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(Rodrigo Zoom. Disponível em: http://4.bp.blogspot.com/)
A respeito da interpretação da tirinha acima, analise as afirmativas a seguir.
I. O primeiro quadro se compõe de uma expressão interjetiva com o objetivo de deixar subentendido ao receptor o pedido de que lhe fizessem uma limonada.
II. O segundo quadro, diferentemente do primeiro, transforma o discurso sugestivo no discurso imperativo, explicitamente revelando a obrigação que outra pessoa teria de que Ilhe preparassem uma limonada.
III. Pode-se depreender, como um dos sentidos possíveis para o efeito de humor, que a preguiça em preparar a limonada era maior que a sede anteriormente manifestada.
Assinale
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(Rodrigo Zoom. Disponível em: http://4.bp.blogspot.com/)
A respeito da linguagem da tirinha acima, em relação às opções exicais e gramaticais, analise as afirmativas a seguir:
I. O emprego do sufixo-inha no primeiro quadro revela, para o adjetivo, valor semântico diminutivo.
II. Se for alterado o tratamento do segundo quadro para "vós", a forma verbal faça deve ser substituída por fazeis.
III. No terceiro quadro, toda a estrutura sintática empregada encontra respaldo na norma culta, sem se contaminar de coloquialismo.
Assinale
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."
Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.
Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.
Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.
Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)
(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)
A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura.
No trecho acima, os pronomes destacados exercem, respectivamente, função
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."
Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.
Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.
Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.
Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)
(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)
Assinale a alternativa em que o QUE apresente classificação morfológica distinta da de que escolheu
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."
Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.
Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.
Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.
Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)
(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)
... relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.
A respeito do segmento acima, julgue as afirmativas a seguir:
I. No trecho, a locução verbal havia dado pode ser alterada por tinha dado, de melhor sonoridade.
II. Ocorre uma concessão a uma estrutura sintática informal, especificamente no segmento antes da entrevista, que, na norma culta, devia ser antes de a entrevista.
III. A ocorrência do gerúndio relembrando configura erro gramatical e discursivo, comum contemporaneamente, denominado gerundismo.
Assinale
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."
Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao LE Monde Diplomatique Brasil começar.
Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.
Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.
Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)
(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)
Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura.
Assinale a alternativa que não pode substituir o termo sublinhado, sob pena de alteração grave de sentido.
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."
Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao LE Monde Diplomatique Brasil começar.
Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.
Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.
Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)
(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)
Assinale a alternativa em que o termo indicado exerça a mesma função sintática que do palco.
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O artigo 11 da Lei 8.429/1992 define o ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública como qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições, sem necessidade de que haja enriquecimento ilícito ou prejuízo ao erário.
Assinale o que não pode ser considerado exemplo dessa espécie de ato.
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