Magna Concursos

Foram encontradas 1.145 questões.

328305 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Dentre os sistemas representados pelas funções de transferência abaixo, o único que exibe resposta oscilatória com amplitude decrescente no tempo para a saída Y(t), quando a entrada U(t) é submetida a um degrau unitário, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Na programação em Visual Basic 6, é comum o uso de rotinas com passagem de parâmetros. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I - Por “default”, a passagem de parâmetros se dá por referência.
II - A passagem de parâmetros é por valor, quando se precedem os argumentos com a palavra-chave ByVal, o que significa que o procedimento chamado não poderá mudar os argumentos no procedimento chamador.
III - Na passagem de parâmetros por referência, o procedimento chamador pode mudar os valores dos argumentos no procedimento chamado.
Está correto o que se afirma em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
324767 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Uma empresa contratou um serviço de auditoria com o objetivo de certificar seu Sistema de Gestão da Qualidade no âmbito da excelência. Tal certificação é obtida por meio da Norma
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
324765 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

O Homem e o Universo
Somos criaturas espirituais num cosmo que só
mostra indiferença

Algo paradoxal ocorre quando nos deparamos com nossa “pequenez” perante a Natureza.

Por um lado, vemo-nos como seres especiais, superiores, capazes de construir tantas coisas, de criar o belo, de transformar o mundo através da manipulação de matéria-prima, da pedra bruta ao diamante, da terra inerte ao monumento cheio de significado, dos elementos químicos a plásticos, aviões, bolas e pontes. Somos artesãos, meio como as formigas, que constroem seus formigueiros aos poucos, trazendo coisas daqui e dali, erigindo seus abrigos contra as intempéries do mundo.

Por outro lado, vemos nossas obras destruídas em segundos por cataclismas naturais, prédios que desabam, cidades submersas por rios e oceanos ou por cinzas e lava, nossas criações arruinadas em segundos, feito os formigueiros que são achatados sob as sandálias de uma criança, causando pânico geral entre os insetos.

O paradoxo se intensifica mais quando olhamos para o céu e vemos a escuridão da noite ou o azul vago do dia, aparentemente estendendo-se ao infinito, uma casa sem paredes ou teto, sem uma fronteira demarcada. E se pensamos que cada estrela é um sol, e que tantas delas têm sua corte de planetas, fica difícil evitar a questão da nossa existência cósmica, se estamos aqui por algum motivo, se existem outros seres como nós – ou talvez muito diferentes – mas que, por pensar, também se inquietam com essas questões, buscando significado num cosmo que só mostra indiferença.

O que sabemos dos nossos vizinhos cósmicos, os outros planetas do Sistema Solar, não inspira muito calor humano. Vemos mundos belíssimos e hostis à vida, borbulhantes ou frígidos, cobertos por pedras inertes ou por moléculas que parecem traçar uma trilha interrompida, que ia a algum lugar mas, no meio do caminho, esqueceu o seu destino. Só aqui, na Terra, a trilha seguiu em frente, criou seres de formas diversas e exuberantes, compromissos entre as exigências ambientais e a química delicada da vida.

Se continuarmos nossa viagem para longe daqui, veremos nossa galáxia, soberana, casa de 300 bilhões de estrelas, número não tão diferente do total de neurônios no cérebro humano. A pequenez é ainda maior quando pensamos que a Terra, e mesmo o Sistema Solar inteiro, não passa de um ponto insignificante nessa espiral brilhante que se estende por 100 mil anos-luz. Porém, se o que vemos no Sistema Solar, a incrível diversidade de seus planetas e luas, é uma indicação, imagine que surpresas nos esperam em trilhões de outros mundos, cada um grão de areia numa praia.

Ao olhar para o Universo, o homem é nada. Ao olhar para o Universo, o homem é tudo. Esse é o paradoxo da nossa existência, sermos criaturas espirituais num mundo que não se presta a questionamentos profundos, um mundo que segue, resoluto, o seu curso, que procuramos entender com nossa ciência e, de forma distinta, com nossa arte.

Talvez esse paradoxo não tenha uma resolução.

Talvez seja melhor que não tenha. Pois é dessa inquietação do ser que criamos significado, conhecimento e aprendemos a lidar com o mundo e com nós mesmos. Se respondemos a uma pergunta, devemos estar prontos a fazer outra. Se nos perdemos na vastidão do cosmo, se sentimos o peso de sermos as únicas criaturas a questionar o porquê das coisas, devemos também celebrar a nossa existência breve. Ao que parece, somos a consciência cósmica, somos como o Universo pensa sobre si mesmo.

Marcelo Gleiser, Folha de São Paulo, 31 de janeiro de 2010.

Observe:

“Porém, se o que vemos no Sistema Solar, a incrível diversidade de seus planetas e luas, é uma indicação ... “ (l. 20-21).

A indicação a que se refere o texto é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
324756 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Durante um incêndio em um prédio, foi acionado o plano de controle de emergência. Nesse plano, existe uma brigada de abandono para o qual foram definidas previamente Funções x Atribuições Específicas. Qual das funções está relacionada corretamente a uma de suas atribuições específicas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
324191 Ano: 2010
Disciplina: Arquivologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
A descrição de imagens, tanto as estáticas como aquelas em movimento, deve ser
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O composto de marketing representa, entre outros instrumentos da administração, as ferramentas disponíveis para influenciar os consumidores. Sob a ótica dos clientes, uma rede de distribuidores de combustíveis deve administrar os elementos ligados ao fator praça para lhes proporcionar
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
323889 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Segundo a economia do meio ambiente, qualquer recurso ambiental possui valores associados aos seus atributos, comumente chamados valores sociais, que, didaticamente, são separados em valores de uso e valores de não uso, ou de existência. Os valores de uso são separados em valor de uso direto, de uso indireto e de opção. Um exemplo de valor de uso indireto é aquele gasto, atualmente, pelo cidadão comum na
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
322659 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Happy 150th, Oil! So Long, and Thanks for Modern Civilization
By Alexis Madrigal
WIRED SCIENCE, August 27, 2009
One hundred and fifty years ago on Aug. 27, Colonel Edwin L. Drake sunk the very first commercial well that produced flowing petroleum. The discovery that large amounts of oil could be found underground marked the beginning of a time during which this convenient fossil fuel became America’s dominant energy source.
But what began 150 years ago won’t last another 150 years — or even another 50. The era of cheap oil is ending, and with another energy transition upon us, we’ve got to extract all the lessons we can from its remarkable history.
“I would see this as less of an anniversary to note for celebration and more of an anniversary to note how far we’ve come and the serious moment that we’re at right now,” said Brian Black, an energy historian at Pennsylvania State University. “Energy transitions happen and I argue that we’re in one right now. Thus, we need to aggressively look to the future to what’s going to happen after petroleum.”
When Drake and others sunk their wells, there were no cars, no plastics, no chemical industry. Water power was the dominant industrial energy source. Steam engines burning coal were on the rise, but the nation’s energy system — unlike Great Britain’s — still used fossil fuels sparingly. The original role for oil was as an illuminant, not a motor fuel, which would come decades later.
Oil, people later found, was uniquely convenient. To equal the amount of energy in a tank of gasoline, you need 200 pounds of wood. Pair that energy density with stability under most conditions and that, as a liquid, it was easy to transport, and you have the killer application for the infrastructure age.
In a world that only had a tiny fraction of the amount of heat, light, and power available that we do now, people came up with all kinds of ideas for what to do with oil’s energy: cars, tractors, airplanes, chemicals, fertilizer, and plastic.
The scale of the oil industry is astounding, but it’s becoming clear the world’s oil supply will peak soon, or perhaps has peaked already. People discuss about the details, but no one argues that oil will play a much different role in our energy system in 50 years than it did in 1959.
The search for alternatives is on. If that search goes poorly — as some Peak Oil analysts predict — human civilization will fall off an energy cliff. The amount of energy we get back from drilling oil wells in the middle of the Gulf of Mexico continues to drop, and alternative sources don’t provide usable energy for humans on the generous terms that oil long has.
Yet humans with an economic incentive to be optimistic become optimists, and the harder we look, the more possible alternatives we find. The big question now is whether the cure for our oil addiction will come with a heavy carbon side effect.
Over the next 20 years, synthetic fuels made from coal or shale oil could conceivably become the fuels of the future. On the other hand, so could advanced biofuels from cellulosic ethanol or algae. Or the era of fuel could end and electric vehicles could be deployed in mass, at least in rich countries.
With the massive injection of stimulus and venture capital money into alternative energy that’s occurred over the past few years, the solutions for replacing oil could already be circulating among the labs and office parks of the country. To paraphrase technology expert Clay Shirky talking about the media, nothing will work to replace oil, but everything might.
If history tells us anything, it’s that energy sources can change, never tomorrow, but always some day.
“What is required is to operate without fear and to take energy transitions on as a developmental opportunity,” Black said.
slightly adapted from: http://www.wired.com/wiredscience/
2009/08/oilat150/#ixzz0gW1mC0Zm, access on Feb. 10, 2010.
The author’s intention in this text is to
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
322611 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Instrumento constituído pelo levantamento de conceitos e preconceitos emitidos por lideranças, formais e informais, dos diversos stakeholders de uma organização e que possam exercer influência em uma organização, um produto ou projeto em questão. A esse instrumento de análise se dá o nome de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas