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LEI SECA, TWITTER E LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Há algo de exótico na iniciativa da Advocacia-Geral da União (AGU) de tentar proibir três contas de Twitter de Goiânia usadas para orientar seus usuários a escapar dos locais onde a polícia realiza blitze para flagrar motoristas embriagados. É razoável dizer que, num país com tantos problemas mais graves, a AGU poderia economizar tempo e dinheiro com outras prioridades. Mas o uso do Twitter para burlar as blitze é um perfeito exemplo de como as tecnologias andam mais rápido que a lei.
Em princípio, a localização de uma blitze é uma informação pública. Todo cidadão tem, portanto, o direito de passá-la a seus amigos. Por telefone, e-mail ou celular. Os motoristas com experiência de estrada costumam usar um recurso tradicional para avisar os outros viajantes sobre a presença de policiamentos na pista: piscar o farol alto duas vezes.
Que dizer então do Twitter? De acordo com a AGU, a situação é diferente. Trata-se de uma forma de comunicação de massa. As contas sobre a Lei Seca são abertas e têm milhares de seguidores. A AGU argumenta que, nesse caso, as mensagens de 140 caracteres criam um obstáculo para o cumprimento da lei - e podem ser vistas como apologia ao crime. Seria, segundo essa visão, tão inconveniente quanto um jornal que publicasse a relação de locais onde a polícia investigará pontos de tráfico de drogas.
Num país onde 55 mil morrem por ano em desastres no trânsito, as autoridades não precisam ser atrapalhadas em seu esforço para encontrar e punir com rigor delinqüentes ao volante. Mas é preciso ter cautela para que isso não iniba um dos mais belos exercícios da experiência humana: a liberdade de expressão, que costuma enfrentar tantas ameaças cotidianas em nosso país.
Revista Época. Edição nº 717, de 13 de fev. de 2012. p.10.
A questão diz respeito ao texto “Lei seca, twitter e liberdade de expressão”.
O texto é:
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Sobre o regime jurídico-constitucional da Administração Pública, é incorreto afirmar que:
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O ENSINO SUPERIOR DO FUTURO
Há uns anos, fui dar uma palestra em uma universidade privada. Perguntei ao diretor qual era o maior desafio deles. Imaginei que ele fosse me dizer que eram outras universidades semelhantes, ou a universidade pública, mas não: “o que nos atrapalha é esse pessoal que engana os alunos dizendo que curso de dois anos é ensino superior”. Eis um bom retrato do nosso ensino superior: não só pequeno como atrasado. Hoje, nosso primeiro problema é termos uma taxa de matrícula de 22%, entre um terço e um quarto da dos países desenvolvidos, metade da de países como Chile, Venezuela e Peru e abaixo da de todos os Brics, exceto a Índia.
A principal explicação para esse acanhamento no ensino superior é a falência da nossa educação básica. Mas, se algum dia consertarmos esse problema (crença que se aproxima cada vez mais do dito sobre o segundo casamento: é o triunfo da esperança sobre a experiência), nossos graduandos se defrontarão com um modelo de ensino superior defasado.
[...]
IOSCHPE, Gustavo. Veja. Edição 2257. 22 de fev. 2012. p. 78
A questão diz respeito ao texto “O ensino superior do futuro”.
Em “Hoje, nosso primeiro problema é termos uma taxa de matrícula de 22%”, existe um advérbio de:
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
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