Homem de 70 anos tem o histórico de hipertensão e acidente vascular cerebral isquêmico antigo, em uso de rivaroxabana e metoprolol, e apresenta quadro de fibrilação atrial paroxística diagnosticada recentemente, que é levemente sintomática. Não há antecedentes de sangramento. Ao exame físico: pressão arterial: 128 x 74 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; o restante do exame não é digno de nota. O ecocardiograma mostra átrio esquerdo aumentado e ventrículo esquerdo normal. A monitorização ambulatorial do ECG de 48 horas mostra prevalência de fibrilação atrial de 10%, com frequência ventricular controlada menor que 90/min, sem outras anormalidades.
O manuseio correto, nesse momento, é