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Texto I
Hino Nacional
Precisamos descobrir o Brasil!
Escondido atrás das florestas,
com a água dos rios do meio,
o Brasil está dormindo, coitado.
Precisamos colonizar o Brasil.
O que faremos importando francesas
muito louras, de pele macia,
alemãs gordas, russas nostálgicas para
garçonettes dos restaurantes noturnos.
E virão sírias fidelíssimas.
Não convém desprezar as japonesas...
Precisamos educar o Brasil.
Compraremos professores e livros,
assimilaremos finas culturas,
abriremos dancings e subvencionaremos as elites.
Cada brasileiro terá sua casa
com fogão e aquecedor elétricos, piscina,
salão para conferências científicas.
E cuidaremos do Estado Técnico.
Precisamos louvar o Brasil.
Não é só um país sem igual.
Nossas revoluções são bem maiores
do que quaisquer outras; nossos erros também.
E nossas virtudes? A terra das sublimes paixões...
os Amazonas inenarráveis... os incríveis João-Pessoas...
Precisamos adorar o Brasil!
Se bem que seja difícil caber tanto oceano e tanta
[solidão
no pobre coração já cheio de compromissos...
Se bem que seja difícil compreender o que querem
[esses homens,
por que motivo eles se ajuntaram e qual a razão de seus
[sofrimentos.
Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!
Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado,
ele quer repousar de nossos terríveis carinhos.
O Brasil não nos quer! Está farto de nós!
Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil.
Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros?
(Andrade, Carlos Drummond de. Sentimento do Mundo - 12ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.)
Texto II
Sinais de vida e morte no planeta verde
A ocupação da Amazônia tira o sono do mundo, mas é um desafio do qual os brasileiros não podem escapar
"O homem está aqui para o bem do homem"
Albert Einstein
Nas vésperas de inaugurar com orgulho da raça seu terceiro milênio cristão e o centésimo da espécie, a humanidade descobriu um novo mundo aparentemente hostil, o planeta verde da Amazônia brasileira. A opinião pública mundial eletrizou com as afirmações de que as entranhas da Amazônia ardiam em chamas, um fogo capaz de gerar com suas labaredas fumaça suficiente para fazer cair sobre a Terra um castigo bíblico, o aquecimento irreversível de sua superfície num verão tórrido e perpétuo. A aldeia global convenceu-se de que o inferno verde existe aqui e agora no Brasil e de que só uma campanha internacional pode salvar o pulmão do de seus agressores, as queimadas e os desmatamentos. Essa imagem, a de um gigante ameaçador que engole florestas e cospe fogo, correu o mundo. Feita de brumas, ela é apenas uma ilusão perversa e exagerada que esconde uma realidade complexa. Esconde as batalhas pela vida empreendidas por uma civilização de brasileiros que, "depois de vagar por ali três séculos numa agitação tumultuária e estéril" - como escreveu Euclides da Cunha -, começa a aprender a conciliar a preservação com o progresso.
(Veja - 5 de julho de 1989)
Texto III
Durante debate recente em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal e ex-Ministro da Educação, Senador Cristovam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
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Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
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Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de comer e de ir à escola. Internacionalizaremos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazônia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa.
Só nossa!
(http://www.culturabrasil.org/amazoniadobrasil.htm)
Responda a questão de acordo com o texto IV.
Texto IV
Carta do Índio Chefe Seatle, “Manifesto da Terra-Mãe”
“Como podeis comprar ou vender o céu, o calor da terra? A idéia não tem sentido para nós.
Se não somos donos da frescura do ar ou do brilho das águas, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, cada grão de areia nas praias, a neblina nos bosques sombrios, cada monte e até o zumbido do inseto, tudo é sagrado na memória e no passado do meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Nós sabemos que o homem branco não entende o nosso modo de ser. Ele não sabe distinguir um pedaço de terra de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois de vencida e conquistada, ele vai embora, à procura de outro lugar.
. . . . . . . . . . . . . . . . . .
O ar é inestimável para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vós venderdes nossa terra, deveis recordar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O vento que deu aos nossos avós o primeiro sopro de vida é o mesmo que lhes recebe o último suspiro.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o bisonte, que nós caçamos apenas para sobreviver. Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecem, o homem morrerá de solidão espiritual. Porque o que suceder aos animais afetará os homens. Tudo está ligado.
Deveis ensinar a vossos filhos que o solo que pisam são as cinzas de nossos avós. Para que eles respeitem a terra, ensina-lhes que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai aos vossos filhos o que nós ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, cospe sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; o homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos a certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra.
O homem não tece a teia da vida; é antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.
. . . . . . . . . . . . . . . . . .
Esta terra tem um valor inestimável para Ele, e ofender a terra é insultar o Criador. Também os brancos acabarão um dia talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai os vossos rios e uma noite morrerão afogados nos vossos resíduos.
Contudo, caminhareis para a vossa destruição, iluminados pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum desígnio especial vos deu o domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último bisonte for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes. Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. Termina a vida começa a sobrevivência.”
(http://mnemosyne.blog-city.com/a-carta-do-indio-seatllemanifesto-da-terramae.htm )
Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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Culture Shock
“Adjusting to a new culture and way of life is both exciting and challenging – you will experience some highs and lows during your time abroad. During these times of difficulty, just remind yourself that these cultural differences are the reason we all love to travel – to experience the unknown! Remember it’s just a phase!
As you adjust to the routine of daily life, that initial sense of adventure will wear off. During this phase you may start to miss your friends and families. During this time, you may find it hard to keep a positive attitude. You may be tempted to withdraw from people around you or even become hostile. At this point it is helpful to know that for most people this phase doesn’t last too long.”
Challenge, Richmond Publishing
De acordo com o texto, é correto afirmar que
 

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A figura a seguir representa o Ciclo de Carnot realizado por um gás ideal que sofre transformações numa máquina térmica. Considerando-se que o trabalho útil fornecido pela máquina, em cada ciclo, é igual a 1500 J e, ainda que, !$ T_1=600 \, K !$ e !$ T_2=300 \, K !$, é INCORRETO afirmar que
Enunciado 2883591-1
 

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Responda a questão de acordo com o texto IV.
Texto IV
Carta do Índio Chefe Seatle, “Manifesto da Terra-Mãe”
“Como podeis comprar ou vender o céu, o calor da terra? A idéia não tem sentido para nós.
Se não somos donos da frescura do ar ou do brilho das águas, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, cada grão de areia nas praias, a neblina nos bosques sombrios, cada monte e até o zumbido do inseto, tudo é sagrado na memória e no passado do meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Nós sabemos que o homem branco não entende o nosso modo de ser. Ele não sabe distinguir um pedaço de terra de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois de vencida e conquistada, ele vai embora, à procura de outro lugar.
. . . . . . . . . . . . . . . . . .
O ar é inestimável para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vós venderdes nossa terra, deveis recordar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O vento que deu aos nossos avós o primeiro sopro de vida é o mesmo que lhes recebe o último suspiro.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o bisonte, que nós caçamos apenas para sobreviver. Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecem, o homem morrerá de solidão espiritual. Porque o que suceder aos animais afetará os homens. Tudo está ligado.
Deveis ensinar a vossos filhos que o solo que pisam são as cinzas de nossos avós. Para que eles respeitem a terra, ensina-lhes que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai aos vossos filhos o que nós ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, cospe sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; o homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos a certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra.
O homem não tece a teia da vida; é antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.
. . . . . . . . . . . . . . . . . .
Esta terra tem um valor inestimável para Ele, e ofender a terra é insultar o Criador. Também os brancos acabarão um dia talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai os vossos rios e uma noite morrerão afogados nos vossos resíduos.
Contudo, caminhareis para a vossa destruição, iluminados pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum desígnio especial vos deu o domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último bisonte for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes. Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. Termina a vida começa a sobrevivência.”
(http://mnemosyne.blog-city.com/a-carta-do-indio-seatllemanifesto-da-terramae.htm )
Considere o excerto abaixo.
Contudo, caminhareis para a vossa destruição, iluminados pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum desígnio especial...”
Assinale a alternativa em que a substituição do conectivo NÃO interfere semanticamente na idéia proposta.
 

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Read the following text to answer question.
On Self-Knowledge
And a man said, “Speak to us of Self-Knowledge.” And the Prophet answered, saying: “Your hearts know in silence the secrets of the days and the nights. But your ears thirst for the sound of your heart’s knowledge. You would know in words that which you have always known in thought. You would touch with your fingers the naked body of your dreams. And it is well you should. The hidden well-spring of your soul must need rise and run murmuring to the sea; and the treasure of your infinite depths would be revealed to your eyes. But let, there be no scales to weigh your unknown treasure; and seek not the depths of your knowledge with staff or sounding line. For self is a sea boundless and measureless. Say not, I have found the truth, but rather, I have found a truth. Say not, I have found the path of the soul. Say rather, I have met the soul walking upon my path. For the soul walks upon all paths. The soul walks not upon a line, neither does it grow like a reed. The soul unfolds itself, like a lotus of countless petals.”
Adapted from The PROPHET, by Kahlil Gibran
Mark the option which contains an indirect form to complete the prophet’s idea in the following gap.
The Prophet in silence the secrets of the days and the nights.
 

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Read the text and answer question.
“Before I came to America I had dreams of life here. I thought about tall Anglos, big buildings, and houses with lawns. I was surprised when I arrived to see so many kinds of people – Black people, Asians. I found people from Korea and Cambodia and Mexico. In California I found not just America, I found the world.”
Olsen – Voices from the Language Classroom by M. Bailey and Nunan, 1996.
The author affirms in the text that he
 

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Leia atentamente o Texto II e, a seguir, responda a questão.
Texto II
Sinais de vida e morte no planeta verde
A ocupação da Amazônia tira o sono do mundo, mas é um desafio do qual os brasileiros não podem escapar
"O homem está aqui para o bem do homem"
Albert Einstein
Nas vésperas de inaugurar com orgulho da raça seu terceiro milênio cristão e o centésimo da espécie, a humanidade descobriu um novo mundo aparentemente hostil, o planeta verde da Amazônia brasileira. A opinião pública mundial eletrizou com as afirmações de que as entranhas da Amazônia ardiam em chamas, um fogo capaz de gerar com suas labaredas fumaça suficiente para fazer cair sobre a Terra um castigo bíblico, o aquecimento irreversível de sua superfície num verão tórrido e perpétuo. A aldeia global convenceu-se de que o inferno verde existe aqui e agora no Brasil e de que só uma campanha internacional pode salvar o pulmão do de seus agressores, as queimadas e os desmatamentos. Essa imagem, a de um gigante ameaçador que engole florestas e cospe fogo, correu o mundo. Feita de brumas, ela é apenas uma ilusão perversa e exagerada que esconde uma realidade complexa. Esconde as batalhas pela vida empreendidas por uma civilização de brasileiros que, "depois de vagar por ali três séculos numa agitação tumultuária e estéril" - como escreveu Euclides da Cunha -, começa a aprender a conciliar a preservação com o progresso.
(Veja - 5 de julho de 1989)
Associando o texto à tirinha abaixo, só se pode inferir que
Enunciado 2859685-1
 

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A figura mostra uma bola de isopor caindo, a partir do repouso, sob efeito da resistência do ar, e outra bola idêntica, abandonada no vácuo no instante !$ t_1 !$ em que a primeira atinge a velocidade limite.
Enunciado 2857315-1
Na descrição acima, considere que a bola da situação 2 atinge o solo com uma velocidade duas vezes maior que a velocidade limite alcançada pela bola na situação 1. Nestas condições, pode-se afirmar que o percentual de energia dissipada na situação 1 foi de
 

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Considere no Plano de Argand-Gauss os números complexos !$ z_1=-x-2i !$, !$ z_2=-2i !$, !$ z_3=-2+3i !$ e !$ z_4=x+yi !$, onde x e y são números reais quaisquer e !$ i^2=-1 !$
Sobre o conjunto desses números complexos que atendem simultaneamente às condições
I) !$ Re ( \overline{z_1}.\overline{z_2})\leqslant Im( \overline{z_1}.\overline{z_2}) !$
II) !$ \left\vert z_3+z_4 \right\vert \leqslant2 !$
é correto afirmar que
 

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A figura mostra uma bola de isopor caindo, a partir do repouso, sob efeito da resistência do ar, e outra bola idêntica, abandonada no vácuo no instante !$ t_1 !$ em que a primeira atinge a velocidade limite.
Enunciado 2845318-1
A opção que pode representar os gráficos da altura h em função do tempo t para as situações descritas é
 

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