Foram encontradas 50 questões.
Segundo Evanildo Bechara, o solecismo é a construção
que abrange a concordância, a regência, a colocação
pronominal e a má estruturação dos termos da oração
que resulta da impropriedade de fatos gramaticais ou da
inadequação de se levar para uma variedade de língua a
norma de outra variedade, em geral, da norma coloquial
ou popular para a norma exemplar.
Com esses dados, analise as orações: Com base nisso, analise os enunciados a seguir:
I.Eu lhe abracei.
II.Vendas à prazo.
III.Tudo eram alegrias e cânticos.
IV.O médico assistiu o doente.
V.Lembrei-lhe o aniversário da filha.
Os enunciados que apresentam solecismo são:
Com esses dados, analise as orações: Com base nisso, analise os enunciados a seguir:
I.Eu lhe abracei.
II.Vendas à prazo.
III.Tudo eram alegrias e cânticos.
IV.O médico assistiu o doente.
V.Lembrei-lhe o aniversário da filha.
Os enunciados que apresentam solecismo são:
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A clareza e a precisão não são características que se
alcançam de forma isolada; elas dependem diretamente
das outras qualidades da redação oficial, que serão
apresentadas a seguir. Com esses dados identifique a
alternativa INCORRETA, tendo como referência as
normas estabelecidas no Manual de Redação da
Presidência da República.
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Na redação oficial, os pronomes de tratamento são
utilizados de maneira formal para expressar respeito e
deferência, dependendo do cargo ou posição hierárquica
da pessoa a quem se dirige a comunicação.
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, identifique a alternativa INCORRETA quanto ao emprego dos pronomes de tratamento, considerando a ordem: autoridade, endereçamento, vocativo e tratamento no corpo do texto.
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, identifique a alternativa INCORRETA quanto ao emprego dos pronomes de tratamento, considerando a ordem: autoridade, endereçamento, vocativo e tratamento no corpo do texto.
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Em relação ao ofício, aviso e memorando, bem como à
estrutura do padrão de ofício estabelecida pelo Manual
de Redação da Presidência da República, identifique a
informação CORRETA.
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O signatário é a pessoa responsável por assinar ou
subscrever documentos. Com base nas orientações do
Manual de Redação da Presidência da República,
analise as afirmativas a seguir:
I.Interino é aquele nomeado para ocupar transitoriamente cargo público durante a vacância.
II.Substituto é aquele designado para exercer as atribuições de cargo público vago ou no caso de afastamento e impedimentos legais ou regulamentares do titular.
III.Na identificação do signatário, o cargo ocupado pela pessoa não deve ser flexionado em relação ao gênero. Assim, o termo 'Coordenador Administrativo' refere-se tanto ao masculino quanto ao feminino.
IV.Na identificação do signatário, depois do nome do cargo, é possível utilizar os termos interino e substituto, sem hífen, sem vírgula e em minúsculo, conforme exemplos: Diretor-Geral interino e Secretário-Executivo substituto.
Estão corretas:
I.Interino é aquele nomeado para ocupar transitoriamente cargo público durante a vacância.
II.Substituto é aquele designado para exercer as atribuições de cargo público vago ou no caso de afastamento e impedimentos legais ou regulamentares do titular.
III.Na identificação do signatário, o cargo ocupado pela pessoa não deve ser flexionado em relação ao gênero. Assim, o termo 'Coordenador Administrativo' refere-se tanto ao masculino quanto ao feminino.
IV.Na identificação do signatário, depois do nome do cargo, é possível utilizar os termos interino e substituto, sem hífen, sem vírgula e em minúsculo, conforme exemplos: Diretor-Geral interino e Secretário-Executivo substituto.
Estão corretas:
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- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
A clareza deve ser uma característica fundamental de
todo texto oficial. Considera-se claro o texto que permite
uma compreensão imediata por parte do leitor. Não se
pode aceitar que um documento oficial ou um ato
normativo, de qualquer tipo, seja redigido de maneira
obscura, dificultando ou impedindo sua compreensão.
Com base nisso, marque a alternativa INCORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como tendências globais na gestão pública podem
servir de exemplo para o Brasil
Ao redor do mundo, governos têm sido percebidos como
lentos e burocráticos. É possível, entretanto, identificar
bons exemplos de práticas na gestão pública que
contrariam essa percepção geral. O relatório da Deloitte
"Tendências governamentais 2024" faz uma análise
global do tema, com mais de 200 casos de diversas
partes do mundo que são verdadeiras provas de
transformações radicais em serviços públicos.
São muitos os exemplos em que a convergência entre
tecnologias, regulamentações adaptadas e políticas
públicas que de fato favoreçam a sociedade permitiram
que governos aprimorassem mais de 10 vezes índices
como eficiência operacional e experiência do cliente.
Destravar a produtividade é uma das tendências
apontadas. Avanços na inteligência artificial (IA),
especialmente na IA generativa, abrem caminho para
oportunidades únicas de acelerar o ritmo de
produtividade governamental.
Um exemplo vem de Queensland, na Austrália, onde
hospitais públicos passaram a usar IA para prever
fatores como admissões de pacientes, tipos de
ferimentos e disponibilidade de leitos. Como resultado,
os hospitais puderam conciliar melhorias na condição
dos pacientes com a economia de valores expressivos
do orçamento.
Ganhar velocidade também pode fazer a diferença.
Usando o princípio "apenas 1 vez", a Áustria tornou
possível que hospitais, postos de atendimento, médicos
e demais profissionais de saúde possam acessar
informações de pacientes através de uma plataforma de
dados compartilhada, reduzindo significativamente o
tempo de resposta e atendimento à população.
Cultivar ecossistemas, além de destravar a
produtividade, também potencializa a inovação. Para
isso, é preciso quebrar os silos de onde diversos órgãos
enxergavam apenas sua parcela no emaranhado de
processos e demandas.
Um exemplo da Dinamarca ilustra esse caso. Por lá, o
governo estabeleceu 14 setores para agilizar a
descarbonização do país, cuja meta é, em 2030, reduzir
em 70% os níveis de 1990. Cada setor ficou responsável
por desenvolver parcerias específicas, inclusive com o
setor privado em áreas como construção e comércio.
Cada parceria dessas envolvia insights da sociedade
civil, da academia e de ministérios específicos, gerando
432 recomendações. Em 2023, cerca de 80% dessas
recomendações foram total ou parcialmente seguidas.
Para que essas evoluções sejam percebidas
efetivamente pela sociedade, a administração pública
deve enxergar o cidadão como o principal foco das suas ações − o seu verdadeiro "cliente". O estudo da Deloitte
mostra que melhorar as interações com o "cliente" não
apenas reduz o tempo que se leva para acessar serviços
públicos como ajuda a construir uma boa vontade em
relação às futuras interações com o governo.
A regulamentação, aliás, deve acompanhar essas
melhorias. Temos um bom exemplo no Brasil de como
políticas públicas, combinadas com o uso de tecnologia
e a atuação das Entidades Públicas, puderam favorecer
a inclusão financeira digital de milhares de pessoas e
pequenos negócios com o advento dos meios de
pagamento digitais, em especial o PIX.
Como mostra o estudo da Deloitte, há bons exemplos no
mundo todo − e, em sua maioria, eles só foram
viabilizados pela combinação de esforços entre
sociedade civil organizada, exercendo seu papel de
controle social das políticas públicas; empresas, através
da colaboração tecnológica ou diretamente por parcerias
público-privadas, para viabilizar os investimentos
necessários; academia, para prover capital intelectual e
um ambiente de pesquisa que favoreça o aprimoramento
tecnológico contínuo; e governo, fomentando os demais
agentes deste processo e provendo um ambiente de
negócios seguro e colaborativo, com políticas públicas
que favoreçam essa convergência.
https://www.deloitte.com/br/pt/Industries/government-public/perspective
s/tendencias-globais-gestao.html
Analise as afirmativas sobre os vocábulos extraídos do texto e marque com (V) para verdadeiro e (F) para falso as alternativas a seguir:
(__)O vocábulo 'aprimorassem' é formado por derivação sufixal, sendo a desinência verbal 'assem' responsável por indicar o modo subjuntivo no pretérito imperfeito.
(__)O vocábulo 'experiência' apresenta a seguinte separação silábica: ex-pe-ri-ên-cia. Trata-se de uma palavra paroxítona, caracterizada por seu acento na penúltima sílaba e que termina em ditongo crescente, conforme as normas ortográficas da língua.
(__)O vocábulo 'adaptadas' não apresenta uma vogal que se interponha entre as consoantes 'p' e 't', fato que se repete no vocábulo 'advinhar', o qual igualmente não contém uma vogal entre as consoantes 'd' e 'v', caracterizando assim uma estrutura fonética similar em ambas as palavras.
(__)O acento de intensidade desempenha um papel linguístico importante, sendo decisivo para o significado da palavra. Isso pode ser exemplificado pelo vocábulo 'públicas'.
(__)O Novo Acordo Ortográfico da língua Portuguesa causou modificações em algumas regras de acentuação. Uma dessas alterações é o uso facultativo do acento em certas palavras, um exemplo disso é o vocábulo 'cliente', que pode ou não receber acento circunflexo. Fenômeno que também se aplica ao vocábulo 'forma".
A sequência que completa corretamente os espaços é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como tendências globais na gestão pública podem
servir de exemplo para o Brasil
Ao redor do mundo, governos têm sido percebidos como
lentos e burocráticos. É possível, entretanto, identificar
bons exemplos de práticas na gestão pública que
contrariam essa percepção geral. O relatório da Deloitte
"Tendências governamentais 2024" faz uma análise
global do tema, com mais de 200 casos de diversas
partes do mundo que são verdadeiras provas de
transformações radicais em serviços públicos.
São muitos os exemplos em que a convergência entre
tecnologias, regulamentações adaptadas e políticas
públicas que de fato favoreçam a sociedade permitiram
que governos aprimorassem mais de 10 vezes índices
como eficiência operacional e experiência do cliente.
Destravar a produtividade é uma das tendências
apontadas. Avanços na inteligência artificial (IA),
especialmente na IA generativa, abrem caminho para
oportunidades únicas de acelerar o ritmo de
produtividade governamental.
Um exemplo vem de Queensland, na Austrália, onde
hospitais públicos passaram a usar IA para prever
fatores como admissões de pacientes, tipos de
ferimentos e disponibilidade de leitos. Como resultado,
os hospitais puderam conciliar melhorias na condição
dos pacientes com a economia de valores expressivos
do orçamento.
Ganhar velocidade também pode fazer a diferença.
Usando o princípio "apenas 1 vez", a Áustria tornou
possível que hospitais, postos de atendimento, médicos
e demais profissionais de saúde possam acessar
informações de pacientes através de uma plataforma de
dados compartilhada, reduzindo significativamente o
tempo de resposta e atendimento à população.
Cultivar ecossistemas, além de destravar a
produtividade, também potencializa a inovação. Para
isso, é preciso quebrar os silos de onde diversos órgãos
enxergavam apenas sua parcela no emaranhado de
processos e demandas.
Um exemplo da Dinamarca ilustra esse caso. Por lá, o
governo estabeleceu 14 setores para agilizar a
descarbonização do país, cuja meta é, em 2030, reduzir
em 70% os níveis de 1990. Cada setor ficou responsável
por desenvolver parcerias específicas, inclusive com o
setor privado em áreas como construção e comércio.
Cada parceria dessas envolvia insights da sociedade
civil, da academia e de ministérios específicos, gerando
432 recomendações. Em 2023, cerca de 80% dessas
recomendações foram total ou parcialmente seguidas.
Para que essas evoluções sejam percebidas
efetivamente pela sociedade, a administração pública
deve enxergar o cidadão como o principal foco das suas ações − o seu verdadeiro "cliente". O estudo da Deloitte
mostra que melhorar as interações com o "cliente" não
apenas reduz o tempo que se leva para acessar serviços
públicos como ajuda a construir uma boa vontade em
relação às futuras interações com o governo.
A regulamentação, aliás, deve acompanhar essas
melhorias. Temos um bom exemplo no Brasil de como
políticas públicas, combinadas com o uso de tecnologia
e a atuação das Entidades Públicas, puderam favorecer
a inclusão financeira digital de milhares de pessoas e
pequenos negócios com o advento dos meios de
pagamento digitais, em especial o PIX.
Como mostra o estudo da Deloitte, há bons exemplos no
mundo todo − e, em sua maioria, eles só foram
viabilizados pela combinação de esforços entre
sociedade civil organizada, exercendo seu papel de
controle social das políticas públicas; empresas, através
da colaboração tecnológica ou diretamente por parcerias
público-privadas, para viabilizar os investimentos
necessários; academia, para prover capital intelectual e
um ambiente de pesquisa que favoreça o aprimoramento
tecnológico contínuo; e governo, fomentando os demais
agentes deste processo e provendo um ambiente de
negócios seguro e colaborativo, com políticas públicas
que favoreçam essa convergência.
https://www.deloitte.com/br/pt/Industries/government-public/perspective
s/tendencias-globais-gestao.html
II."... ajuda a construir uma boa vontade em relação às futuras interações com o governo."
No que tange à regência estabelecida nos enunciados acima, identifique a alternativa que apresenta a informação CORRETA.
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Como tendências globais na gestão pública podem
servir de exemplo para o Brasil
Ao redor do mundo, governos têm sido percebidos como
lentos e burocráticos. É possível, entretanto, identificar
bons exemplos de práticas na gestão pública que
contrariam essa percepção geral. O relatório da Deloitte
"Tendências governamentais 2024" faz uma análise
global do tema, com mais de 200 casos de diversas
partes do mundo que são verdadeiras provas de
transformações radicais em serviços públicos.
São muitos os exemplos em que a convergência entre
tecnologias, regulamentações adaptadas e políticas
públicas que de fato favoreçam a sociedade permitiram
que governos aprimorassem mais de 10 vezes índices
como eficiência operacional e experiência do cliente.
Destravar a produtividade é uma das tendências
apontadas. Avanços na inteligência artificial (IA),
especialmente na IA generativa, abrem caminho para
oportunidades únicas de acelerar o ritmo de
produtividade governamental.
Um exemplo vem de Queensland, na Austrália, onde
hospitais públicos passaram a usar IA para prever
fatores como admissões de pacientes, tipos de
ferimentos e disponibilidade de leitos. Como resultado,
os hospitais puderam conciliar melhorias na condição
dos pacientes com a economia de valores expressivos
do orçamento.
Ganhar velocidade também pode fazer a diferença.
Usando o princípio "apenas 1 vez", a Áustria tornou
possível que hospitais, postos de atendimento, médicos
e demais profissionais de saúde possam acessar
informações de pacientes através de uma plataforma de
dados compartilhada, reduzindo significativamente o
tempo de resposta e atendimento à população.
Cultivar ecossistemas, além de destravar a
produtividade, também potencializa a inovação. Para
isso, é preciso quebrar os silos de onde diversos órgãos
enxergavam apenas sua parcela no emaranhado de
processos e demandas.
Um exemplo da Dinamarca ilustra esse caso. Por lá, o
governo estabeleceu 14 setores para agilizar a
descarbonização do país, cuja meta é, em 2030, reduzir
em 70% os níveis de 1990. Cada setor ficou responsável
por desenvolver parcerias específicas, inclusive com o
setor privado em áreas como construção e comércio.
Cada parceria dessas envolvia insights da sociedade
civil, da academia e de ministérios específicos, gerando
432 recomendações. Em 2023, cerca de 80% dessas
recomendações foram total ou parcialmente seguidas.
Para que essas evoluções sejam percebidas
efetivamente pela sociedade, a administração pública
deve enxergar o cidadão como o principal foco das suas ações − o seu verdadeiro "cliente". O estudo da Deloitte
mostra que melhorar as interações com o "cliente" não
apenas reduz o tempo que se leva para acessar serviços
públicos como ajuda a construir uma boa vontade em
relação às futuras interações com o governo.
A regulamentação, aliás, deve acompanhar essas
melhorias. Temos um bom exemplo no Brasil de como
políticas públicas, combinadas com o uso de tecnologia
e a atuação das Entidades Públicas, puderam favorecer
a inclusão financeira digital de milhares de pessoas e
pequenos negócios com o advento dos meios de
pagamento digitais, em especial o PIX.
Como mostra o estudo da Deloitte, há bons exemplos no
mundo todo − e, em sua maioria, eles só foram
viabilizados pela combinação de esforços entre
sociedade civil organizada, exercendo seu papel de
controle social das políticas públicas; empresas, através
da colaboração tecnológica ou diretamente por parcerias
público-privadas, para viabilizar os investimentos
necessários; academia, para prover capital intelectual e
um ambiente de pesquisa que favoreça o aprimoramento
tecnológico contínuo; e governo, fomentando os demais
agentes deste processo e provendo um ambiente de
negócios seguro e colaborativo, com políticas públicas
que favoreçam essa convergência.
https://www.deloitte.com/br/pt/Industries/government-public/perspective
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São biformes os adjetivos que têm como último elemento um adjetivo, em que ocorre a variação. O vocábulo 'público-privadas' é um exemplo de adjetivo biforme, que fez a concordância correta com o substantivo 'parcerias'.
Os enunciados a seguir apresentam adjetivos compostos biformes, exceto em:
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lentos e burocráticos. É possível, entretanto, identificar
bons exemplos de práticas na gestão pública que
contrariam essa percepção geral. O relatório da Deloitte
"Tendências governamentais 2024" faz uma análise
global do tema, com mais de 200 casos de diversas
partes do mundo que são verdadeiras provas de
transformações radicais em serviços públicos.
São muitos os exemplos em que a convergência entre
tecnologias, regulamentações adaptadas e políticas
públicas que de fato favoreçam a sociedade permitiram
que governos aprimorassem mais de 10 vezes índices
como eficiência operacional e experiência do cliente.
Destravar a produtividade é uma das tendências
apontadas. Avanços na inteligência artificial (IA),
especialmente na IA generativa, abrem caminho para
oportunidades únicas de acelerar o ritmo de
produtividade governamental.
Um exemplo vem de Queensland, na Austrália, onde
hospitais públicos passaram a usar IA para prever
fatores como admissões de pacientes, tipos de
ferimentos e disponibilidade de leitos. Como resultado,
os hospitais puderam conciliar melhorias na condição
dos pacientes com a economia de valores expressivos
do orçamento.
Ganhar velocidade também pode fazer a diferença.
Usando o princípio "apenas 1 vez", a Áustria tornou
possível que hospitais, postos de atendimento, médicos
e demais profissionais de saúde possam acessar
informações de pacientes através de uma plataforma de
dados compartilhada, reduzindo significativamente o
tempo de resposta e atendimento à população.
Cultivar ecossistemas, além de destravar a
produtividade, também potencializa a inovação. Para
isso, é preciso quebrar os silos de onde diversos órgãos
enxergavam apenas sua parcela no emaranhado de
processos e demandas.
Um exemplo da Dinamarca ilustra esse caso. Por lá, o
governo estabeleceu 14 setores para agilizar a
descarbonização do país, cuja meta é, em 2030, reduzir
em 70% os níveis de 1990. Cada setor ficou responsável
por desenvolver parcerias específicas, inclusive com o
setor privado em áreas como construção e comércio.
Cada parceria dessas envolvia insights da sociedade
civil, da academia e de ministérios específicos, gerando
432 recomendações. Em 2023, cerca de 80% dessas
recomendações foram total ou parcialmente seguidas.
Para que essas evoluções sejam percebidas
efetivamente pela sociedade, a administração pública
deve enxergar o cidadão como o principal foco das suas ações − o seu verdadeiro "cliente". O estudo da Deloitte
mostra que melhorar as interações com o "cliente" não
apenas reduz o tempo que se leva para acessar serviços
públicos como ajuda a construir uma boa vontade em
relação às futuras interações com o governo.
A regulamentação, aliás, deve acompanhar essas
melhorias. Temos um bom exemplo no Brasil de como
políticas públicas, combinadas com o uso de tecnologia
e a atuação das Entidades Públicas, puderam favorecer
a inclusão financeira digital de milhares de pessoas e
pequenos negócios com o advento dos meios de
pagamento digitais, em especial o PIX.
Como mostra o estudo da Deloitte, há bons exemplos no
mundo todo − e, em sua maioria, eles só foram
viabilizados pela combinação de esforços entre
sociedade civil organizada, exercendo seu papel de
controle social das políticas públicas; empresas, através
da colaboração tecnológica ou diretamente por parcerias
público-privadas, para viabilizar os investimentos
necessários; academia, para prover capital intelectual e
um ambiente de pesquisa que favoreça o aprimoramento
tecnológico contínuo; e governo, fomentando os demais
agentes deste processo e provendo um ambiente de
negócios seguro e colaborativo, com políticas públicas
que favoreçam essa convergência.
https://www.deloitte.com/br/pt/Industries/government-public/perspective
s/tendencias-globais-gestao.html
No que se refere aos aspectos linguísticos do trecho, identifique uma alternativa INCORRETA.
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