Foram encontradas 60 questões.
O convescote dos “inconfiáveis”
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
Dos períodos exibidos a seguir, assinale aquele que NÃO apresenta uma ou mais palavras com problemas de ortografia e/ou acentuação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Hardware é a parte física do computador. Exemplos: monitor, processador e firmware.
( ) Software é a parte lógica do computador. Exemplos: editores de texto, planilhas eletrônicas e sistemas operacionais.
( ) O teclado, o mouse e o scanner são considerados periféricos de entrada em um computador.
( ) O monitor, a impressora e o modem são periféricos somente de saída em um computador.
( ) Os dispositivos de entrada e saída são aqueles capazes de fornecer dados ao usuário e ao sistema no mesmo hardware. Exemplos: pendrive e monitor TouchScreen.
A sequência está correta em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Banco Central do Brasil, através da Resolução nº 394/76, definiu a competência e disciplinou a constituição e o funcionamento dos Bancos de Desenvolvimento. Com base no regulamento anexo à Resolução nº 394/76, assinale a afirmativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acerca das Sociedades Civis, de acordo com a Lei Federal nº 6.404/76 e suas alterações, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Lei nº 10.520/2002, que instituiu no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, a modalidade de licitação denominada pregão, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Admitindo-se uma empresa monopolista e conhecendo as funções de custo (C) e demanda (p), representadas a seguir, fechada e sem a presença de governo, tem-se que a função consumo (C) do país é dada por C = 0,75y + 40, a renda conhecida de pleno emprego é igual a R$ 500. Assinale a alternativa que expressa o preço que deve ser cobrado por essa empresa para que seu lucro seja máximo.
(Dados: C = 200 + 2x e p = 100 – 2x)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O método do valor presente líquido é muito utilizado quando da realização de estudos de viabilidade econômica e financeira em projetos de investimentos empresariais que exigem a visualização do retorno do investimento atribuído ao projeto avaliado.
Com base nos dados apresentados e considerando o custo de oportunidade do projeto como sendo de 10% ao ano, obtidos a partir da análise de um projeto de investimento, calcule o valor líquido gerado, aproximadamente, pelo projeto de investimento apresentado a seguir:
| n(anos) | Fluxo de Caixa Gerado em milhões de R$ |
| 0 | !$ -90 !$ |
| 1 | !$ 49 !$ |
| 2 | !$ 36 !$ |
| 3 | !$ 39 !$ |
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Coletados os dados numa propriedade rural com produção voltada para o leite, foram apresentados os seguintes dados: função produção P = 500x0,05,, onde x é o número de homens-hora empregados por mês e P o número de litros de leite produzidos mensalmente. Com base nesses dados, calcule daqui a quanto tempo a população desse país dobrará, mantendo todas as demais variáveis constantes, assinalando o valor da produtividade marginal do trabalho de 6.400 homens/hora empregados.
(Considere para simplificação dos cálculos: log 2 = 0,30 e log 1,05 = 0,02.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As empresas podem apurar, conforme a disponibilidade de dados, seu ponto de equilíbrio econômico. Supondo que um economista desta organização conseguiu, através de inferências estatísticas, apurar as funções da receita e dos custos, dados respectivamente por R(x) e C(x) a seguir, assinale a quantidade que deverá ser produzida (em unidades) para que esta empresa obtenha seu ponto de nivelamento, crítico ou de equilíbrio.
(Dados: !$ R(x)=\large{1\over2}x !$ e !$ C(x)=20+\large{1\over4}x !$ )
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O convescote dos “inconfiáveis”
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container