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José subiu na balança com seu filho no colo e o peso aferido foi de 101 kg. Em seguida, José fez o mesmo com sua filha e a balança marcou 93 kg. Sabendo-se que as duas crianças pesam juntas 38 kg, o peso de José é
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Atenção: Leia o texto “A Caatinga”, de Jorge Amado, para responder às questões de números 5 a 8.
A Caatinga
Agreste e inóspita estende-se a caatinga. Os arbustos ralos elevam-se por léguas e léguas no sertão seco e bravio, como um deserto de espinhos. Cobras e lagartos arrastam-se por entre as pedras, sob o sol escaldante do meio-dia. São lagartos enormes, parecem sobrados do princípio do mundo, parados, sem expressão nos olhos fixos, coma se fossem esculturas primitivas. São as cobras mais venenosas, a cascavel e o jararacuçu, a jararaca é a coral. Silvam ao bulir dos galhos, ao saltar dos lagartos, ao calor do sol. Os espinhos se cruzam na caatinga, é o intransponível deserto, o coração inviolável do Nordeste, a seca, o espinho e o veneno, a carência de tudo, do mais rudimentar caminho, de qualquer árvore de boa sombra e de sugosa fruta. Apenas as umburanas se levantam, de quando em quando, quebrando a monotonia dos arbustos com a sua presença amiga e acolhedora. No mais são as palmatórias, as favelas, os mandacarus, os columbis, as quixibas, os croás, os xiquexiques, as coroas-de-padre, em meio a cuja rispidez surge, como uma visão de toda beleza, a flor de uma orquídea. Um emaranhado de espinhos, impossível de transpor. Por léguas e léguas, através de todo o Nordeste, o deserto da caatinga. Impossível de varar, sem estradas, sem caminho, sem picadas, sem comida e sem água, sem sombra e sem regatos. A caatinga nordestina.
(Adaptado de: AMADO, Jorge. A caatinga. Disponível em: https:umaacademia.org.br'
Os arbustos ralos elevam-se por léguas e léguas
A alternativa em que o trecho sublinhado exerce função sintática semelhante ao de “por léguas e léguas" é:
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Atenção: Leia o texto “A Caatinga”, de Jorge Amado, para responder às questões de números 5 a 8.
A Caatinga
Agreste e inóspita estende-se a caatinga. Os arbustos ralos elevam-se por léguas e léguas no sertão seco e bravio, como um deserto de espinhos. Cobras e lagartos arrastam-se por entre as pedras, sob o sol escaldante do meio-dia. São lagartos enormes, parecem sobrados do princípio do mundo, parados, sem expressão nos olhos fixos, coma se fossem esculturas primitivas. São as cobras mais venenosas, a cascavel e o jararacuçu, a jararaca é a coral. Silvam ao bulir dos galhos, ao saltar dos lagartos, ao calor do sol. Os espinhos se cruzam na caatinga, é o intransponível deserto, o coração inviolável do Nordeste, a seca, o espinho e o veneno, a carência de tudo, do mais rudimentar caminho, de qualquer árvore de boa sombra e de sugosa fruta. Apenas as umburanas se levantam, de quando em quando, quebrando a monotonia dos arbustos com a sua presença amiga e acolhedora. No mais são as palmatórias, as favelas, os mandacarus, os columbis, as quixibas, os croás, os xiquexiques, as coroas-de-padre, em meio a cuja rispidez surge, como uma visão de toda beleza, a flor de uma orquídea. Um emaranhado de espinhos, impossível de transpor. Por léguas e léguas, através de todo o Nordeste, o deserto da caatinga. Impossível de varar, sem estradas, sem caminho, sem picadas, sem comida e sem água, sem sombra e sem regatos. A caatinga nordestina.
(Adaptado de: AMADO, Jorge. A caatinga. Disponível em: https:umaacademia.org.br'
No trecho Os espinhos se cruzam na caatinga, a palavra “se” agrega ao verbo um valor semântico de
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Atenção: Leia o texto “A Caatinga”, de Jorge Amado, para responder às questões de números 5 a 8.
A Caatinga
Agreste e inóspita estende-se a caatinga. Os arbustos ralos elevam-se por léguas e léguas no sertão seco e bravio, como um deserto de espinhos. Cobras e lagartos arrastam-se por entre as pedras, sob o sol escaldante do meio-dia. São lagartos enormes, parecem sobrados do princípio do mundo, parados, sem expressão nos olhos fixos, coma se fossem esculturas primitivas. São as cobras mais venenosas, a cascavel e o jararacuçu, a jararaca é a coral. Silvam ao bulir dos galhos, ao saltar dos lagartos, ao calor do sol. Os espinhos se cruzam na caatinga, é o intransponível deserto, o coração inviolável do Nordeste, a seca, o espinho e o veneno, a carência de tudo, do mais rudimentar caminho, de qualquer árvore de boa sombra e de sugosa fruta. Apenas as umburanas se levantam, de quando em quando, quebrando a monotonia dos arbustos com a sua presença amiga e acolhedora. No mais são as palmatórias, as favelas, os mandacarus, os columbis, as quixibas, os croás, os xiquexiques, as coroas-de-padre, em meio a cuja rispidez surge, como uma visão de toda beleza, a flor de uma orquídea. Um emaranhado de espinhos, impossível de transpor. Por léguas e léguas, através de todo o Nordeste, o deserto da caatinga. Impossível de varar, sem estradas, sem caminho, sem picadas, sem comida e sem água, sem sombra e sem regatos. A caatinga nordestina.
(Adaptado de: AMADO, Jorge. A caatinga. Disponível em: https:umaacademia.org.br'
O trecho em que o emprego da vírgula indica uma elipse está em
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Atenção: Leia o texto “A Caatinga”, de Jorge Amado, para responder às questões de números 5 a 8.
A Caatinga
Agreste e inóspita estende-se a caatinga. Os arbustos ralos elevam-se por léguas e léguas no sertão seco e bravio, como um deserto de espinhos. Cobras e lagartos arrastam-se por entre as pedras, sob o sol escaldante do meio-dia. São lagartos enormes, parecem sobrados do princípio do mundo, parados, sem expressão nos olhos fixos, coma se fossem esculturas primitivas. São as cobras mais venenosas, a cascavel e o jararacuçu, a jararaca é a coral. Silvam ao bulir dos galhos, ao saltar dos lagartos, ao calor do sol. Os espinhos se cruzam na caatinga, é o intransponível deserto, o coração inviolável do Nordeste, a seca, o espinho e o veneno, a carência de tudo, do mais rudimentar caminho, de qualquer árvore de boa sombra e de sugosa fruta. Apenas as umburanas se levantam, de quando em quando, quebrando a monotonia dos arbustos com a sua presença amiga e acolhedora. No mais são as palmatórias, as favelas, os mandacarus, os columbis, as quixibas, os croás, os xiquexiques, as coroas-de-padre, em meio a cuja rispidez surge, como uma visão de toda beleza, a flor de uma orquídea. Um emaranhado de espinhos, impossível de transpor. Por léguas e léguas, através de todo o Nordeste, o deserto da caatinga. Impossível de varar, sem estradas, sem caminho, sem picadas, sem comida e sem água, sem sombra e sem regatos. A caatinga nordestina.
(Adaptado de: AMADO, Jorge. A caatinga. Disponível em: https:umaacademia.org.br'
Silvam ao bulir dos galhos, ao saltar dos lagartos, ao calor do sol.
O termo sublinhado, no contexto em que se encontra, tem o sentido de
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Atenção: Leia o poema de Bruna Vieira para responder às questões de números 1 a 4.
Seu defeito também é você
Ser uma pessoa teimosa
é saber confiar no próprio instinto
mais do que qualquer outra coisa
É ouvir todos os conselhos com atenção,
mas ainda sentir que é preciso tirar suas próprias conclusões.
Cabeça dura. Coração mole.
Não há espinho que te afaste da roseira
Não há altura que te impeça de apreciar a vista
Não há velocidade que te faça perder o controle
Continue teimando, garota.
mas dessa vez tenha certeza de que é pelo motivo certo.
Por um sonho que te completa
Por alguém que vale a pena
Por uma história em que você é a personagem principal.
(Adaptado de: VIEIRA, Bruna. Meu corpo virou poesia. Seguinte Editora, 2021)
Continue teimando, garota.
mas dessa vez lenha certeza de que é pelo motivo certo.
Por um sonho que te completa
No contexto em que se insere, a preposição “por” expressa ideia de
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Atenção: Leia o poema de Bruna Vieira para responder às questões de números 1 a 4.
Seu defeito também é você
Ser uma pessoa teimosa
é saber confiar no próprio instinto
mais do que qualquer outra coisa
É ouvir todos os conselhos com atenção,
mas ainda sentir que é preciso tirar suas próprias conclusões.
Cabeça dura. Coração mole.
Não há espinho que te afaste da roseira
Não há altura que te impeça de apreciar a vista
Não há velocidade que te faça perder o controle
Continue teimando, garota.
mas dessa vez tenha certeza de que é pelo motivo certo.
Por um sonho que te completa
Por alguém que vale a pena
Por uma história em que você é a personagem principal.
(Adaptado de: VIEIRA, Bruna. Meu corpo virou poesia. Seguinte Editora, 2021)
Ser uma pessoa teimosa
é saber confiar no próprio instinto
mais do que qualquer outra coisa
Considerando a correlação entre os versos acima, apresenta-se correção gramatical quanto ao uso da regência em:
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Atenção: Leia o poema de Bruna Vieira para responder às questões de números 1 a 4.
Seu defeito também é você
Ser uma pessoa teimosa
é saber confiar no próprio instinto
mais do que qualquer outra coisa
É ouvir todos os conselhos com atenção,
mas ainda sentir que é preciso tirar suas próprias conclusões.
Cabeça dura. Coração mole.
Não há espinho que te afaste da roseira
Não há altura que te impeça de apreciar a vista
Não há velocidade que te faça perder o controle
Continue teimando, garota.
mas dessa vez tenha certeza de que é pelo motivo certo.
Por um sonho que te completa
Por alguém que vale a pena
Por uma história em que você é a personagem principal.
(Adaptado de: VIEIRA, Bruna. Meu corpo virou poesia. Seguinte Editora, 2021)
De acordo com o poema, ser uma pessoa teimosa se relaciona a
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Atenção: Leia o poema de Bruna Vieira para responder às questões de números 1 a 4.
Seu defeito também é você
Ser uma pessoa teimosa
é saber confiar no próprio instinto
mais do que qualquer outra coisa
É ouvir todos os conselhos com atenção,
mas ainda sentir que é preciso tirar suas próprias conclusões.
Cabeça dura. Coração mole.
Não há espinho que te afaste da roseira
Não há altura que te impeça de apreciar a vista
Não há velocidade que te faça perder o controle
Continue teimando, garota.
mas dessa vez tenha certeza de que é pelo motivo certo.
Por um sonho que te completa
Por alguém que vale a pena
Por uma história em que você é a personagem principal.
(Adaptado de: VIEIRA, Bruna. Meu corpo virou poesia. Seguinte Editora, 2021)
Não há espinho que te afaste da roseira
Não há altura que te impeça de apreciar a vista
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as formas verbais em concordância com o pronome pessoal utilizado nos versos acima são:
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Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.
Realidade e consciência
A questão da consciência está profundamente relacionada com a noção de realidade. Mesmo que outros animais tenham algum nível de consciência e interajam ativamente com a realidade física, somos aparentemente a única espécie terrestre que tem autoconsciência e uma capacidade cognitiva suficientemente complexa para contemplar a natureza da consciência, mesmo se continuamos sem entendê-la. Em outras palavras, somos a única espécie capaz de refletir sobre a própria existência.
Existimos em um mundo que acreditamos ser real. Por “real” quero dizer um mundo que não é fabricação das nossas mentes, que tem uma existência que independe da nossa percepção. Essa crença vem da integração de estímulos oriundos “lã fora”, no mundo externo, levados ao mundo interior e lá interpretados, o mundo da nossa consciência. Com isso, vou contra a posição do idealista radical que acredita que apenas a mente existe e que a realidade “lá fora” é uma ilusão (doutrina chamada de solipsismo). A realidade "lá fora" existe, mesmo que sua natureza dependa de como a percebamos “aqui dentro”.
A dor que sentimos ao chutar uma pedra (a pedra está no caminho mesmo que a experiência da dor seja única para cada indivíduo) ou os bilhões de anos de história cósmica sem a existência de mentes (a inteligência, nossa ou qualquer outra, demora um tempo para evoluir) são, para mim, evidências suficientes de que o mundo existe independentemente da nossa presença.
Não há dúvida de que podem existir diferenças em como percebemos o mundo lá fora; alucinações são um excelente exemplo de como a nossa percepção da realidade pode ser distorcida. Mas parece claro que existe algo, uma realidade em que funcionamos, e que nossos cérebros percebem em parte através dos nossos órgãos sensoriais, nossas antenas para a realidade.
(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. A Ilha do conhecimento. Rio de Janeiro: Record, 1923, p. 315-316)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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