordo com historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o
judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Os extremistas do EI definem os yazidas como "seguidores do diabo". Seu nome, de fato, deriva de Yazid ibn Mauawiya, um odiado califa da dinastia Omíada. A verdade é que os yazidas não são classificados como anti-islâmico. São simplesmente autônomos e diferentes:
reverenciam tanto a Bíblia quanto o Alcorão, adoram o sol e respeitam os cultos da luz e da noite. Rezam cinco vezes ao dia, dividem o pão, como também, praticam ainda hoje, sacrifícios de animais e circuncisões.
A partir de seu deus Yasdan, emanam sete grandes espíritos, entre os quais o mais importante é o Anjo Pavão, o Malak Taus, que está entre os mais representados em seus templos e túmulos. O outro nome é Shaytan, que é semelhante à palavra árabe utilizada para o diabo, o
maligno: satã. E este é outro elemento que os leva a serem perseguidos pelos extremistas sunitas como sendo seguidores do diabo.
Fonte: Revista Mundo e Missão. 9/2015. pp. 16 e 17.
Observe o fragmento do texto: "Rezam cinco vezes ao dia, dividem o pão, como também, praticam ainda hoje, sacrifícios de animais e circuncisões." A partir desse fragmento, revela-se o nome de três religiões respectivamente:
 

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2512219 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Sobre os aspectos essenciais da fé em Cristo, analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a resposta correta.
I. Por meio da criação, o Logos possui uma natureza divina, igual em essência.
II. O dogma cristológico declara que, por causa da união hipostática, a natureza humana e a divina estão inseparavelmente unidas em Cristo, mas não mescladas nem confundidas.
III. A unidade das duas naturezas de Jesus surge por causa da unificação das suas vontades.
IV. A morte física de Jesus, considerada em si mesma, não é a causa da Salvação, mas sim o seu amor, expressado na entrega obediente de sua vontade.
 

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1918472 Ano: 2016
Disciplina: Teologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Na vida religiosa judaica, a oração da manhã, chamada de shajari, é a mais solene. A da tarde é chamada de maarib, é uma preparação para o descanso noturno. Também os judeus rezam antes das refeições, para bendizer a mesa, e em diversas circunstâncias rituais, como nascimento, matrimônio e morte, quando se vai viajar ou durante as grandes festividades. Desta forma, a oração para os judeus é:
 

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