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Foram encontradas 474 questões.

1527079 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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Considere a viga representada na figura que segue, com seção transversal 15 x 35 cm e o peso específico do concreto armado igual a 25 !$ kN/m^3 !$.
Enunciado 1527079-1
Fonte: FUNCERN, 2013.
Com base nas informações e na figura apresentadas é correto afirmar que a carga total suportada por essa viga é
 

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1526783 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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A figura a seguir apresenta uma rede trifásica (3 fases e neutro) alimentando uma lâmpada.
Enunciado 1526783-1
Fonte: FUNCERN, 2013.
Para controlar o acendimento dessa lâmpada, utilizou-se uma célula fotoelétrica. Para que o sistema funcione adequadamente, as tensões nominais da rede elétrica, da célula fotoelétrica e da lâmpada devem ser, respectivamente,
 

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1522103 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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Uma retroescavadeira que possui uma vida útil de 5 anos e opera 2000 horas/ano, foi adquirida por R$ 250.000,00. Considerando o coeficiente único sobre a depreciação de 0,6, o custo horário de manutenção desta máquina será de
 

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1518827 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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Ao receber o extrato bancário mensal da conta corrente mantida num determinado banco, no qual constava um saldo credor de R$ 12.000,00, o contador de uma empresa constatou que tal valor divergia do saldo registrado no Livro Razão em função das seguintes ocorrências:
1) Cheque nº 123 no valor de R$ 700,00 emitido e contabilizado, mas ainda não descontado no Banco.
2) Depósito em cheque no valor de R$ 3.700,00 já contabilizado e ainda não processado pelo Banco.
3) Recebimento de duplicatas em cobrança no Banco, no total de R$ 2.600,00, não registrado na contabilidade.
4) Aviso de débito de tarifas bancárias no valor de R$ 150,00 não registradas na contabilidade.
5) Devolução de cheque depositado por insuficiência de fundos, ainda não registrado na contabilidade, no valor de R$ 350,00.
Com base exclusivamente nas informações apresentadas, é correto afirmar que o saldo registrado no Livro Razão, antes da conciliação bancária, era de
 

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1518638 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
TEXTO 1
Brasil é campeão na geração de lixo eletrônico por habitante
O lixo eletrônico cresce três vezes mais que o lixo convencional e, segundo a ONU, a situação é mais preocupante nos países emergentes.
Por André Trigueiro
O mundo está ficando pequeno demais para tanto lixo eletrônico. São aproximadamente 50 milhões de toneladas por ano. Os Estados Unidos lideram o ranking com três milhões de toneladas, seguidos de perto pela China, com mais de dois milhões de toneladas anuais.
Hoje, o lixo eletrônico cresce três vezes mais que o lixo convencional e, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a situação é mais preocupante nos países emergentes, principalmente no Brasil, campeão na geração de lixo eletrônico por habitante: meio quilo por ano.
O problema é que a maior parte desses resíduos não tem ainda destinação adequada. Um risco para o meio ambiente e a saúde. “Os principais metais pesados são chumbo e mercúrio. Esses metais, geralmente, fazem mal para o aparelho respiratório e também para o aspecto neurológico”, fala a coordenadora do Centro de Descarte de Reuso de Resíduos de Informática (CEDIR), Tereza Cristina Carvalho.
O maior centro público de descarte e reuso de lixo eletrônico da América Latina funciona num galpão de 450 metros quadrados na Universidade de São Paulo (USP). Para o local, são levadas até 20 toneladas de resíduos por mês. A maior concentração de metal pesado está nos televisores de tubo que concentram até 6 kg de chumbo por unidade ou nos antigos monitores de computador que reúnem até 4 kg do mesmo metal cada um.
Toneladas de veneno se misturam com diversos tipos de plásticos, metais e componentes, material jogado fora, mas que tem alto valor de mercado. Sem contar as máquinas que, em muitos casos, ainda funcionam.
Do lado do galpão da USP, um grupo de catadores aprende a desmontar computadores do jeito certo. O curso atende a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê a inclusão dos catadores de lixo.
Disponível em: http://g1.globo.com/ Acesso em 09/05/2013 (Texto adaptado para fins exclusivamente pedagógicos)
TEXTO 2
Enunciado 1518638-1
Disponível em: http://tiras-do-calvin.tumblr.com/ Acesso em 09/05/2013
TEXTO 3
Enunciado 1518638-2
Disponível em: www.ivancabral.com Acesso em 09/05/2013
  • Leia o trecho abaixo para responder a questão.
“O lixo eletrônico cresce três vezes mais que o lixo convencional e, segundo a ONU, a situação é mais preocupante nos países emergentes.”
Assinale a opção que apresenta todas as palavras acentuadas pelo mesmo motivo que o vocábulo “países”.
 

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1518207 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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A expressão simplificada de x= (Ā+B)(A+B+E)!$ \overline{E} !$ é
 

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1516650 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
TEXTO 1
Novos números para velhos problemas socioambientais
*Édison Carlos
A RIO+20 já é passado… E infelizmente um passado nada animador, nem para o Brasil quanto mais para o planeta. Muita conversa, muita reunião, muito compromisso futuro, mas nenhuma urgência ambiental ou social foi suficiente para alterar o pano de fundo principal da Conferencia, ou seja, os problemas econômicos dos países desenvolvidos.
Os resultados mostraram que nem mesmo as maiores carências dos países mais pobres, entre elas a pobreza e a falta de saneamento básico, foram suficientes para sensibilizar os mais ricos, deixando ainda mais claro que no mundo atual cada um que cuide de seus problemas.
Por aqui, a prova mais concreta de que temos que voltar nossos olhos para nosso universo de pais sócio e ambientalmente atrasado são os mais novos indicadores sobre o avanço do saneamento básico no Brasil, publicados pelo Ministério das Cidades. Novos é a maneira de dizer, porque, na verdade, são os dados de 2010 recém publicados através do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). É ruim falarmos de dados com mais de 18 meses de defasagem, mas é o que temos e vamos a eles.
Numa rápida interpretação de como anda o país no que há de mais básico em atendimento ao cidadão, ou seja, no acesso à água tratada, coleta e tratamento dos esgotos, vemos que 2 em cada 10 brasileiros ainda não recebem água potável. Na Região Norte são 4 pessoas em cada 10 e no Nordeste, 3 em 10, ou seja, uma distorção enorme quando comparado ao Sudeste, onde mais de 90% das pessoas possuem o serviço.
Apesar dos números de acesso à água potável serem alarmantes, o que dizer dos índices dramáticos do atendimento em coleta dos esgotos. É absurdo e incrível, mas pelos números divulgados para 2010, no Brasil, 54% da população ainda não é atendida por coleta de esgoto. De 2009 para 2010, mesmo com uma maior cobertura da imprensa e debates com autoridades, conseguimos progredir apenas a inexpressiva cifra de 1,7 pontos percentuais.
O que dizer de uma taxa de crescimento tão pequena quando falamos de uma carência básica de décadas, cuja falta traz contaminação brutal às águas, com doenças e gastos enormes com a saúde publica dos cidadãos e municípios brasileiros?
(...)
Mesmo nas áreas urbanas, sempre melhor atendidas pelos serviços de infraestrutura, as estatísticas também são ruins para o saneamento. Nelas, a água tratada chega a 92% das pessoas (72% na Região Norte) e somente 53% possuem coleta de esgotos (26% na população urbana do Nordeste). Esta carência do saneamento, associada à grande proximidade das pessoas com os resíduos nas áreas mais adensadas, tem causado cada vez mais surtos de doenças, principalmente no verão, e tendo as crianças como as maiores vítimas.
Com estas tristes estatísticas, é possível dizer, sem o risco de ser chamado de alarmista ou catastrófico, que o Brasil continuará a ser comparado, nos indicadores sociais e IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – muito mais com países africanos e asiáticos do que com os países desenvolvidos. Ou seja, por muito tempo o Brasil tende a fazer parte do G8 da Economia, mas do G100 Social… Lembrando que o Brasil, mesmo com o progresso na Economia, ocupa a posição de número 84 no IDH mundial, justamente porque o indicador considera a melhoria na saúde e educação, e não apenas na renda.
Há crescimento destes serviços? Sem dúvida que há. O Governo Federal tem feito um esforço pela melhoria do saneamento, principalmente colocando recursos significativos através do PAC, mas empresas e cidades não têm conseguido usar estes recursos em sua plenitude.
Em 2010 a soma dos investimentos em saneamento se aproximou dos R$ 9 bilhões, o que significou um avanço de R$ 1,1 bilhão comparado com os R$ 7,8 bilhões de 2009; sem dúvida um avanço. Apesar disso, o valor investido está muito longe da real necessidade do país, que deveria estar aplicando entre R$ 15 a R$ 17 bilhões por ano, valores necessários para cumprir a meta do Plano Nacional de Saneamento Básico do Ministério das Cidades que é o de levar água e tratar adequadamente os esgotos em todo o país ate 2030.
A frieza dos números mostra ainda um cenário injusto nacionalmente, uma vez que aumenta a cada dia a distância entre o atendimento ao cidadão nas diversas regiões, com destaque para o avanço forte do Sudeste onde mais de 70% das pessoas já possuem coleta de esgotos. Mesmo esta região, mais poderosa e organizada, não escapa dos péssimos números em tratamento do esgoto coletado (41% somente).
(...)
Neste quadro de poucas alegrias e muita tristeza, vale lembrar que estamos num ano de eleição para Prefeitos, justamente as autoridades responsáveis pela solução dos problemas. Cabe-nos, então, torcer para que o brasileiro considere o compromisso com o saneamento básico na hora de escolher seus candidatos. Que abra um espaço entre suas prioridades tradicionais (saúde, educação, segurança, drogas, desemprego, etc.) para cobrar o básico do básico. Somente assim conseguiremos que este tema seja realmente importante e não acabe ficando para ser resolvido por nossos netos.
Édison Carlos é Presidente Executivo do Instituto Trata Brasil Disponível em http://www.portal2014.org.br/blog/trata-brasil/ Acesso em 10 de março de 2013. (Texto adaptado para esta avaliação)
TEXTO 2
Royalties: Recursos "extras" não garantem desenvolvimento
Isaac Lira – Repórter
A divisão dos royalties do petróleo atraiu a atenção do país na última semana. Estados, municípios e a União discutiram, por vezes de forma calorosa, o destino da arrecadação com a atividade extrativa de petróleo. Cada parte procurava fundamentar de maneira incisiva o porquê de merecer uma fatia mais suculenta do disputado bolo dos royalties. Um ponto contudo passou em vários momentos ao largo do debate nacional: como são utilizados hoje os recursos dos royalties e qual o peso dessa arrecadação nos municípios e estados? No Rio Grande do Norte, os números e alguns especialistas mostram que esse dinheiro nem sempre é bem gasto. Há quem fale em uma "maldição dos royalties". O fato é que o Estado não viu grandes modificações na realidade dos municípios potiguares "abençoadas" com a existência de petróleo em seus territórios. Nos últimos 10 anos, segundo dados do IBGE, índices de desenvolvimento social importantes não obtiveram avanços significativos.
Muito dinheiro, poucos avanços
Um levantamento realizado a partir de dados da Agência Nacional do Petróleo mostra que 15 dos principais municípios potiguares com produção de petróleo arrecadaram desde 1995 até 2012 R$ 1,3 bilhão com royalties de petróleo. Mesmo com o valor bilionário, a maioria dessas cidades permanecem com importantes índices sociais, como o nível de saneamento básico, menores que a média estadual. Para o professor Mário Jesiel, especialista no assunto, os municípios produtores do RN desperdiçam uma oportunidade de avançar na melhoria da qualidade de vida da população.
Fonte: Tribuna do Norte on line. Disponível em: http://tribunadonorte.com.br/noticia/royalties-recursos-extras-naogarantem- desenvolvimento/245042 Acesso em 10 de março de 2013.
TEXTO 3
Enunciado 1516650-1
Fonte: http://www.portal2014.org.br/blog/trata-brasil/wp-content/uploads/2012/09/Cidades-sede.jpg
Acesso em 10 de março de 2013.
Leia os fragmentos textuais abaixo e responda ao que se pede.
Lembrando que (1) o Brasil, mesmo com o progresso na Economia, ocupa a posição de número 84 no IDH mundial, justamente porque (2) o indicador considera a melhoria na saúde e educação, e não apenas na renda. (Texto 1)
Um ponto contudo (3) passou em vários momentos ao largo do debate nacional (Texto 2)
A partir da leitura dos fragmentos retirados dos textos 1 e 2, respectivamente, indique a opção que melhor responde qual é a função gramatical que exercem os termos em destaque.
 

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1516621 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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Considere que o conteúdo do arquivo “caern.txt” é representado pelo texto abaixo:
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) foi criada em 2 de setembro de 1969 pelo então governador Monsenhor Walfredo Gurgel. A empresa incorpora e põe em prática sua missão de atender toda a população do Rio Grande do Norte com água potável, coleta e tratamento de esgotos.
Fonte: www.caern.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/caern/instituicao/gerados/Caern.asp Acesso em: 1º de abril de 2013.
O comando tail -n 2 | wc -w apresenta como resultado o número
 

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1516562 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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O Artigo 190 da Lei Nº 6.404/76 determina a regra para se calcular o valor das participações estatutárias, que devem ser determinadas, sucessivamente, em uma ordem de preferência, “com base nos lucros que remanescerem depois de deduzida a participação anteriormente calculada”. Essa ordem é estabelecida da seguinte forma:

 

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De acordo com a Lei 9.433, de 8 de janeiro de 1997, analise as sentenças a seguir no que compete aos Comitês de Bacia Hidrográfica, no âmbito de sua área de atuação.
I- Promover o debate das questões relacionadas a recursos hídricos e articular a atuação das entidades intervenientes.
II- Arbitrar, em primeira instância administrativa, os conflitos relacionados aos recursos hídricos.
III- Deliberar sobre os projetos de aproveitamento de recursos hídricos cujas repercussões extrapolem o âmbito dos Estados em que serão implantados.
IV- Obter recursos financeiros para o financiamento dos programas e intervenções contemplados nos planos de recursos hídricos.
É correto afirmar que são competências dos Comitês de Bacia Hidrográfica as dos itens
 

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