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Foram encontradas 160 questões.

2409169 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Um digitador da ALERJ está trabalhando no Word 2007 BR e insere, no texto, a citação abaixo.
Enunciado 2739748-1
Ao texto foi aplicado o alinhamento centralizado através de um atalho de teclado, e a sigla ALERJ foi criada por meio do emprego de um recurso do Word. O atalho de teclado e o recurso são, respectivamente:
 

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2409065 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Dentre as palavras apresentadas a seguir, aquela cuja lacuna não pode ser preenchida corretamente pela letra i é:
 

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2409055 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
A colocação pronominal está incorreta no segmento:
 

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2409027 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
ELOQUÊNCIA SINGULAR
Mal iniciara seu discurso, o deputado embatucou(a):
– Senhor Presidente: eu não sou daqueles que...
O verbo ia para o singular ou para o plural? Tudo indicava o plural. No entanto, podia perfeitamente ser o singular.
– Não sou daqueles que...
Não sou daqueles que recusam...No plural soava melhor. Mas era preciso precaver-se contra essas armadilhas da linguagem – que recusa? – ele que tão facilmente caía nelas, e era logo massacrado por um aparte. Não sou daqueles que... Resolveu ganhar tempo(b):
– ...embora perfeitamente cônscio das minhas altas responsabilidades, como representante do povo nesta Casa(c), não sou...
Daqueles que recusa, evidentemente. Como é que podia ter pensado no plural? Era um desses casos que os gramáticos registram nas suas questiúnculas de português; ia para o singular, não tinha dúvida. Idiotismo de linguagem(d), devia ser – daqueles que, em momentos de extrema gravidade, como este que o Brasil atravessa...
(...)
– Muito embora...sabendo perfeitamente...os imperativos de minha consciência cívica...senhor Presidente...e o declaro peremptoriamente... não sou daqueles que...
O Presidente voltou a adverti-lo(e) de que seu tempo se esgotara. Não havia mais por que fugir:
– Senhor Presidente, meus nobres colegas!
Resolveu arrematar de qualquer maneira. Encheu o peito e desfechou:
– Em suma: não sou daqueles. Tenho dito.
Houve um suspiro de alívio em todo o plenário, as palmas romperam. Muito bem!Muito bem! O orador foi vivamente cumprimentado.
(Fernando Sabino – A companheira de viagem, crônicas, Editora do Autor, 1965, adaptado)
A linguagem denotativa não foi empregada no seguinte segmento:
 

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2408816 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
UMA GERAÇÃO DESCOBRE O PRAZER DE LER
A cada nova geração, renova-se a sensação de que nas passadas se lia mais e se fazia menos sexo. Duplo engano. A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote. A razão por que a leitura parece estar em baixa é que estamos em plena era da internet. Só parece. Pois o que se vê é a multiplicação dos jovens que gostam de ler, reconhecendo que um bom texto ainda é, para a vida pessoal e profissional, um instrumento decisivo.
Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a pobreza e a falta de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país – movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Potter, Crepúsculo e Percy Jackson.
Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada à leitura. A autoajuda (e os romances com fortes tintas de autoajuda, como A Cabana) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A Menina que roubava livros, os autores que têm o dom de fisgar com suas histórias, como o romântico Nicholas Sparks, são outra.
É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável, para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão de prazer, e da curiosidade – e então fazer um esforço, bem pequeno, para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e se dedicar à leitura.
(Revista Veja, 18 de maio de 2011, com adaptações)
No trecho “A razão por que a leitura...”, o termo em destaque está grafado corretamente. A grafia do porquê também está correta na frase:
 

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2408727 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Texto
O texto a seguir é uma circular, datada de 1794, dirigida aos funcionários públicos da França, após a Revolução Francesa.
O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga e abandonar a polidez forçada, tão inconsistente com a postura de homens livres, e que é uma relíquia do tempo em que alguns homens eram ministros e outros, seus escravos. Sabemos que as velhas formas de governo já desapareceram: devemos até esquecer como eram. As maneiras simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado. Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública. A qualidade essencial do Homem na Natureza consiste em ficar de pé. O jargão ininteligível dos velhos ministérios deve dar lugar ao estilo claro, conciso, isento de expressões de servilismo, de formas obsequiosas, indiretas e pedantes, ou de qualquer insinuação no sentido de que existe autoridade superior à razão e à ordem estabelecida pelas leis – um estilo que adote atitude natural em relação às autoridades subalternas. Não deve haver frases convencionais, nem desperdício de palavras.
(Apud LASSWELL, Harold & Kaplan, Abraham. A linguagem da política, Brasília, EUB, 1979)
De acordo com o contexto, as “maneiras simples e naturais” podem ser traduzidas por atitudes que denotem:
 

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2408712 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
ELOQUÊNCIA SINGULAR
Mal iniciara seu discurso, o deputado embatucou:
– Senhor Presidente: eu não sou daqueles que...
O verbo ia para o singular ou para o plural? Tudo indicava o plural. No entanto, podia perfeitamente ser o singular.
– Não sou daqueles que...
Não sou daqueles que recusam...No plural soava melhor. Mas era preciso precaver-se contra essas armadilhas da linguagem – que recusa? – ele que tão facilmente caía nelas, e era logo massacrado por um aparte. Não sou daqueles que... Resolveu ganhar tempo:
– ...embora perfeitamente cônscio das minhas altas responsabilidades, como representante do povo nesta Casa, não sou...
Daqueles que recusa, evidentemente. Como é que podia ter pensado no plural? Era um desses casos que os gramáticos registram nas suas questiúnculas de português; ia para o singular, não tinha dúvida. Idiotismo de linguagem, devia ser – daqueles que, em momentos de extrema gravidade, como este que o Brasil atravessa...
(...)
– Muito embora...sabendo perfeitamente...os imperativos de minha consciência cívica...senhor Presidente...e o declaro peremptoriamente... não sou daqueles que...
O Presidente voltou a adverti-lo de que seu tempo se esgotara. Não havia mais por que fugir:
– Senhor Presidente, meus nobres colegas!
Resolveu arrematar de qualquer maneira. Encheu o peito e desfechou:
– Em suma: não sou daqueles. Tenho dito.
Houve um suspiro de alívio em todo o plenário, as palmas romperam. Muito bem!Muito bem! O orador foi vivamente cumprimentado.
(Fernando Sabino – A companheira de viagem, crônicas, Editora do Autor, 1965, adaptado)
Leia as orações a seguir.
O tempo do deputado se esgotara. O Presidente voltou a adverti-lo.
As duas orações poderiam ser reescritas, em um só período, do seguinte modo:
 

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2408681 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
A concordância está correta no segmento:
 

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2408680 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão
ESTRANHAMENTO E ADAPTAÇÃO
A nossa vida, do nascimento até pelo menos o fim da adolescência, é constituída por uma sequência de mudanças que vai deixando um rastro de lembranças quase sempre sentidas como desconforto.
Sabemos que poucas crianças aceitam o sabor salgado com facilidade. A passagem do líquido para o sólido é amenizada pelos mingaus; a introdução do alimento pastoso intermedeia e facilita essa transição.
O incômodo de algumas passagens pode deixar marcas menos acentuadas, principalmente quando geram ampliação de horizontes.
Por exemplo, ninguém aprende a andar sem perder o equilíbrio e cair várias vezes. Em compensação, enxergamos mais longe na posição vertical para a qual estamos nos preparando.
Aprender a ler também pode ser desagradável, mas tem a promessa de fazer a criança entender os garranchos que estão nos livros.
(Ana Verônica Mautner, Folha de S. Paulo, 12 de julho de 2011)
No segmento “...na posição vertical para a qual estamos nos preparando.”, é correto substituir a oração sublinhada, independentemente do valor semântico, por:
 

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2408558 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
PENSANDO NA VIDA
O estado de Indiana(a)(e), nos Estados Unidos, acaba de recomendar às escolas que não se preocupem mais com a caligrafia e, em vez disso, tratem de ensinar(e) às crianças(c) como usar melhor os computadores. A recomendação faz todo o sentido(d), e é apenas o primeiro(d) dos dominós de uma fila que vai cair num piscar de olhos. Em menos tempo do que supomos, escrever será algo que faremos única e exclusivamente(b) por meios eletrônicos. Aliás, já é; ou quase. Reparem: à exceção de uma anotação ligeira ou da assinatura de um cheque, muitos de nós já não escrevemos mais nada à mão.
Ao longo da semana, educadores e psicólogos manifestaram apreensão em relação à medida. A teoria é que a dissociação do pensamento e do gesto poderia perturbar o desenvolvimento cerebral e a coordenação motora das futuras gerações. Tenho minhas dúvidas. Durante milênios a humanidade foi analfabeta e, mesmo depois que inventou a escrita, escrever foi, por muitos e muitos séculos, profissão de reles escribas, incumbidos de registrar as transações comerciais e a História oficial. Os verdadeiros pensadores usavam apenas o cérebro e a memória, e nem por isso tinham problemas de coordenação motora.
Importante não é com o quê se escreve, mas o quê se escreve.
(Cora Rónai, O Globo, 28 de julho de 2011, com adaptações)
Considerando a correção gramatical aplicada ao texto, a afirmativa correta é:
 

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