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917967 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALECE

O governo do estado do Ceará, por meio da Secretaria

de Planejamento e Gestão, apresenta a segunda edição,

revisada, do Manual do Servidor Público Estadual, com o

objetivo de orientar e facilitar o entendimento de assuntos

relacionados à área de pessoal no que concerne aos direitos e

deveres, às concessões e obrigações, tendo em vista as

constantes alterações da legislação aplicável ao servidor. As

informações inseridas no documento apresentam-se de forma

objetiva e em linguagem clara, garantindo às pessoas o

conhecimento permanente dessas informações para que não

venham a sofrer prejuízo de qualquer natureza.

Importa ressaltar que esse instrumento está aberto a

mudanças, para evitar a obsolescência e de modo a

proporcionar aos servidores uma dinâmica eficiente das

atividades e a possibilidade de cooperação intelectual.

O governo espera que o manuseio deste manual possa

servir como importante instrumento de fortalecimento da

conduta ética no trato dos assuntos relacionados ao serviço

público estadual, como fonte permanente de consulta para

dirimir dúvidas e também como mecanismo facilitador dos

procedimentos administrativos.

Internet: www.gestaodoservidor.ce.gov.br (com adaptações).



No que concerne à organização textual, às ideias e às estruturas
linguísticas do texto acima, julgue os itens subsecutivos.
A expressão “tendo em vista” (L.6) poderia ser substituída por haja vista, sem prejuízo para os sentidos do texto, uma vez que ambas as expressões estabelecem relação de causalidade entre ideias.
 

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917966 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALECE

O governo do estado do Ceará, por meio da Secretaria

de Planejamento e Gestão, apresenta a segunda edição,

revisada, do Manual do Servidor Público Estadual, com o

objetivo de orientar e facilitar o entendimento de assuntos

relacionados à área de pessoal no que concerne aos direitos e

deveres, às concessões e obrigações, tendo em vista as

constantes alterações da legislação aplicável ao servidor. As

informações inseridas no documento apresentam-se de forma

objetiva e em linguagem clara, garantindo às pessoas o

conhecimento permanente dessas informações para que não

venham a sofrer prejuízo de qualquer natureza.

Importa ressaltar que esse instrumento está aberto a

mudanças, para evitar a obsolescência e de modo a

proporcionar aos servidores uma dinâmica eficiente das

atividades e a possibilidade de cooperação intelectual.

O governo espera que o manuseio deste manual possa

servir como importante instrumento de fortalecimento da

conduta ética no trato dos assuntos relacionados ao serviço

público estadual, como fonte permanente de consulta para

dirimir dúvidas e também como mecanismo facilitador dos

procedimentos administrativos.

Internet: www.gestaodoservidor.ce.gov.br (com adaptações).



No que concerne à organização textual, às ideias e às estruturas
linguísticas do texto acima, julgue os itens subsecutivos.
A vírgula empregada na linha 19 justifica-se para isolar expressão exemplificativa.
 

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917965 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALECE

O governo do estado do Ceará, por meio da Secretaria

de Planejamento e Gestão, apresenta a segunda edição,

revisada, do Manual do Servidor Público Estadual, com o

objetivo de orientar e facilitar o entendimento de assuntos

relacionados à área de pessoal no que concerne aos direitos e

deveres, às concessões e obrigações, tendo em vista as

constantes alterações da legislação aplicável ao servidor. As

informações inseridas no documento apresentam-se de forma

objetiva e em linguagem clara, garantindo às pessoas o

conhecimento permanente dessas informações para que não

venham a sofrer prejuízo de qualquer natureza.

Importa ressaltar que esse instrumento está aberto a

mudanças, para evitar a obsolescência e de modo a

proporcionar aos servidores uma dinâmica eficiente das

atividades e a possibilidade de cooperação intelectual.

O governo espera que o manuseio deste manual possa

servir como importante instrumento de fortalecimento da

conduta ética no trato dos assuntos relacionados ao serviço

público estadual, como fonte permanente de consulta para

dirimir dúvidas e também como mecanismo facilitador dos

procedimentos administrativos.

Internet: www.gestaodoservidor.ce.gov.br (com adaptações).



No que concerne à organização textual, às ideias e às estruturas
linguísticas do texto acima, julgue os itens subsecutivos.
No trecho “para que não venham a sofrer prejuízo de qualquer natureza” (L.10-11) o verbo vir está flexionado no plural para concordar com o termo “informações” (L.10).
 

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As obras para melhoria das rodovias federais

brasileiras viraram um jogo de faz de conta: as empresas

responsáveis por elas fazem de conta que estão tocando os

trabalhos, e o governo finge que acredita. Já os usuários dessas

vias são obrigados a enfrentar a vida real, que é feita de trechos

congestionados, esburacados e índices de acidentes que

aumentaram mais de 50% nos últimos cinco anos. Em 2007, o

governo licitou um pacote que incluiu a Régis Bittencourt,

principal corredor entre São Paulo e o sul do país, a

Fernão Dias, que une a capital paulista à mineira, e outras

cinco rodovias importantes do Sul e do Sudeste do país. Com

a Dutra, elas formam o cerne da malha rodoviária nacional.

De acordo com o edital de privatização, as empresas que

ganharam o direito de explorá-las deveriam ampliar o seu

número de faixas e construir contornos e ramais com vistas a

desatar os nós que as asfixiam. A reportagem percorreu de

carro 4.500 quilômetros dessas estradas para chegar a uma

conclusão assustadora. Quatro anos depois da privatização

“baratinha”, nenhuma das grandes obras previstas saiu do

papel.

Kalleo Coura. O golpe do pedágio barato. In: Veja, 16/11/2011 (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

O elemento “que”, empregado nas linhas 5 e 6, retoma, respectivamente, os antecedentes “vida real” (L.5) e “índices de acidentes” (L.6).
 

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As obras para melhoria das rodovias federais

brasileiras viraram um jogo de faz de conta: as empresas

responsáveis por elas fazem de conta que estão tocando os

trabalhos, e o governo finge que acredita. Já os usuários dessas

vias são obrigados a enfrentar a vida real, que é feita de trechos

congestionados, esburacados e índices de acidentes que

aumentaram mais de 50% nos últimos cinco anos. Em 2007, o

governo licitou um pacote que incluiu a Régis Bittencourt,

principal corredor entre São Paulo e o sul do país, a

Fernão Dias, que une a capital paulista à mineira, e outras

cinco rodovias importantes do Sul e do Sudeste do país. Com

a Dutra, elas formam o cerne da malha rodoviária nacional.

De acordo com o edital de privatização, as empresas que

ganharam o direito de explorá-las deveriam ampliar o seu

número de faixas e construir contornos e ramais com vistas a

desatar os nós que as asfixiam. A reportagem percorreu de

carro 4.500 quilômetros dessas estradas para chegar a uma

conclusão assustadora. Quatro anos depois da privatização

“baratinha”, nenhuma das grandes obras previstas saiu do

papel.

Kalleo Coura. O golpe do pedágio barato. In: Veja, 16/11/2011 (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

A expressão “com vistas” (L.15), bem como a palavra “para” (L.17), introduzem orações que expressam sentido de finalidade em relação às orações às quais se subordinam.
 

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Conquanto a fórmula “Fica aprovado o texto...”

venha tendo a preferência nas redações finais dos projetos de

decreto legislativo desta década, o formato anterior,

É aprovado o texto...”, utilizado em décadas passadas,

parece mais consentâneo com o bom português. Não apenas é

o verbo ser o verbo auxiliar típico para a formação da voz

passiva analítica, quanto é o mais adequado para formar

locução verbal com o verbo aprovar.

Ademais, em sua acepção intransitiva, ser tem a

conotação de ter existência real, existir. Um ato internacional

ao qual o parlamento brasileiro concede aprovação legislativa

cumpre a etapa parlamentar deliberativa para a sua existência

real como norma de direito positivo interno, com caráter de

permanência (não se trata de alguma coisa qualquer que recebe

um aval momentâneo para ali ficar transitoriamente).

Conquanto as duas fórmulas tenham sido utilizadas, a

opção pela utilização da locução verbal é aprovado soa,

juridicamente, mais robusta, com maior força de comunicado

de decisão peremptória à nação. Afinal, o que fica, pode,

também, sair, partir...

Maria Ester Mena Barreto Camino e Luiz Henrique Cascelli de Azevedo. Necessidade de uniformização dos projetos de decreto legislativo pertinentes a atos internacionais. Maio/2011. Internet: www2.camara.gov.br (com adaptações




Julgue o item, acerca do texto.
No início do segundo parágrafo, a invocação da acepção intransitiva do verbo ser no contexto da frase "É aprovado o texto..." constitui, em relação aos elementos estruturais do texto, uma argumentação frágil, dado que tal verbo foi empregado como transitivo direto na referida frase, na qual ‘o texto’ é o objeto direto.
 

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“Não é difícil governar a Itália. É inútil.” O ditador

Benito Mussolini cunhou essa frase com a pretensão de jogar

sobre o povo italiano todas as mazelas do país.

Contudo, a história vem mostrando que a famosa frase embute

uma verdade, só que em um sentido invertido. Inúteis são

governantes como Mussolini e Silvio Berlusconi, o bufão de

anos que foi primeiro-ministro por três vezes e agora cai por

absoluta incapacidade de apresentar soluções para a brutal crise

econômica da Itália. O último mandato de Berlusconi começou

em 2008 e, desde então, ele parecia viver uma realidade

paralela. Passou o tempo administrando denúncias — de fraude

fiscal a sexo pago com belas garotas. Mas foi a economia que

acabou com a sua condição de primeiro-ministro com mais

tempo no poder italiano depois da Segunda Guerra Mundial.

Sem respaldo político para adotar medidas de austeridade

essenciais para impedir a quebradeira da Itália, a terceira maior

economia da zona do euro, Berlusconi anunciou, no dia 8 de

novembro, sua intenção de renúncia. Só não marcou a data.

Como condicionou a saída à aprovação de um pacote de

reformas econômicas, ele acabou provocando mais incertezas

quanto ao futuro da economia italiana.

Luiza Villaméa. A queda do bufão. In: IstoÉ, 16/11/2011 (com adaptações).

O período ‘Não é difícil governar a Itália’ (L.1) é composto por duas orações, ambas sem sujeito.
 

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917960 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALECE

Uma vez, ouvi na televisão um político americano

dizer: “É preciso limpar as palavras.” Se bem me lembro, ele

falava a respeito de um escândalo que havia ferido

injustamente a reputação de alguém. Era como se assinalasse

que tínhamos que ter mais cuidado na escolha dos termos que

utilizamos, mas chamou-me a atenção que ele se referisse às

palavras como objetos que podem estar mais ou menos limpos.

Tal afirmativa, na boca de um escritor, seria natural.

Mas, dita por um político, soou como algo raro. Claro que,

sendo ele um político americano, há uma explicação para isso.

A cultura daquele país tem um substrato calvinista, e um dos

itens da ética protestante é o confronto entre o limpo e o sujo,

o puro e o impuro.

Anotei a expressão “limpar as palavras”. Gostei da

frase e da intenção.

Assim como a gente manda uma roupa para a

tinturaria, é preciso mandar limpar as palavras. Como se faz

uma faxina na casa, pode-se faxinar o texto. Há até

especialistas nisto: o revisor, o copidesque, o redator. Eles

pegam o texto alheio e começam a cortar aqui e ali as gorduras,

os excessos, as impurezas gramaticais. Também os professores,

os linguistas, os filólogos podem entrar nessa categoria, a

exemplo dos dicionaristas.

Mas como se limpa a palavra? Só uma palavra pode

limpar outra.

Cada um tem lá sua técnica para limpar as palavras.

Lembro uma conhecida que sugeria que, para um jeans bem

limpo, era necessário jogar na máquina de lavar roupas também

um par de tênis. No fundo, era um pouco a imitação

tecnológica do que as lavadeiras sempre fizeram na beira dos

rios, batendo as roupas na pedra. Cada escritor coloca dentro

de sua máquina de escrever um tênis diferente para clarear a

escrita. São matreirices.

O bate-enxuga das palavras. O publicitário também

sabe o que é isso, o que é sacar a frase de efeito, revirar o texto

para que ele tenha a força do slogan, do provérbio, do axioma.

Os homens que tratam das leis também pensam nisso. Ficam ali

burilando os termos pra evitar ambiguidades e subterfúgios. Às

vezes conseguem, às vezes não. A lei deveria ser limpa,

transparente. Às vezes é, às vezes, não.

Limpar as palavras. Mas há palavra pura? Há algum

tempo houve um movimento chamado “poesia pura”, “arte

pura”. Existe alguma coisa pura? Há dúvidas. Hoje, que a

ecologia está na moda, condena-se a poluição. A despoluição,

na verdade, começa pela despoluição no discurso.

Affonso Romano de Sant'Anna. Limpar as palavras. In: Coleção Melhores Crônicas. São Paulo: Global, 2003 (com adaptações).



A respeito dos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se
seguem.
No primeiro período do texto, o trecho ‘É preciso limpar as palavras’ (L.2) exerce a função de aposto explicativo.
 

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917959 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALECE

Uma vez, ouvi na televisão um político americano

dizer: “É preciso limpar as palavras.” Se bem me lembro, ele

falava a respeito de um escândalo que havia ferido

injustamente a reputação de alguém. Era como se assinalasse

que tínhamos que ter mais cuidado na escolha dos termos que

utilizamos, mas chamou-me a atenção que ele se referisse às

palavras como objetos que podem estar mais ou menos limpos.

Tal afirmativa, na boca de um escritor, seria natural.

Mas, dita por um político, soou como algo raro. Claro que,

sendo ele um político americano, há uma explicação para isso.

A cultura daquele país tem um substrato calvinista, e um dos

itens da ética protestante é o confronto entre o limpo e o sujo,

o puro e o impuro.

Anotei a expressão “limpar as palavras”. Gostei da

frase e da intenção.

Assim como a gente manda uma roupa para a

tinturaria, é preciso mandar limpar as palavras. Como se faz

uma faxina na casa, pode-se faxinar o texto. Há até

especialistas nisto: o revisor, o copidesque, o redator. Eles

pegam o texto alheio e começam a cortar aqui e ali as gorduras,

os excessos, as impurezas gramaticais. Também os professores,

os linguistas, os filólogos podem entrar nessa categoria, a

exemplo dos dicionaristas.

Mas como se limpa a palavra? Só uma palavra pode

limpar outra.

Cada um tem lá sua técnica para limpar as palavras.

Lembro uma conhecida que sugeria que, para um jeans bem

limpo, era necessário jogar na máquina de lavar roupas também

um par de tênis. No fundo, era um pouco a imitação

tecnológica do que as lavadeiras sempre fizeram na beira dos

rios, batendo as roupas na pedra. Cada escritor coloca dentro

de sua máquina de escrever um tênis diferente para clarear a

escrita. São matreirices.

O bate-enxuga das palavras. O publicitário também

sabe o que é isso, o que é sacar a frase de efeito, revirar o texto

para que ele tenha a força do slogan, do provérbio, do axioma.

Os homens que tratam das leis também pensam nisso. Ficam ali

burilando os termos pra evitar ambiguidades e subterfúgios. Às

vezes conseguem, às vezes não. A lei deveria ser limpa,

transparente. Às vezes é, às vezes, não.

Limpar as palavras. Mas há palavra pura? Há algum

tempo houve um movimento chamado “poesia pura”, “arte

pura”. Existe alguma coisa pura? Há dúvidas. Hoje, que a

ecologia está na moda, condena-se a poluição. A despoluição,

na verdade, começa pela despoluição no discurso.

Affonso Romano de Sant'Anna. Limpar as palavras. In: Coleção Melhores Crônicas. São Paulo: Global, 2003 (com adaptações).



A respeito dos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se
seguem.
Não haveria prejuízo para o sentido original nem para a correção gramatical do texto, caso fosse suprimido do trecho “mas chamou-me a atenção” (L.6) o pronome pessoal “me”.
 

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917958 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALECE

As universidades corporativas surgiram no mercado

educacional com o intuito de capacitar os funcionários de

instituições e grandes empresas. No caso da Universidade do

Parlamento Cearense (UNIPACE), um dos seus principais

focos foi contribuir com a educação dos servidores públicos.

Criada em 2007, ela surgiu para aperfeiçoar a atuação do

funcionalismo estadual, promovendo atividades direcionadas

à formação e qualificação profissional dos servidores e agentes

políticos vinculados às assembleias legislativas e às câmaras

municipais conveniadas.

A presidente da UNIPACE, Patrícia Saboya, define a

educação como princípio da democratização de um povo, da

manutenção da cultura e das tradições. Em consonância com o

discurso do escritor e economista César Benjamin, que afirma:

“O maior patrimônio de um país é seu próprio povo, e o maior

patrimônio de um povo é a sua cultura”, ela acredita que a

cultura permite ao cidadão comum expressar melhor conceitos

e sentimentos, conhecer bem a língua que fala, reconhecer sua

identidade e ampliar seu horizonte de direitos. O resultado

disso, segundo a deputada, é um aumento de sua capacidade de

organização e de comunicar-se melhor consigo e com outros

povos, aprender novas técnicas. Enfim, ter acesso ao que de

melhor a humanidade produziu na ciência e na arte. De acordo

com a parlamentar, um dos objetivos da instituição é ampliar

os cursos de formação na área de políticas públicas para

capacitar os servidores públicos ao melhor atendimento à

população.

Internet: www.al.ce.gov.br (com adaptações).



No que se refere a aspectos gramaticais e formais do texto acima,
julgue os itens seguintes.
No segmento “capacitar os servidores públicos ao melhor atendimento” (L.26), caso a preposição “a” fosse substituída por para, a regência do verbo estaria igualmente correta.
 

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