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Em relação a crise ariana que dará lugar à primeira definição solene da Igreja, associe a segunda coluna de acordo com a primeira e, a seguir, assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Ário
2. Pregação de Ário
3. Consubstancial
4. Homoousios
5. 325
6. Ousia
( ) É o termo mais característico de Nicéia.
( ) Podia indicar a essência individual, ou a essência comum a todos os seres do mesmo gênero.
( ) Causou problema porque considerava Cristo como criatura.
( ) Era um presbítero de Alexandria, nascido por volta do ano 260.
( ) Essência individual.
( ) Concílio de Nicéia.
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Assinale a alternativa que completa adequadamente as lacunas abaixo.
“O fato de a sociedade segmentária de linhagem também ser chamada de fez com que aos representantes desta concepção fosse feita a acusação de . Deve-se, contudo, ressaltar que na(o) o momento da igualdade sempre se refere à posição nos segmentos que estão equidistantes do ou entre os seguimentos e suas diferentes visões entre si.”
(KESSLER, Rainer. História social do antigo Israel. São Paulo: Paulinas, 2009. p. 75)
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Para Goppelt, de acordo com o credo mais antigo da Igreja Palestinense, Jesus:
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Analise a afirmação: “Pela revelação divina quis Deus manifestar e comunicar-se a Si mesmo e os decretos eternos da Sua vontade a respeito da salvação dos homens, para os fazer participar dos bens divinos, que superam absolutamente a capacidade da inteligência humana”. Coloque entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O sagrado Concílio professa que Deus, princípio e fim de todas as coisas, se pode conhecer com certeza pela luz natural da razão a partir das criaturas.
( ) O sagrado Concílio professa que Deus, princípio e fim de todas as coisas, não se pode conhecer com certeza pela luz natural da razão a partir das criaturas.
( ) O sagrado Concílio professa que Deus, princípio e fim de todas as coisas, se pode conhecer com certeza unicamente pela luz natural da razão a partir das criaturas.
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O surgimento da Reforma radical no século XVI e, a seguir, das igrejas batista na Inglaterra, no século XVII, testemunhou uma rejeição da tradicional prática do batismo infantil. Benajah Harvey Carroll (1843-1914), uma importante figura na vida da denominação batista do sul, no estado do Texas, alegava que para o batismo ser válido eram necessárias quatro condições:
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Tempo religioso e tempo histórico, duas realidades diferentes
Toda religião é antes de qualquer coisa um fenômeno social, um comportamento coletivo que se assenta, entretanto, sobre as consciências individuais.
O pensamento religioso tende a aproximar individualidades. O religioso não se limita a uma operação política. A religião ocupa-se da vida na sua dimensão eterna, enquanto a política se ocupa na sua dimensão temporal. As religiões querem inscrever-se fora do tempo, enquanto a ação política se desenvolve no dia a dia.
Todavia, a política procura às vezes se apoiar em expectativas individuais de ordem espiritual para estabelecer sua legitimidade sobre a sociedade. Religião e política não se desenvolvem, portanto, no mesmo espaço. A política age de maneira horizontal, estendendo-se de um grupo de indivíduos para outro, enquanto a religião se exprime de maneira vertical, procurando se estender acima do homem para ajudá-lo a identificar seu lugar e seu papel no universo.
Mesmo se a política procura dar uma dimensão intemporal à sua gestão cotidiana da vida humana, somente a religião se dinamiza num contexto sagrado, isto é, fora das contingências profanas, numa lógica fora do tempo que deveria permitir ao homem projetar-se para além
de si mesmo.
Ainda hoje, certos sistemas políticos tentam se apropriar dos sentimentos religiosos de um povo para governá-lo mais facilmente. Essa mescla entre poder espiritual e poder temporal cria por vezes situações de conflito. O tempo religioso e o tempo político não estão destinados a se encontrar. Eles caminham em dois espaços diferentes, como duas linhas paralelas que só se cruzam no infinito.
A lógica religiosa tem a pretensão de construir a sociedade, e não de desmembrá-Ia. Portanto, é raro encontrar uma crença que exclui o Outro, sob pretexto de que ele seria diferente do modelo religioso. As organizações religiosas que seguissem essa lógica entrariam de fato num tempo que não é seu, o da gestão política de uma sociedade.
Fonte: Para conhecer melhor as religiões. 2010. pp. 11 e 12.
O texto destaca a seguinte situação: "Ainda hoje, certos' sistemas políticos tentam se apropriar dos sentimentos religiosos de um povo para governá-lo mais facilmente. Essa mescla entre poder espiritual e poder temporal cria por vezes situações de conflito." Pode-se classificar esses sistemas políticos ou governos como estados:
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Sobre os Capelães, é correto afirmar.
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Representa questão soteriológica fundamental do Antigo Testamento:
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Sobre os aspectos da paternidade e da maternidade responsáveis, analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. Quanto mais o casal for responsável, menos filhos ele colocará no mundo.
II. Os métodos naturais de espaçamento da gravidez são usados de modo responsável, seguindo generosamente a vontade de Deus, num discernimento consciente a respeito das capacidades físicas, materiais, psíquicas e espirituais do casal quanto à abertura à vida.
III. A sexualidade humana, vivida através do amor erótico e elevada pelo amor agápico, se realiza na união dos esposos e está aberta a inclusão de um terceiro, que é o filho.
IV. A união sexual entre um homem e uma mulher se conclui sempre com a procriação.
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MEC lança nova BCN
O documento divulgado no mês de novembro de 2015, denominado de Base Comum Nacional (BCN), é uma proposta organizada por equipes estabelecidas pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, e pretende propor os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Médio. Com ela, os sistemas educacionais, as escolas e os professores terão um importante instrumento de gestão pedagógica e as famílias poderão participar e acompanhar mais de perto a vida escolar de seus filhos. Esta base será mais uma ferramenta que vai ajudar a orientar a construção do currículo nas escolas brasileiras em todo o território nacional, sejam elas públicas ou particulares. ( ... ).
Os objetivos gerais da Área de Ciências Humanas na Educação Básica passam a ser compreendidos como dimensão fundamental da realização dos princípios constantes das Diretrizes Curriculares Nacionais, entre os quais se destacam a valorização da atividade político- cidadã; a compreensão da importância do trabalho e de seu impacto sobre a vida social; a valorização da pesquisa e da ciência; a facilitação do diálogo com as especificidades das diferentes culturas, segundo critérios de faixa etária, classe social e região; o respeito a diferenças, diversidade étnica e liberdades individuais e a utilização racional das tecnologias e das práticas culturais próprias ao mundo
contemporâneo. Para isso, é necessária uma clara demarcação da progressão contínua e articulada do conhecimento em cada etapa, nível e modalidade da Educação Básica, relacionando sua herança cognitiva e conceitual com a preocupação na formação integral reflexiva cidadã.
Neste novo cenário, o Ensino Religioso por estar contemplado na Constituição (Art. 210), na LDB (Art. 33) e nas Diretrizes foi abordado na BCN, nas Ciências Humanas que compõem um campo cognitivo dedicado aos estudos da existência humana e das intervenções sobre a vida, problematizando as relações sociais e de poder, os conhecimentos produzidos, as culturas e suas normas, as políticas e leis, as sociedades nos movimentos de seus diversos grupos, os tempos históricos, os espaços e as relações com a natureza. Essa área reúne estudos de ações, de relações e de experiências coletivas e individuais que refletem conhecimentos sobre a própria pessoa e sobre o mundo em diferentes manifestações naturais e sociais. Ainda que sujeita a diferentes correntes e vertentes teóricas, o pressuposto fundamental da área considera o ser humano como protagonista de sua existência.
No presente documento, o Ensino Religioso, de caráter notadamente não confessional, é apresentado junto à área das Ciências Humanas, o que, de maneira alguma, compromete sua identidade pedagógica como componente curricular da Educação Básica. Essa integração se deve à proximidade e às conexões existentes com as especificidades da História, Geografia, Sociologia e Filosofia, de modo a estabelecer e a ampliar diálogos e abordagens teórico-metodológicas que transcendam as fronteiras disciplinares.
Na Educação Básica, o Ensino Religioso não confessional assume a responsabilidade de oportunizar o acesso aos saberes e aos conhecimentos produzidos pelas diferentes culturas, cosmovisões e tradições religiosas, sem proselitismo. O estudo dos conhecimentos religiosos na escola laica, a partir de pressupostos científicos, estéticos, éticos, culturais e linguísticos, visa à formação de cidadãos e cidadãs capazes de compreender as diferentes vivências, percepções e elaborações relacionadas ao religioso e ao não religioso, que integram e estabelecem interfaces com o substrato cultural da humanidade.
Os conhecimentos religiosos fundamentam, articulam e expressam maneiras próprias de como cada pessoa ou grupo capta, interpreta, aprende e elucida os acontecimentos da vida. Embasam crenças, comportamentos, atitudes, valores, símbolos, significados e referenciais utilizados para realizar escolhas e dar sentido à vida.
O Ensino Religioso, cujo objeto de estudo é o conhecimento religioso, assume o diálogo como um princípio metodológico orientador dos processos de observação, de análise, de apropriação de ressignificação dos saberes, organizando-se, na Educação Básica, a partir de eixos, a saber:
- SER HUMANO, considerando as corporeidades, as alteridades, as identidades, as imanência-transcendência, os valores e os limites éticos, os direitos humanos, a dignidade (ETHOS).
- CONHECIMENTOS RELIGIOSOS, considerando os mitos, os ritos, os símbolos, as ideias de divindades, as crenças, os textos sagrados orais e escritos, as filosofias devida, as ideologias e as doutrinas religiosas (TEXTOS E RITOS).
- PRÁTICAS RELIGIOSAS E NÃO RELIGIOSAS, considerando suas manifestações nos diferentes espaços, os territórios sagrados e as territorialidades, as experiências religiosas e não religiosas, as lideranças religiosas, o ethos, as espiritualidades, as diversidades, a política, a ecologia.
Na perspectiva da diversidade cultural, religiosa e dos direitos humanos, o Ensino Religioso não pode ser concebido como ensino de uma religião ou das religiões na escola. Busca desconstruir significados e experiências colonialistas, reconstruindo atitudes de valoração e respeito às diversidades, ao mesmo tempo em que instiga a problematização das relações de saberes e poderes de caráter religioso, presentes na sociedade e respectivamente no cotidiano escolar.
O estudo dos conhecimentos religiosos constitui um dos elementos da formação integral e objetivo de aprendizagem dos/as estudantes, tendo em vista uma melhor compreensão da sociedade e do mundo, no sentido de salvaguardar a liberdade de expressão religiosa e não religiosa, tais como o materialismo, o ateísmo, o ceticismo e o agnosticismo, entre outras, e de assegurar a promoção e a defesa da dignidade humana.
A diversidade cultural religiosa presente nos espaços escolares exige atenção e esforços conjuntos no sentido de erradicar práticas e relações de poder que buscam homogeneizar os diferentes, anulando suas diferenças. Tais processos, muitas vezes, ocorrem no próprio contexto escolar, por meio de invisibilizações, silenciamentos e discriminações, relacionados às diferentes identidades e a valores de caráter religioso e não religioso.
Fonte: Grupo de Pesquisa Educação e Religião (GPER). pp. 1 a 4.
Nesse novo contexto, o ensino religioso tem como objetivo:
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