Uma Secretaria da Fazenda está modernizando seus sistemas de gestão tributaria (arrecadação, inteligência fiscal, certidões e
fiscalização móvel) e percebe que muitas iniciativas de TI têm sido planejadas de forma isolada, sem conexão clara com os objetivos estratégicos de aumento da arrecadação, integração de dados e transparência ao contribuinte. Para garantir
que os investimentos em tecnologia apoiem efetivamente as metas institucionais e gerem valor publico, a equipe de governança de TI deve promover o alinhamento estratégico entre TI e negócio,
Em uma Secretaria da Fazenda Estadual, uma equipe de desenvolvimento esta estruturando o roadmap para modernização do
sistema de gestão tributaria. Durante o planejamento, surge a dúvida sobre qual abordagem utilizar para garantir alinhamento
estratégico e foco nos resultados esperados. O gerente de produto sugere a adoção de OKRs trimestrais combinados com um
roadmap orientado a outcomes, argumentando que essa estrutura possibilita maior flexibilidade para ajustes e mantém a equipe
concentrada nos objetivos de negócio. Considerando as praticas de gestão ágil de produtos digitais, os OKRs
Uma Secretaria da Fazenda Estadual identificou que o processo de liberação de novas funcionalidades no sistema de arrecadação apresenta problemas recorrentes: atualizações são implantadas sem testes adequados em ambiente de homologação,
causando indisponibilidade do sistema em horários de alta demanda; mudanças emergenciais para corrigir erros críticos são
executadas sem documentação apropriada, dificultando rastreabilidade. Além disso, não há planejamento coordenado entre as
equipes de desenvolvimento, infraestrutura e suporte, resultando em conflitos de agendamento e impactos não previstos aos
contribuintes. A direção determinou revisão do processo baseando-se nas praticas do ITIL v4. Considerando as praticas de
gerenciamento técnico do ITIL v4 aplicáveis a esse cenário, a abordagem mais adequada para resolver esses problemas é
Uma Secretaria da Fazenda está elaborando política de segurança da informação para proteger dados tributários sensíveis
(declarações fiscais, informações bancárias de contribuintes e dados de fiscalizações). A política precisa definir responsabilidades sobre classificação de informações, controles de acesso, tratamento de incidentes de segurança e conformidade
com a LGPD. Durante as reuniões de elaboração, surgem dúvidas sobre quem deve aprovar a política, quem é responsável por
sua implementação técnica e quem deve monitorar a conformidade. Considerando boas práticas de governança sobre papéis e
responsabilidades na gestão de politicas organizacionais de TIC,
Uma Secretaria da Fazenda está implementando governança de TIC baseada no COBIT 2019 para estruturar processos de
gerenciamento de dados fiscais, segurança da informação e entrega de serviços digitais aos contribuintes. A alta administração
definiu como prioridades estratégicas: garantir conformidade com a LGPD no tratamento de dados tributários, aumentar
disponibilidade dos sistemas de arrecadação e reduzir custos operacionais de TIC. O diagnóstico inicial identificou maturidade
baixa em processos de gestão de segurança da informação, ausência de indicadores de desempenho para serviços de TIC e
falta de alinhamento entre demandas das áreas fiscalizadoras e capacidade de entrega da equipe de tecnologia. Considerando
os componentes do sistema de governança do COBIT 2019, a abordagem de implementação que melhor atende esse cenário é
Para reduzir falhas de parametrização em regras fiscais, controlar alterações em sistemas de declaração e preservar a conformidade com a LGPD durante deploys programados em ambiente de produção da Secretaria da Fazenda, a prática do ITIL v4 que deve receber prioridade no plano de governança de serviços é:
Uma Secretaria da Fazenda está elaborando seu Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC) para o
triênio 2026-2028. O Planejamento Estratégico Institucional (PEI) estabelece como objetivos estratégicos: ampliar a arrecadação
mediante inteligência fiscal, reduzir contencioso tributário, modernizar atendimento ao contribuinte e integrar bases de dados
com outros órgãos. A área de TIC identificou necessidades como substituição do mainframe legado, migração para nuvem
governamental, implementação de analytics com big data para cruzamento de informações fiscais, desenvolvimento de
aplicativo mobile para serviços tributários e capacitação de servidores em novas tecnologias. O orçamento disponível cobre
aproximadamente 60% das demandas levantadas. Considerando as boas práticas de alinhamento estratégico entre TIC e
negócio no contexto de planejamento de TIC governamental, a abordagem mais adequada para elaboração do PDTIC é
Uma Secretaria da Fazenda mantém um data center próprio para hospedar os sistemas tributários, com investimento inicial de
R$ 8 milhões em servidores, storage e infraestrutura. Os custos anuais incluem energia elétrica (R$ 480 mil), equipe técnica
(R$ 720 mil), licenças de software (RS 240 mil), manutenção de hardware (R$ 360 mil) e climatização (R$ 200 mil). A diretoria
avalia migrar para computação em nuvem, em que pagaria apenas pelos recursos efetivamente consumidos a cada mês, sem
investimento inicial, eliminando custos de energia, equipe de infraestrutura e manutenção de hardware, mantendo apenas custos
com pessoal especializado em gestão de nuvem. O conceito financeiro de TI que melhor caracteriza a mudança proposta é:
Uma Secretaria da Fazenda estabeleceu um SLA com a área de TI para o sistema de emissão de certidões negativas,
garantindo disponibilidade mínima de 99% durante o horário comercial. No primeiro trimestre, o sistema apresentou disponibilidade de 97,5%. A equipe de TI implementou monitoramento em tempo real, criou redundância de servidores e estabeleceu
rotinas de manutenção preventiva, elevando a disponibilidade para 99,3% no trimestre seguinte. Os resultados foram
documentados, as melhorias foram incorporadas aos procedimentos operacionais e novas metas foram definidas para o próximo
ciclo. Nesse caso, a prática de governança de TI adequada e corretamente aplicada foi:
Uma Secretaria da Fazenda estadual pretende usar um sistema de IA para ranquear contribuintes por risco de sonegação,
priorizando autos de infração e fiscalizações. A equipe jurídica alerta que diretrizes de governança em IA enfatizam transparência, explicabilidade e prestação de contas nas decisões automatizadas. Em termos de desenho do sistema e de governança, a medida mais adequada para alinhar o ranqueador de risco fiscal a esses princípios é