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261422 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
No levantamento de requisitos de um sistema, concluiu-se que todo W é X, todo X é Y, e todo Y é Z. Nesse contexto, analise as proposições a seguir.
I - Todo X é Z.
II - Todo Z é Y.
III - Todo Z é X.
IV - Todo X é W.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto(a)”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular(b), lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem(c) e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei(d).

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria(e).

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

A autora utiliza estruturas negativas como recurso expressivo. Observe.

“Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada,”

“...não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém...”

Que trecho, dentre os apresentados abaixo, poderia ser expresso também pela forma negativa apresentada à sua direita, mantendo o mesmo sentido?

 

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261397 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Uma instalação de bombeamento será reformada de modo a atender a inovações em dado processo químico. A vazão de líquido, após a reforma, será igual à original. Estão previstas as seguintes modificações:

(1) o tanque que alimenta a bomba e cuja base está 6 m acima da mesma será rebaixado de 3 m;

(2) o diâmetro da tubulação de sucção passará de 3 cm para 4 cm;

(3) o comprimento da tubulação de sucção passará de 2 m para 5 m;

(4) o comprimento da tubulação de descarga passará de 48 m para 56 m bem como serão acrescentados seis joelhos de 90º.

A Carga Positiva de Sucção (CPS) disponível será afetada por essas quatro modificações, respectivamente:

 

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261390 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Os antigos e a memória

Os antigos gregos consideravam a memória uma entidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as artes e a história. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade. Tinha o poder de conferir imortalidade aos mortais, pois, quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso, tornando-se memorável, não morrerá jamais.

Os historiadores antigos colocavam suas obras sob a proteção das Musas, escreviam para que não fossem perdidos os feitos memoráveis dos humanos e para que servissem de exemplo às gerações futuras. Dizia Cícero: “A história é mestra da vida”.

A memória é, pois, inseparável do sentimento do tempo ou da percepção/experiência do tempo como algo que escoa ou passa.

A importância da memória não se limitava à poesia e à história, mas também aparecia com muita força e clareza na medicina dos antigos. Um aforismo, atribuído a Hipócrates, o pai da medicina, dizia:

A vida é breve, a arte é longa, a ocasião é fugidia, a experiência é traidora e o julgamento é difícil. O médico precisa estar sempre atento não só para fazer o que convém, mas também para conseguir a cooperação do paciente.

Qual a ajuda ou cooperação trazida pelo paciente ao médico? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência. Por meio de perguntas, fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios, cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente.

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008, p. 138-139.

O aforismo atribuído a Hipócrates explica que

 

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259161 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Alguns estados da Federação exigem um Plano de Emergência para o transporte de produtos perigosos. A responsabilidade desse Plano de Emergência
 

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Energy is a basic human need. Without energy, everything would come to a standstill. A necessary factor in fostering human development and economic growth is a secure, affordable, reliable, clean, and sustainable energy supply. Today we face monumental challenges: global warming, the waning of natural resources, explosions in population growth, increasing energy demand, rising energy prices, and unequal distribution of energy sources. All of these factors contribute to the urgent need to transform the energy sector - which primarily relies on fossil fuels - to one that uses renewable energies and energy efficient measures.
Renewable energy is one of the key solutions to the current challenges facing the world’s energy future. Many countries already foster the production and use of renewable energy through different approaches on a political and economic level because they recognise the many benefits renewable energy provides(a). The current use of renewable energy, however, is still limited(b) in spite of its vast potential. The obstacles are manifold and include: lengthy permitting procedures, import tariffs and technical barriers, insecure financing of renewable energy projects, and insufficient awareness of the opportunities for renewable energy.
This is where the International Renewable Energy Agency (IRENA) can play a role. A major task of the Agency is to develop comprehensive solutions to the above-mentioned challenges, such as fostering all types of renewable energy(c), and to consider various renewable energy policies at the local, regional, and national levels.
IRENA was officially established in Bonn on 26 January 2009. To date 142 states and the European Union signed the Statute of the Agency; amongst them are 48 African, 37 European, 33 Asian, 15 American and 9 Australia/Oceania States. Mandated by these governments worldwide, IRENA will promote the widespread and increased adoption and sustainable use of all forms or renewable energy. Acting as the global voice for renewable energies, IRENA will facilitate access to all relevant renewable energy information, including technical data, economic data and renewable resource potential data. IRENA will share experiences on best practices and lessons learned regarding policy frameworks, capacity-building projects, available finance mechanisms and energy efficiency measures related to renewable energy projects.
In fulfilling its work, IRENA considers specific environmental, economic, and socio-cultural conditions of its Members. The active involvement of stakeholders from the energy industry, academia, civil society, and other institutions is very important for the Agency to implement successful and enduring policy solutions. Therefore, it intends to regularly consult and cooperate with organisations and networks(d) already engaged in the field of renewable energy in order to complement and pool their work resources(e), thus creating added value.
http://www.irena.org/, access on March 14, 2010. (Adapted)
The word in bold type introduces a contrast in
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

Em cada um dos trechos abaixo, analise o deslocamento do pronome oblíquo..

I – “...que vai me levar... – que vai levar-me

II – “Eu me explico:” – Eu explico-me

III – “Ninguém se lembra...” – Ninguém lembra-se

IV – “Pouco se lixam...” – Pouco lixam-se

V – “...sente-se constrangido...” – se sente constrangido

VI – “...que se mudem!” – que mudem-se

Conforme o registro culto e formal da língua está correto APENAS o que ocorre em

 

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Os sistemas operacionais Linux possuem mecanismos para registrar determinados eventos que ocorrem durante sua operação. Isso é comumente chamado de registro de log, e um desses sistemas de maior abrangência é o Syslog. O Syslog é bastante flexível e permite que as mensagens sejam ordenadas pela fonte e pela importância (nível de gravidade). Além disso, as mensagens podem ser direcionadas para múltiplos destinos: arquivos de log, terminais de usuários ou outros computadores. Os níveis do Syslog, em ordem decrescente de importância (nível de gravidade), são
 

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259090 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A filtração corresponde a uma etapa importante em uma Estação de Tratamento de Água (ETA). Sobre a etapa de filtração, analise as afirmações a seguir.
I – Uma das vantagens da utilização dos filtros rápidos, em uma ETA convencional, é a eliminação das etapas de mistura rápida e de floculação.
II – Consegue-se, com a utilização de filtros lentos, reduzir substancialmente o número de bactérias presentes na água.
III – Uma das desvantagens da utilização de filtros lentos é a necessidade de grandes áreas para sua implantação.
IV – Quando forem utilizados filtros rápidos de fluxo descendente, em uma ETA convencional, a etapa de filtração deverá anteceder à etapa de decantação.
V – A filtração lenta é recomendada para clarificar águas que apresentam altos valores de cor e turbidez.
Estão corretas APENAS as afirmativas
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

O trecho destacado na oração “apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia”, mantendose o sentido e a correção gramatical, é corretamente substituído por

 

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