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220821 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Enunciado 220821-1
O Sistema Elétrico de Potência (SEP), representado no diagrama unifilar da figura acima, é constituído por um gerador que está conectado a uma linha de transmissão através de um transformador T1. No final dessa linha, está instalado um transformador T2, usado para alimentar o motor M. O gerador é solidamente aterrado por meio da reatância Zn e as reatâncias de sequência zero dos demais componentes do sistema são as seguintes:
- Transformador T1: XT10
- Transformador T2: XT20
- Linha de transmissão: XL0
- Gerador: XG0
- Motor: XM0
Com base nesses dados, o circuito de sequência zero que representa o SEP do diagrama unifilar é
 

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220820 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Happy 150th, Oil! So Long, and Thanks for Modern Civilization
By Alexis Madrigal
WIRED SCIENCE, August 27, 2009
One hundred and fifty years ago on Aug. 27, Colonel Edwin L. Drake sunk the very first commercial well that produced flowing petroleum. The discovery that large amounts of oil could be found underground marked the beginning of a time during which this convenient fossil fuel became America’s dominant energy source.
But what began 150 years ago won’t last another 150 years — or even another 50. The era of cheap oil is ending, and with another energy transition upon us, we’ve got to extract all the lessons we can from its remarkable history.
“I would see this as less of an anniversary to note for celebration and more of an anniversary to note how far we’ve come and the serious moment that we’re at right now,” said Brian Black, an energy historian at Pennsylvania State University. “Energy transitions happen and I argue that we’re in one right now. Thus, we need to aggressively look to the future to what’s going to happen after petroleum.”
When Drake and others sunk their wells, there were no cars, no plastics, no chemical industry. Water power was the dominant industrial energy source. Steam engines burning coal were on the rise, but the nation’s energy system — unlike Great Britain’s — still used fossil fuels sparingly. The original role for oil was as an illuminant, not a motor fuel, which would come decades later.
Oil, people later found, was uniquely convenient. To equal the amount of energy in a tank of gasoline, you need 200 pounds of wood. Pair that energy density with stability under most conditions and that, as a liquid, it was easy to transport, and you have the killer application for the infrastructure age.
In a world that only had a tiny fraction of the amount of heat, light, and power available that we do now, people came up with all kinds of ideas for what to do with oil’s energy: cars, tractors, airplanes, chemicals, fertilizer, and plastic.
The scale of the oil industry is astounding, but it’s becoming clear the world’s oil supply will peak soon, or perhaps has peaked already. People discuss about the details, but no one argues that oil will play a much different role in our energy system in 50 years than it did in 1959.
The search for alternatives is on. If that search goes poorly — as some Peak Oil analysts predict — human civilization will fall off an energy cliff. The amount of energy we get back from drilling oil wells in the middle of the Gulf of Mexico continues to drop, and alternative sources don’t provide usable energy for humans on the generous terms that oil long has.
Yet humans with an economic incentive to be optimistic become optimists, and the harder we look, the more possible alternatives we find. The big question now is whether the cure for our oil addiction will come with a heavy carbon side effect.
Over the next 20 years, synthetic fuels made from coal or shale oil could conceivably become the fuels of the future. On the other hand, so could advanced biofuels from cellulosic ethanol or algae. Or the era of fuel could end and electric vehicles could be deployed in mass, at least in rich countries.
With the massive injection of stimulus and venture capital money into alternative energy that’s occurred over the past few years, the solutions for replacing oil could already be circulating among the labs and office parks of the country. To paraphrase technology expert Clay Shirky talking about the media, nothing will work to replace oil, but everything might.
If history tells us anything, it’s that energy sources can change, never tomorrow, but always some day.
“What is required is to operate without fear and to take energy transitions on as a developmental opportunity,” Black said.
slightly adapted from: http://www.wired.com/wiredscience/
2009/08/oilat150/#ixzz0gW1mC0Zm, access on Feb. 10, 2010.
In the fragments “…people came up with all kinds of ideas for what to do with oil’s energy…” (lines 15-16) and “The amount of energy we get back from drilling oil wells…” (line 20), the phrases “came up with” and “get back”, can be replaced without change in meaning by, respectively,
 

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220819 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A segmentação de mercado permite a divisão de mercados grandes e heterogêneos em segmentos menores e mais homogêneos para que possam ser atendidos com produtos e serviços que correspondam às suas necessidades específicas. A esse respeito, analise as afirmativas apresentadas a seguir.
I - A segmentação psicográfica divide os consumidores com base nas variáveis: status de fidelidade, ocasião, benefícios procurados.
II - A segmentação demográfica divide o mercado com base nas variáveis: idade, ocupação, sexo, religião.
III - A segmentação comportamental divide os consumidores com base nas variáveis: classe social, estilo de vida ou características da personalidade.
IV - A segmentação geográfica é a divisão de um mercado em função das variáveis: cidades, bairros, densidade.
São corretas APENAS as afirmativas
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

De acordo com o texto, o que “...nós, na nossa solene arrogância, abominamos –” é

 

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220797 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Uma amostra de uma substância composta somente de carbono e hidrogênio foi queimada em excesso de oxigênio e produziu somente como produtos 33,4 g de CO2 e 8,55 g de água. Com base nestes dados, qual a menor quantidade, em números inteiros, de átomos de C e H contidos na substância original?
Massas atômicas, em g/mol:
C = 12,0
O = 16,0
H = 1,0
 

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220795 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Determinada empresa comercial, no encerramento do balanço, apurou seus estoques, assim como o valor líquido realizável de cada produto, entendido como a diferença entre o valor de venda no mercado e o de todas as despesas necessárias à realização da venda. O quadro a seguir representa, em reais, essas informações.
CUSTO VALOR LÍQUIDO
PRODUTO QUANTIDADE MÉDIO ESTOQUE REALIZÁVEL
U 10.000 10,00 100.000 8,00
T 12.000 5,00 60.000 6,00
X 20.000 5,00 100.000 4,00
Y 5.000 30,00 150.000 32,00
Z 4.500 20,00 90.000 22,00
TOTAL 500.000
Considerando-se os dados apresentados, a composição do estoque na data do balanço, de acordo com os critérios de avaliação previstos pela Lei nº 6.404/76, é
 

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220793 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Na inspeção de recebimento de uma tubulação, a conformidade da especificação Schedule deve ser obtida com a verificação do(a)
 

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220777 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
O ciclo PDCA é um método gerencial de tomada de decisões cuja utilização corrobora para o alcance das metas organizacionais necessárias à sobrevivência das empresas que o implementam. O controle de processos por meio do ciclo PDCA é composto por várias etapas, entre as quais está a de
 

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220767 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
O Imposto Sobre Serviços (ISS) tem sua estrutura básica definida na Constituição Federal.
Com relação a essa estrutura básica do ISS, analise as informações.
I – O contribuinte do imposto é o pagador do serviço.
II – O estado tem competência para instituir a sua cobrança.
III – O município tem competência para instituir a sua cobrança.
IV – Necessidade de lei complementar federal para regular a forma e as condições como isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.
Integram a estrutura básica do ISS, definida na aludida Lei Complementar, APENAS
 

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220765 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Diversas informações precisam ser contempladas para que se possa desenvolver o layout mais adequado para o pleno funcionamento de determinado sistema produtivo. Com essa finalidade, diversas ferramentas podem ser utilizadas.
Sobre essas ferramentas, considere as afirmações a seguir.
I – A carta multiprocesso e o fluxograma têm como finalidade esboçar todos os processos organizacionais.
II – O diagrama de relacionamentos permite identificar as diversas relações de proximidade entre as atividades.
III – A matriz de competências essenciais e o diagrama de relacionamentos visam a organizar informações relativas ao desempenho.
É correto o que se afirma em
 

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