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3961629 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: ARSESP
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Leia o excerto a seguir para responder à questão.
Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica
    Pensamos constantemente no tempo: avaliamos sua duração, consideramos o ontem e o amanhã, distinguimos o antes do depois. Habitamos no tempo e sobre ele, antecipando, lembrando, observando sua passagem. Em geral essas experiências são conscientes e, até onde podemos afirmar, exclusivas de nossa espécie. Mas, por baixo da superfície, sem que se pense nisso, infundindo toda vida e retroagindo a 4 bilhões de anos, está o ciclo circadiano, o tempo que se mede em dias.
    Para um fenômeno biológico, ele é notavelmente mecânico em sua confiabilidade, e nas últimas duas décadas cientistas deram largos passos delineando seus fundamentos genéticos e bioquímicos. De todos os relógios que existem em nós, o relógio circadiano é de longe o mais compreendido. Se a exploração científica do tempo humano fosse mapeada como uma jornada física, começaria em terra firme e à luz do dia, com nosso conhecimento dos ritmos circadianos, e baixaria para uma pantanosa obscuridade.
    Ritmos circadianos são comumente associados ao ciclo sono-vigília de alguém. Mas esse é um indicador enganoso: embora seus padrões de sono sejam influenciados por seu relógio circadiano, eles também são sujeitos ao controle da consciência. Você pode optar por ir cedo para a cama e se levantar cedo; viver como uma coruja, dormindo de dia e ficando desperto à noite; ou mesmo dispensar o sono por dias a fio. Não se passa por cima do relógio circadiano com tanta facilidade; se fosse assim, ele não seria digno de consideração.
(Alan Burdick, Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica. Adaptado)
Assinale a alternativa em que se identifica corretamente o emprego da expressão destacada em sentido próprio ou figurado.
 

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3961628 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: ARSESP
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Leia o excerto a seguir para responder à questão.
Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica
    Pensamos constantemente no tempo: avaliamos sua duração, consideramos o ontem e o amanhã, distinguimos o antes do depois. Habitamos no tempo e sobre ele, antecipando, lembrando, observando sua passagem. Em geral essas experiências são conscientes e, até onde podemos afirmar, exclusivas de nossa espécie. Mas, por baixo da superfície, sem que se pense nisso, infundindo toda vida e retroagindo a 4 bilhões de anos, está o ciclo circadiano, o tempo que se mede em dias.
    Para um fenômeno biológico, ele é notavelmente mecânico em sua confiabilidade, e nas últimas duas décadas cientistas deram largos passos delineando seus fundamentos genéticos e bioquímicos. De todos os relógios que existem em nós, o relógio circadiano é de longe o mais compreendido. Se a exploração científica do tempo humano fosse mapeada como uma jornada física, começaria em terra firme e à luz do dia, com nosso conhecimento dos ritmos circadianos, e baixaria para uma pantanosa obscuridade.
    Ritmos circadianos são comumente associados ao ciclo sono-vigília de alguém. Mas esse é um indicador enganoso: embora seus padrões de sono sejam influenciados por seu relógio circadiano, eles também são sujeitos ao controle da consciência. Você pode optar por ir cedo para a cama e se levantar cedo; viver como uma coruja, dormindo de dia e ficando desperto à noite; ou mesmo dispensar o sono por dias a fio. Não se passa por cima do relógio circadiano com tanta facilidade; se fosse assim, ele não seria digno de consideração.
(Alan Burdick, Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica. Adaptado)
Na expressão “ciclo sono-vigília” (3° parágrafo), os termos “sono” e “vigília” são antônimos.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o antônimo de palavra retirada do texto.
 

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3961627 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: ARSESP
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Leia o excerto a seguir para responder à questão.
Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica
    Pensamos constantemente no tempo: avaliamos sua duração, consideramos o ontem e o amanhã, distinguimos o antes do depois. Habitamos no tempo e sobre ele, antecipando, lembrando, observando sua passagem. Em geral essas experiências são conscientes e, até onde podemos afirmar, exclusivas de nossa espécie. Mas, por baixo da superfície, sem que se pense nisso, infundindo toda vida e retroagindo a 4 bilhões de anos, está o ciclo circadiano, o tempo que se mede em dias.
    Para um fenômeno biológico, ele é notavelmente mecânico em sua confiabilidade, e nas últimas duas décadas cientistas deram largos passos delineando seus fundamentos genéticos e bioquímicos. De todos os relógios que existem em nós, o relógio circadiano é de longe o mais compreendido. Se a exploração científica do tempo humano fosse mapeada como uma jornada física, começaria em terra firme e à luz do dia, com nosso conhecimento dos ritmos circadianos, e baixaria para uma pantanosa obscuridade.
    Ritmos circadianos são comumente associados ao ciclo sono-vigília de alguém. Mas esse é um indicador enganoso: embora seus padrões de sono sejam influenciados por seu relógio circadiano, eles também são sujeitos ao controle da consciência. Você pode optar por ir cedo para a cama e se levantar cedo; viver como uma coruja, dormindo de dia e ficando desperto à noite; ou mesmo dispensar o sono por dias a fio. Não se passa por cima do relógio circadiano com tanta facilidade; se fosse assim, ele não seria digno de consideração.
(Alan Burdick, Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica. Adaptado)
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
 

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No Brasil, em 2024, as três maiores fontes renováveis e as três maiores fontes não renováveis, em ordem decrescente de participação na matriz de energia elétrica brasileira, são:
Questão Anulada

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As Resoluções ANP nº 886/2022 e nº 906/2022 tratam de aspectos distintos da regulação do biometano no Brasil. Enquanto a primeira estabelece especificações para o uso de biometano oriundo de aterros sanitários e estações de tratamento de esgoto, a segunda versa sobre o biometano oriundo de resíduos orgânicos agrossilvopastoris e comerciais. Com base nas competências da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e no conteúdo dessas normas, assinale a alternativa correta.
Questão Anulada

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