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A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto
a seguir:
Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Assinale a opção em que não se observa este uso.
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A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto
a seguir:
Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
I. Não há sujeito expresso na oração.
II. Não há sujeito porque ficar é um verbo de estado; portanto, impessoal.
III. O sujeito se faz saber pela desinência do verbo.
IV. Observa-se um caso de sujeito simples, com um só núcleo.
Estão corretas
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a seguir:
Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
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Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
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Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
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LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
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Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
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LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
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Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)
Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais.
Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem
sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da
noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula
para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me
perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o
quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no
meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído.
Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto,
toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um
nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele
toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens
se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de
fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a
espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha.
E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo,
a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
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Um eletricista está analisando o projeto elétrico da suíte de um
apartamento, representado na planta baixa abaixo. O circuito de
iluminação do quarto é comandado por um interruptor three-way
(paralelo) localizado próximo à porta de entrada e outro
interruptor idêntico ao lado da cama. O ponto de luz central do
quarto é simbolizado por um círculo com as letras "a, b" inscritas.
Considerando o eletroduto que conecta o interruptor paralelo próximo à porta ao ponto de luz central, a descrição correta dos condutores presentes nesse trecho é que passam pelo eletroduto
Considerando o eletroduto que conecta o interruptor paralelo próximo à porta ao ponto de luz central, a descrição correta dos condutores presentes nesse trecho é que passam pelo eletroduto
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Uma equipe de arquitetura e urbanismo recebeu a tarefa de
analisar dois projetos distintos de parcelamento do solo:
Projeto A: prevê a subdivisão de uma grande gleba em lotes, com a criação de novas ruas e logradouros públicos para acesso às futuras edificações.
Projeto B: prevê a subdivisão de outra gleba, também em lotes destinados à edificação, mas sem abrir novas vias, aproveitando integralmente o sistema viário já existente.
Com base na Lei Federal nº 6.766/1979, é correto afirmar que
Projeto A: prevê a subdivisão de uma grande gleba em lotes, com a criação de novas ruas e logradouros públicos para acesso às futuras edificações.
Projeto B: prevê a subdivisão de outra gleba, também em lotes destinados à edificação, mas sem abrir novas vias, aproveitando integralmente o sistema viário já existente.
Com base na Lei Federal nº 6.766/1979, é correto afirmar que
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