Foram encontradas 1.802 questões.
Segundo a autora, um desses autores era
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Em abril de 1970, Frederico Moraes organizou a exposição Do Corpo à Terra, no Palácio das Artes, com obras espalhadas no Parque Municipal de Belo Horizonte. Artur Barrio espalhou pelo Ribeirão Arruda trouxas de pano contendo carne, sangue, unhas e outros materiais orgânicos. Transeuntes que deparavam com as trouxas imediatamente eram remetidos à questão das torturas e assassinatos de presos políticos.
(F. W. Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960, 2015. Adaptado)
Segundo Barcinski (2015), nessa ação artística, Barrio opera o que Frederico Moraes chamou de
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A obra é uma síntese das questões discutidas sobre arte popular, participação política, superação do quadro de cavalete, nova relação com a realidade objetiva e extensão da definição de arte. De fato, sua invenção responde a um imperativo da nova vanguarda brasileira que Mário Pedrosa definia como inconformismo estético aliado a inconformismo social. Surgiu em 1964, como decorrência da pesquisa de Hélio Oiticica sobre a superação do quadro e após o contato do artista com a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
(F. W. Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960, 2015. Adaptado)
A descrição trata da obra
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Observe a imagem a seguir:

(Primeira missa no Brasil, 1860. Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro)
A Primeira missa no Brasil foi elaborada tendo como base a carta de Pero Vaz de Caminha e, segundo Migliaccio (apud Barcinski, 2015), obteve sucesso como representação canônica do passado nacional mesmo em épocas adversas às concepções estéticas que a produziram.
A pintura é de autoria de
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Foto: https://www.historiadomundo.com.br/pre-historia/caverna-de-chauvet-e-a-arte-da-prehistoria.htm
Um estudo publicado nesta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences colocou fim a uma antiga discussão entre cientistas: os sofisticados desenhos de animais da caverna Chauvet, no Sul da França, são mesmo os mais antigos do mundo. Foram feitos entre 28.000 e 40.000 anos atrás, de acordo com o estudo. A complexidade das curvas suaves e dos detalhes das pinturas de ursos, rinocerontes e cavalos da caverna Chauvet, no Sul da França, fez com que os pesquisadores duvidassem que essa arte fosse tão antiga quanto algumas datações feitas por radiocarbono indicavam, entre 30.000 e 32.000 anos atrás. O grupo que contestava essa datação defendia que os desenhos, por serem muito avançados, eram parte da cultura Magdaleniense, últimos povos caçadores-coletores que habitaram a Europa Ocidental Continental, entre 12.000 e 17.000 anos atrás.
(https://veja.abril.com.br/ciencia/arte-rupestre-de-caverna-francesa-e-a-mais-antiga-ja-encontrada-diz-estudo) Data do acesso: 11 de dezembro de 2024.
Os caçadores-coletores, termo pelo qual são denominados os que praticavam as pinturas rupestres, acreditavam que, pintando animais nas paredes rochosas da pré-história, facilitariam o processo da caça. Isso ocorria diante de um processo de
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Foto: https://atelierpiratininga.com/tecnicas/
Inicialmente as gravuras elaboradas em matrizes de metal, particularmente de cobre, eram vistas como um trabalho ornamental similar à ourivesaria, arte de produzir joias preciosas e objetos de adorno. Com a evolução de uma nova invenção, a prensa de Johannes Gutenberg, a partir do século XV, buscou-se o desenvolvimento de métodos gráficos de alto nível que possibilitassem o preparo mais elaborado das representações impressas. A utilização de metais foi a solução encontrada.
(https://www.infoescola.com/artes/) [Texto adaptado]. Data do acesso: 09 de dezembro de 2024.
A imagem apresentada, reforçada pelo texto acima, demonstra uma forma de desenvolver gravuras que caiu no gosto dos entusiastas da arte daquela época. A técnica usada para imprimir sobre papel, tecidos e diversas outras superfícies, utiliza o metal como uma espécie de carimbo. Essa técnica é denominada:
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I.O princípio da proximidade pode ser demonstrado dispondo círculos agrupados de modo que os mais próximos entre si sejam percebidos como conjuntos, mesmo que todos os círculos sejam idênticos em cor e tamanho.
II.O princípio do fechamento explica por que conseguimos reconhecer uma figura mesmo quando suas bordas não estão completamente delineadas, como ocorre em logotipos que utilizam formas incompletas.
III.O princípio de figura-fundo estabelece que sempre perceberemos elementos visuais como figuras destacadas sobre um fundo, relação que é fixa e imutável, não podendo ser alterada pela intencionalidade do observador.
IV.O princípio da semelhança indica que elementos com características visuais semelhantes (como cor, forma ou textura) tendem a ser percebidos como grupos ou padrões, mesmo estando distribuídos espacialmente.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
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Na construção visual, a intensidade de uma cor define sua capacidade de atrair o olhar e transmitir emoção. Quando um pigmento ou uma luz apresenta-se em seu estado mais puro, livre de misturas com branco, preto ou cinza, ele manifesta toda a sua força expressiva (vibrante, densa, quase palpável). À medida que essa pureza é alterada por combinações, o efeito visual se transforma: o tom perde energia, adquire suavidade e se integra de modo mais discreto à composição. O controle dessa intensidade é um dos recursos mais sofisticados na pintura, no design e na fotografia, pois permite criar hierarquias visuais e atmosferas psicológicas. Cores mais vigorosas tendem a avançar no campo visual, aproximando-se do observador, enquanto as mais atenuadas recuam, criando profundidade e distância. É esse jogo que dá corpo e ritmo à obra, conduzindo a atenção e organizando o espaço pictórico.
Ele se refere a chamada:
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I.No campo teórico, o audiovisual é hoje compreendido como linguagem intersemiótica e intermedial, em que som, imagem e palavra se entrelaçam numa relação rizomática.
II.O audiovisual, ao mesmo tempo em que democratiza a criação e a circulação das imagens, também impossibilita os regimes de visibilidade e invisibilidade, moldando o imaginário coletivo e a política dos afetos.
III.O vídeo, por sua instantaneidade e maleabilidade, rompeu com a temporalidade linear do cinema e com a fixidez da pintura, instaurando um tempo contínuo, quase corporal, no qual o espectador participa da obra como sujeito sensível e cognitivo.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
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