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Foram encontradas 1.145 questões.

226282 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Considere o croqui e os dados a seguir para responder à questão.
Enunciado 226282-1
Dados:
- Croqui com linhas proporcionais
- Escala não indicada
- Cotas em metros
- Pm é ponto médio entre !$ \overline {P1P2} !$, com cota P3>Pm>P2
- A cota de P5 é diferente de P6
Considerando-se as inclinações em valores absolutos, o trecho
 

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225885 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Os chuveiros automáticos, também denominados sprinkler, são componentes termossensíveis projetados para reagir a uma temperatura predeterminada, liberando automaticamente uma descarga de água na forma e quantidade adequadas sobre uma área preestabelecida ou apropriada.Sob a ação do calor de um incêndio, logo entram em operação. Nessa perspectiva, NÃO é considerado um chuveiro automático de incêndio o
 

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225883 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Há algumas restrições ao uso da água como agente extintor em algumas situações de incêndio envolvendo líquidos inflamáveis e combustíveis. Nessa situação, o meio de se buscar extinguir o fogo é a utilização de
 

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“Três dos limiares planetários – a mudança climática, a perda da biodiversidade e o ciclo do nitrogênio – já foram excedidos, e mais quatro – ciclo do fósforo, acidificação dos oceanos, uso de água doce e do solo – serão logo ultrapassados se as atividades humanas mantiverem o ritmo atual.”
FRIAÇA, Amâncio. Revista Le Monde Diplomatique. Brasil. dez. 2009. (Adaptado).
Sobre as condições da relação entre o homem e o meio ambiente, analise as afirmativas a seguir.
I - Para uma transformação positiva, faz-se necessário considerar tanto os aportes do ambiente para o bemestar humano como os limites biofísicos ao crescimento econômico.
II - Entre os limiares já transgredidos, um dos mais sérios é a perda da biodiversidade.
III - O fato de apenas três limiares terem sido transgredidos não significa uma boa notícia, pois os limiares planetários estão fortemente acoplados.
Para a construção de uma agenda ambiental que evite uma catástrofe, deve-se considerar o que se afirma em
 

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225861 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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O tricloreto de fósforo (PCl3) é um líquido incolor que, ao reagir com cloro (Cl2), gera um sólido amarelo pálido, o pentacloreto de fósforo (PCl5). A hibridação dos haletos de fósforo é, respectivamente,
 

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225839 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Conforme exigências da Instrução Normativa no 1 de 11 de abril de 1994, do Ministério do Trabalho e Emprego, fazem parte do Programa de Proteção Respiratória publicado pela Fundacentro as ações abaixo, EXCETO
 

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225683 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Uma microempresa que faz serviços de entrega para diversas empresas onde João é o sócio majoritário, aproveitando uma pequena quantia guardada, resolve emprestar R$ 18.000,00 ao seu colaborador, que deve pagar a dívida no prazo de um mês. O colaborador promete pagar de juros 1,0% ao mês. Se João aceitar, quanto ele deve receber do seu colaborador, em reais, após o prazo de um mês?
 

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225681 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Na classificação dos coloides, de acordo com as fases dispersa e de dispersão, tem-se que
 

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225261 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Mumbai Joins World-Class Cities to Celebrate “Car Free Day”
Submitted by Erica Schlaikjer on February 24, 2010 THE CITY FIX NEWS
Last Sunday, Mumbai hosted a local event with global importance: Car Free Day. It was the first time the city in India had ever organized such an event, modeled after popular car-free days in other cities, such as Ciclovia in Bogota and Summer Streets in New York City. About 140,000 people attended the communitybased activities, which included not only walking and cycling but also yoga, cricket, dancing, skating, kite flying and musical performances. Organizers said the huge turn-out exceeded their expectations.
Now that the city has enjoyed its first taste of vehicle-free people-friendly streets, local residents appear to want more: “We can breathe fresh air now,” one inhabitant said. “We want a car-free day every week.” As other cities have demonstrated, it’s not uncommon for car-free events to spark other sustainable transport projects.
TheCityFix interviewed two of the Mumbai Car Free Day organizers, Seema Tiwari and Madhav Pai, before and after the event, to understand how Mumbai’s firstever Car Free Day made a difference for Mumbaikers and what it means for the global sustainable transport community. Read some excerpts below.
TCF: How does this Sunday’s event compare to other car-free initiatives in cities around the world?
Seema Tiwari: For Mumbai Car Free Day, we carefully reviewed Bogota and New York City’s car-free days. The key difference is that those events are led and funded by the government, whereas in Mumbai, it’s led by an NGO who fundraised with the private sector.
In India, the challenge is to get the government to reach an understanding that urban projects are just not “technical” but “socio-technical” in nature. Our intention is to bring behavioral change in people to appreciate and use the city’s facilities, rather than rebel against the government’s sustainable transport projects.
TCF: What are plans for the future?
Seema Tiwari: There will be an evaluation of the event to note down successes, failures and recommendations. This pilot project will be compiled into a report and submitted to the Ministry of Urban Development and the government.
TCF: Do you think Car Free Day will motivate policymakers to create more bicycle infrastructure in the city?
Madhav Pai: I hope so. There are some initial ideas driven by NGOs, and we’re trying to educate advocacy groups who can push for bicycle improvements. But no plans are being formulated at the government level yet. We hope that if we show decision makers the citizens’ growing interest, they’ll respond.
TCF: What are the most important actions the government and NGOs could take to increase cycling and non-motorized transport in Mumbai?
Madhav Pai: First, there are a lot of people who routinely cycle and walk in Mumbai. 42% of people are walking to work. And a significant number of people who work in the informal sector and who have no other transport alternatives depend on bicycles. The government’s policies must support those people. However, we also want to reach out to potential cyclists who are now commuting by car, in order to shift more people to less-polluting forms of transport.
For both groups, there is one solution: providing cyclists with safe space, including bicycle lanes and parking. This is the most important thing the government can do to increase the viability of the bike as a commuting mode for a wider population, and it must be a focus of their policies.
http://thecityfix.com/mumbai-joins-world-class-cities-to-celebrate-car-free-day/
?utm_source=feedburner&utm_medium=feed utm _ campaign =Feed%3A+ thecityfix%2Fposts+%28THE+CITY+FIX%29, acess on March 1, 2010.
Madhav Pai says that Mumbai authorities should
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”(a) ; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal(b), eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”(c). Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer(d); belos tempos(c).

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida(e). Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

Dos vários objetos de desejo apresentados no início do texto, dentre os pares abaixo, aquele que evidencia uma oposição é

 

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