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Foram encontradas 60 questões.

672060 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Índice e produtividade são dois parâmetros que devem ser observados em projetos orçamentários. Pode-se definir produtividade como a taxa de produção de uma pessoa ou grupo e índice, como o inverso da produtividade.
Assinale a alternativa que NÃO evidencia a importância do conhecimento e domínio desses índices.
 

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão responsável por expedir diretrizes gerais para o bom funcionamento do Sistema Financeiro Nacional.
São funções desempenhadas pelo CMN, EXCETO:
 

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670887 Ano: 2014
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Muitos trabalhadores são sujeitos a condições insalubre e de periculosidade em ambientes de trabalho. De acordo com as condições de exposição, geram-se encargos adicionais para o trabalho. Esses encargos são importantes para o orçamentista, a fim de que o orçamento não fique fora da realidade.
As porcentagens a serem adicionadas para insalubridade e periculosidade são, respectivamente,
 

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670561 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
De acordo com a NBR 14.653, norma que dispõe sobre a avaliação de imóveis urbanos e rurais com uso de tratamento científico, existem parâmetros avaliativos, com base científica, para definir modelos de avaliação de imóveis.
De acordo com a referida norma, os imóveis urbanos, quanto ao uso, classificam-se como, EXCETO:
 

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Sobre o investimento em coligadas e controladas, assinale a alternativa que encontra-se em DESACORDO com a Lei nº 6.404/76.
 

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646307 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Em obras de grande porte, um dos fatores pouco considerados são os custos com a manutenção dos equipamentos. Considerando uma retroescavadeira da marca Hyundai, modelo de 70 HP, cujo valor de aquisição foi R$ 150.000,00, com vida útil estimada em 5 anos e que realiza 3.500 horas de serviço por ano, determine o custo de manutenção por hora.
 

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O número de capitalizações para um capital quadruplicar se aplicado à taxa de 18% ao ano, capitalizado mensalmente, é dado pela expressão
 

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640961 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
A água é necessária para muitos fins na obra, sendo usada para preparo do concreto e de argamassas, limpeza de veículos, higienização, entre outros. Analise a tabela a seguir, criada por especialistas, que apresenta uma estimativa desse consumo.
Uso Demanda
Água para beber e higiene 30 Ls/homem – dia
Água para preparar argamassa 250 Ls/m3
Água para preparar concreto 200 Ls/m3
Água para tratamento do concreto 30 Ls/m3
Outros fins de pequena demanda Adicional de 20%
No planejamento bem elaborado de uma obra, deve-se considerar o consumo estimado de água. Qual o consumo de água de um canteiro de obras com 120 trabalhadores, considerando o adicional de pequena demanda?
 

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Em 13 de agosto de 2013, Pedro pegou emprestada a quantia de R$ 40.000,00, das mãos de Paulo, à taxa composta de 5% ao mês. Em 13 de novembro do mesmo ano, Pedro pagou a Paulo a quantia de R$ 21.005,00. O valor que Pedro desembolsou, em 13 de dezembro de 2013, para liquidar sua dívida junto a Paulo, foi de
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
A palavra “imparável”, presente no trecho “Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável.” (11º§), é formada por qual(is) processo(s) morfológico(s)?
 

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