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Considerando as disposições expressas do decreto
estadual nº 11.832, de 09 de novembro de 2009, que
institui a Política Estadual de Transporte Rodoviário
Intermunicipal de Passageiros - POTIP, regulamenta
a Lei nº 11.378 , de 18 de fevereiro de 2009, sobre
organização, planejamento, fiscalização e poder
de polícia do Sistema de Transporte Rodoviário
Intermunicipal de Passageiros do Estado da Bahia -
SRI, e dá outras providências, assinale a alternativa
correta.
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Assinale a alternativa correta considerando as
disposições expressas do decreto estadual nº 7.426,
de 31 de agosto de 1998 que aprova o Regimento da
Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos
de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia
– AGERBA sobre o Departamento de Qualidade dos
Serviços.
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Assinale a alternativa correta sobre a competência e a
prática do ato que levou à criação do decreto estadual nº
7.426, de 31 de agosto de 1998 que aprova o Regimento
da Agência Estadual de Regulação de Serviços
Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da
Bahia – AGERBA sobre o Departamento de Qualidade
dos Serviços.
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Considerando as disposições da lei federal nº 12.288, de
20/07/2010 que institui o Estatuto da Igualdade Racial,
assinale a alternativa correta sobre o significado da
sigla SINAPIR.
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Assinale a alternativa correta. As idades de cinco
funcionários de uma empresa são diferentes e
consecutivas e a média das idades é igual a 37 anos.
Se o funcionário com menor idade não fizer parte dessa
média, então a média dos quatro funcionários restantes
passará a ser:
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Assinale a alternativa correta. A terça
parte de 36% do salário de Carlos é igual a
R$ 180,00. Desse modo, o valor da metade do salário de
Carlos é igual a:
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Texto
Primeira classe
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de
avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo
de uma empresa multinacional, era um passageiro habitual; e,
quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe,
quando ficava imaginando os pratos e as bebidas que lá
serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava
incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe
nos voos.
E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara
de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar
era na primeira classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo
era exatamente como ele imaginava: coquetéis de excelente
quantidade, um jantar que em qualquer lugar seria considerado um
banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite
acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado.
Achou que se tratava de um intruso; mas, em seguida, deu-se
conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam
ali, no corredor, chorando e se lamentando. Explicável: a
passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por
colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte
do avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver.
Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade.
Por outro lado, ter um corpo morto a seu lado horrorizava-o.
Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só
lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi para a classe
econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara.
Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que
por acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se
experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o
avião pousou, e ele, arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o
esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse
um deles, que se identificou como filho da senhora: “Minha
mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta
graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só
espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos
durante o voo.
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Texto
Primeira classe
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de
avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo
de uma empresa multinacional, era um passageiro habitual; e,
quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe,
quando ficava imaginando os pratos e as bebidas que lá
serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava
incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe
nos voos.
E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara
de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar
era na primeira classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo
era exatamente como ele imaginava: coquetéis de excelente
quantidade, um jantar que em qualquer lugar seria considerado um
banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite
acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado.
Achou que se tratava de um intruso; mas, em seguida, deu-se
conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam
ali, no corredor, chorando e se lamentando. Explicável: a
passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por
colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte
do avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver.
Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade.
Por outro lado, ter um corpo morto a seu lado horrorizava-o.
Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só
lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi para a classe
econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara.
Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que
por acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se
experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o
avião pousou, e ele, arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o
esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse
um deles, que se identificou como filho da senhora: “Minha
mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta
graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só
espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos
durante o voo.
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Texto
Primeira classe
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de
avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo
de uma empresa multinacional, era um passageiro habitual; e,
quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe,
quando ficava imaginando os pratos e as bebidas que lá
serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava
incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe
nos voos.
E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara
de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar
era na primeira classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo
era exatamente como ele imaginava: coquetéis de excelente
quantidade, um jantar que em qualquer lugar seria considerado um
banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite
acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado.
Achou que se tratava de um intruso; mas, em seguida, deu-se
conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam
ali, no corredor, chorando e se lamentando. Explicável: a
passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por
colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte
do avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver.
Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade.
Por outro lado, ter um corpo morto a seu lado horrorizava-o.
Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só
lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi para a classe
econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara.
Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que
por acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se
experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o
avião pousou, e ele, arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o
esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse
um deles, que se identificou como filho da senhora: “Minha
mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta
graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só
espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos
durante o voo.
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Texto
Primeira classe
(Moacyr Scliar)
Durante anos, o homem teve um sonho: queria viajar de
avião na primeira classe. Na classe econômica, ele, executivo
de uma empresa multinacional, era um passageiro habitual; e,
quando via a aeromoça fechar a cortina da primeira classe,
quando ficava imaginando os pratos e as bebidas que lá
serviam, mordia-se de inveja. Talvez por causa disso trabalhava
incansavelmente; subiu na vida, chegou a um cargo de chefa
que, entre outras coisas, dava-lhe o direito à primeira classe
nos voos.
E assim, um dia, ele embarcou de Nova Délhi, onde acabara
de concluir um importante negócio, para Londres. E seu lugar
era na primeira classe. Seu sonho estava se realizando. Tudo
era exatamente como ele imaginava: coquetéis de excelente
quantidade, um jantar que em qualquer lugar seria considerado um
banquete. Para cúmulo da sorte, o lugar a seu lado estava vazio.
Ou pelo menos estava no começo do voo. No meio da noite
acordou e, para sua surpresa, viu que o lugar estava ocupado.
Achou que se tratava de um intruso; mas, em seguida, deu-se
conta de que algo anormal ocorria: várias pessoas estavam
ali, no corredor, chorando e se lamentando. Explicável: a
passageira a seu lado estava morta. A tripulação optara por
colocá-la na primeira classe exatamente porque, naquela parte
do avião, havia menos gente.
Sua primeira reação foi exigir que removessem o cadáver.
Mas não podia fazer uma coisa dessas, seria muita crueldade.
Por outro lado, ter um corpo morto a seu lado horrorizava-o.
Não havendo outros lugares vagos na primeira classe, só
lhe restava uma alternativa: levantou-se e foi para a classe
econômica, para o lugar que a morta, havia pouco, ocupara.
Ou seja, ao invés de um upgrade, ele tinha recebido, ainda que
por acaso, um downgrade.
Ali ficou, sem poder dormir, claro. Porque, depois que se
experimenta a primeira classe, nada mais serve. Finalmente, o
avião pousou, e ele, arrasado, dirigiu-se para a saída, onde o
esperavam os parentes da falecida para agradecer-lhe. Disse
um deles, que se identificou como filho da senhora: “Minha
mãe sempre quis viajar de primeira classe. Só conseguiu morta
graças à sua compreensão. Deus lhe recompensará”.
Que tem seu lugar garantido no céu, isso ele sabe. Só
espera chegar lá viajando de primeira classe. E sem óbitos
durante o voo.
As palavras ganham sentido no contexto em que estão inseridas. Desse modo, pode-se concluir que o advérbio “Ali” é uma expressão locativa que faz referência:
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