Foram encontradas 1.829 questões.
Sabe-se que se cada um dos dados numéricos de uma distribuição
é menor ou igual a M, então a média aritmética dos dados da
distribuição é menor, ou igual, a M.
Ou seja, se a média aritmética dos dados numéricos de uma distribuição é maior que 7, então
Ou seja, se a média aritmética dos dados numéricos de uma distribuição é maior que 7, então
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Uma urna contém bolas idênticas, exceto pelas suas cores:
algumas bolas são vermelhas e as restantes são azuis. Sabe-se que
a probabilidade de uma bola retirada ao acaso da urna ser azul é
igual a 10%. Uma bola foi retirada ao acaso da urna e devolvida.
Em seguida, repetiu-se o procedimento.
Qual é a probabilidade de as cores das bolas retiradas serem diferentes?
Qual é a probabilidade de as cores das bolas retiradas serem diferentes?
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Um operador precisa executar 5 procedimentos, A, B, C, D e E, um
por vez, em sequência, mas ainda não decidiu a ordem que
seguirá. Ele já sabe, todavia, que não começará pelo procedimento
C.
O número total de sequências dos cinco procedimentos, que atendem a restrição determinada pelo operador, é
O número total de sequências dos cinco procedimentos, que atendem a restrição determinada pelo operador, é
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Uma sala retangular foi dividida em quatro regiões retangulares.
As medidas das áreas de três regiões estão fornecidas na figura.
A área da região colorida de cinza corresponde a que fração da área da sala?
A área da região colorida de cinza corresponde a que fração da área da sala?
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Considere as seguintes premissas:
• Se apenas um entre João e Maria mora no bairro do Butantã, então o elefante é azul.
• Se João não mora do bairro do Butantã, então a galinha é verde.
• Se Maria mora no bairro do Butantã, então o cavalo é amarelo.
• O elefante não é azul.
Logo,
• Se apenas um entre João e Maria mora no bairro do Butantã, então o elefante é azul.
• Se João não mora do bairro do Butantã, então a galinha é verde.
• Se Maria mora no bairro do Butantã, então o cavalo é amarelo.
• O elefante não é azul.
Logo,
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Em março de 2025, o tempo médio de atendimento em um posto
de serviços era de 2h 45min. Em abril, o tempo médio de
atendimento foi reduzido em 30%.
O tempo médio de atendimento em abril foi de
O tempo médio de atendimento em abril foi de
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Um número natural N deixa resto 1 na divisão por 2 se, e somente
se, deixa resto
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A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto
a seguir:
Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
No entanto, há usos que indicam outros sentidos, como
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A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto
a seguir:
Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
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A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto
a seguir:
Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
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