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Foram encontradas 280 questões.

214889 Ano: 2010
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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Assinale a alternativa correta sobre os Modelos de valorização de ações baseados no valor patrimonial.
 

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214848 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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Em relação às máquinas de fluxo, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O rotor é o componente mecânico que interage com o fluido de trabalho e é comum às máquinas de fluxo a exceção das turbinas eólicas.
II. Escoamento de entrada sem choque é uma condição real em que o escoamento relativo ao rotor entra e sai tangente ao perfil da pá em cada seção.
III. A semelhança dinâmica só existe se forem satisfeitas a exigências para as semelhanças geométricas e cinemáticas.
IV. Em turbinas de reação a energia potencial é convertida parcialmente em energia cinética antes de atingir o rotor.
V. Para evitar a cavitação em bombas, o NPSH disponível deve ser maior que o NPSH requerido.
 

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214824 Ano: 2010
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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Na segunda metade da década de 1990, o Sistema Financeiro Nacional passou por momentos delicados como nos casos do Banco Econômico e do Banco Nacional. Com a possibilidade de um maior agravamento da situação, o governo lançou algumas medidas que deram origem ao PROER (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional). Dentre as alternativas, assinale a única que contém medidas realmente utilizadas pelo governo nesta época supracitada.
 

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214821 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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'EUA e Brasil têm os mesmos objetivos', avalia Hillary em relação ao Irã
A secretária de estado americana, Hillary Clinton, evitou nesta quarta-feira discordar da postura brasileira diante do enriquecimento de urânio no Irã. Depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter dito pela manhã que "não é prudente colocar o Irã contra a parede", a secretária insistiu que Brasil e Estados Unidos têm objetivos comuns no tema - apesar de descartar mais tentativas de negociações e apostar na sanção internacional.
Questionada sobre qual é a posição dos Estados Unidos em relação à forma como o Brasil tem tratado a questão do enriquecimento de urânio no Irã, Hillary disse que não há divergência. "Nenhum dos dois quer ver o Irã ter armas nucleares", disse a secretária, salientando que ambos concordam que a via diplomática é preferível. "Mas o presidente dos EUA, Barack Obama, tem tentado se aproximar dos iranianos no último ano e não tem sido recíproco".
Segundo Hillary, "o momento da ação internacional é agora", com a função de mostrar para o Irã que haverá consequências no caso de violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).
"O Brasil acredita que ainda tem espaço para negociação. Nós acreditamos que a boa fé do Irã em relação às negociações seria muito bem-vinda na comunidade internacional", prosseguiu. "A porta está aberta para negociação, mas não vemos ninguém andando nessa direção".
Antes da fala da americana, o ministro brasileiro das Relações Internacionais, Celso Amorim, reforçou a postura do Brasil em relação ao tema. "Não se trata de o Brasil se curvar a um consenso. As questões internacionais não são discutidas dessa maneira, com esse tipo de pressão. Cada país tem que pensar com sua própria cabeça", afirmou Amorim. "Nossos objetivos são idênticos. A questão é saber qual é o melhor caminho para se chegar lá".
Texto adaptado de <http://veja.abril.com.br/noticia/brasil2/euabrasil-tem-mesmos-objetivos-avalia-hillary-relacao-ao-ira-537446.shtml>. Acesso em 03 mar 2010.
Em “Depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter dito pela manhã que ‘não é prudente colocar o Irã contra a parede...’", a oração destacada é
 

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213102 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
Lixo na rua, lixo na mente
A situação no país só não é ainda mais grave graças aos catadores
Desde o último domingo a cidade de São Paulo está mandando para aterros em outros municípios as 13 mil toneladas diárias de lixo domiciliar e comercial que produz, pois se esgotou a capacidade de seu último aterro em funcionamento e ainda não está licenciada a área adicional de 435 mil metros quadrados para onde se pretende expandir o São João (Estado, 2/10).
Mais de uma vez já foram mencionados neste espaço maus exemplos que o autor destas linhas documentou em Nova York (EUA.) e Toronto (Canadá). Na primeira, deixou-se esgotar o aterro para onde iam 12 mil toneladas diárias de resíduos. E a solução foi transportá-las diariamente em caminhões para mais de 500 quilômetros de distância, no Estado da Virginia, e depositá-las num aterro privado, ao custo de US$ 720 mil por dia (US$ 30 por tonelada para o transporte, outro tanto para pagar o aterro). Em Toronto também se esgotou o aterro para onde iam 3 mil toneladas diárias. E se teve de implantar um comboio ferroviário para levá-las a 800 quilômetros de distância. São apenas dois de muitos exemplos. No Brasil mesmo, Belo Horizonte já está mandando lixo para dezenas de quilômetros de distância. O Rio de Janeiro tem de exportá-lo para a Baixada Fluminense. Curitiba esgotou o seu aterro, como muitas outras capitais.
Mas há boas notícias também. Uma delas foi anunciada pelo próprio ministro do Meio Ambiente: vai criar um programa de remuneração para os catadores de lixo no Brasil, que já são cerca de 1 milhão. É graças aos catadores que não temos uma situação ainda mais grave no País, já que são eles que encaminham para a reciclagem em empresas (em usinas públicas a porcentagem é insignificante) cerca de um terço do papel e papelão descartado, uns 20% do vidro, talvez outro tanto de plásticos e a quase totalidade das latas de bebidas.
Mas é preciso avançar mais: implantar coleta seletiva em toda parte, encarregar cooperativas de reciclagem de recolher os resíduos já separados, construir usinas de triagem operadas e administradas por elas, onde se pode reciclar cerca de 80% do lixo recolhido - transformando todo o lixo orgânico em composto para uso na jardinagem, contenção de encostas, etc.; todo o papel e papelão, em telhas revestidas de betume, capazes de substituir as de amianto com muitas vantagens; transformando todo o plástico PVC em pellets (para serem utilizados como matéria-prima) ou em mangueiras pretas; moendo o vidro e vendendo-o a recicladoras, assim como latas de alumínio e outros metais. Por esses caminhos se consegue reduzir para 20% o lixo destinado ao aterro. Gerando trabalho e renda para um contingente hoje sem nenhuma proteção.
Outra boa notícia (Estado, 2/10) é a de que a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e a Cetesb concluíram a vistoria dos últimos 48 lixões em território paulista. Para 18 deles já há soluções apresentadas pelas prefeituras. Outros 22 apresentarão suas soluções ainda este mês e 7 já estão em processo de interdição; 13 lixões foram fechados nos últimos dois anos. É uma contribuição importante, já que quase metade do lixo domiciliar e comercial no País continua indo para lixões a céu aberto.
Não será fácil equacionar a questão. Segundo estudo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), implantar um aterro capaz de receber 2 mil toneladas diárias de resíduos custa em média R$ 525,8 milhões; de médio porte, para 800 toneladas/dia, R$ 236,5 milhões; e de pequeno porte, para 100 toneladas/dia, R$ 52,4 milhões (Estado, 7/9). Quantas prefeituras têm capacidade financeira para esse investimento, lembrando que a produção média de lixo por pessoa no País já está acima de um quilo por dia? Não por acaso, o mercado da limpeza urbana, segundo estudo da Unesp, está em R$ 17 bilhões anuais. Mas não bastasse tanto lixo, ainda importamos desde janeiro de 2008 mais de 220 mil toneladas de lixo, pagando R$ 257,9 milhões, para ser reciclado e reutilizado em vários setores industriais (Estado, 26/7).
E há outros problemas. Diz, por exemplo, o noticiário deste jornal (16/8) que a Cetesb identificou 19 áreas contaminadas por lixo tóxico só no Bairro da Mooca, que ocupam 300 mil metros quadrados - herança de seu passado industrial. Será preciso descontaminar essas áreas, com altos custos. E encontrar depósitos para o lixo perigoso.
Talvez num deles se possa depositar também o altamente perigoso lixo político que está invadindo nossa vida pública e poderá ter consequências funestas. Pode-se começar lembrando as declarações do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, segundo quem "forças demoníacas" têm criado obstáculos ao licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (Estado, 30/9). A referência era a ONGs, como o Conselho Indigenista Missionário, e vários outros movimentos sociais, além do Ministério Público Federal, que criticam o projeto. Mas atinge também estudos de universidades que têm demonstrado a precariedade das avaliações sobre consequências ambientais, sociais, políticas e econômicas daquela usina e pedido novos estudos, inclusive sobre o custo da implantação, ora estimado em R$ 9 bilhões, ora em R$ 30 bilhões. Sem argumentos, o ministro prefere demonizar os críticos - um caminho perigoso, porque o passo seguinte seria exorcizá-los, talvez bani-los da vida pública - ou coisa pior.
Na mesma linha, as afirmações do governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, de que o ministro do Meio Ambiente é "maconheiro" e "homossexual" e que gostaria de "estuprá-lo em praça pública"(!). E, para completar, o presidente do PSC, Vitor Nósseis (O
Popular, 3/10), que, para explicar a migração de políticos para outros partidos, comparou-a a "uma relação entre marido e mulher": "Se o dinheiro sai pela porta, a mulher sai pela janela."
Como se pode avançar na política com tanto lixo?
Disponível em <http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/washingtonnovaes- residuos-solidos-aterros-brasil-504843.shtml>. Acesso em 06 mar 2010.
Em “...inclusive sobre o custo da implantação, ora estimado em R$ 9 bilhões, ora em R$ 30 bilhões.”, o valor lógico-semântico apresentado pelos elementos destacados é o de
 

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213086 Ano: 2010
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
Analise as assertivas e assinale a alternativa que apresenta as corretas. A Comissão de Valores Mobiliários terá jurisdição em todo o território nacional e no exercício de suas atribuições, poderá examinar registros contábeis, livros ou documentos de
I. pessoas naturais e jurídicas que integram o sistema de distribuição de valores mobiliários.
II. das companhias abertas.
III. dos fundos e sociedades de investimento.
IV. das carteiras e depósitos de valores mobiliários.
 

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209343 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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No processo de usinagem, o tipo e a qualidade da textura dependem de inúmeros parâmetros, dentre eles, a natureza do material e sua microestrutura e o processo de fabricação empregado. Analise as alternativas e assinale a INCORRETA.
 

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205733 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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Um auditor externo, em procedimento para confirmação dos passivos tributários e trabalhistas, solicita à empresa auditada que envie carta aos escritórios de advocacia contratados para confirmar a existência de processos, classificando-os de acordo com o risco e a probabilidade de êxito em “possíveis, prováveis e remotos”. Qual a denominação desse procedimento?
 

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205722 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta conteúdo verdadeiro sobre Administração do Capital de Giro.
 

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204371 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: BADESUL
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McLuhan era um especialista em poesia metafísica inglesa. Daí, talvez, seu gosto pela expressão metafórica, pelo paradoxo filosófico e pela frase sentenciosa. Seu pensamento pode ser resumido em proposições elementares. Assinale a alternativa que NÃO corresponde aos pensamentos de Mcluhan.
 

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