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Foram encontradas 474 questões.

1423602 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
Observe a figura a seguir.
Enunciado 1423602-1
O acoplamento entre os tubos mostrados na figura acima é definido como
 

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1289665 Ano: 2013
Disciplina: Geologia
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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O intemperismo representa um conjunto de modificações de desagregação e decomposição que as rochas sofrem ao aflorar na superfície da Terra. Além do clima e da topografia, os fatores que influem diretamente nas reações de alteração, no que diz respeito à sua natureza, velocidade e intensidade, são
 

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1239398 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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A figura a seguir representa um teste em um transformador monofásico de 150 VA, 220/30 V, 60 Hz e com as respectivas marcações de polaridade nas bobinas.
Enunciado 1239398-1
Nesse teste, os terminais H2 e X2 estão conectados e um voltímetro é ligado aos terminais H1 e X1. O enrolamento de maior tensão é alimentado com a sua tensão nominal. Considerando o transformador ideal, o valor medido pelo voltímetro é igual a
 

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1235047 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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Considere as seguintes afirmativas a respeito do dimensionamento de condutores nas instalações elétricas de baixa tensão, em conformidade com a norma técnica NBR 5410.
I- Na determinação da capacidade de condução de corrente dos condutores de uma linha não subterrânea, é necessária a aplicação do fator de agrupamento e do fator de correção para temperaturas ambientes diferentes de 30°C.
II- Para o cálculo da queda de tensão nos condutores, utiliza-se a corrente de projeto e, em nenhuma situação, a queda de tensão nos condutores de um circuito terminal pode ser superior a 4%.
III- Quando utilizados condutores de cobre na alimentação de um circuito de força, a seção dos condutores de fase deve ser maior ou igual a 1,5 !$ mm^2 !$.
IV- Nas instalações elétricas de baixa tensão podem ser utilizados condutores de alumínio com seção nominal maior ou igual a 4,0 !$ mm^2 !$.
Marque a opção correta.
 

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1225403 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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As tesouras são peças das estruturas de telhado muito eficientes para vencer vãos sem apoios intermediários. Além disso, são estruturas planas verticais que recebem cargas paralelamente ao seu plano, transmitindo-as aos seus apoios. São compostas, geralmente, por
 

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1211604 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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Tolerância dimensional pode ser entendida como a variação admitida para uma determinada dimensão de um projeto mecânico. Esta variação é intrínseca e resultante do processo de fabricação planejado para cada projeto.
Analise e interprete o projeto mostrado na figura a seguir.
Enunciado 1211604-1
No projeto, estão indicadas as tolerâncias de
 

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1185293 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
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Na figura a seguir, está representada a ligação de um motor de 12 terminais.
Enunciado 1185293-1
Admitindo que a tensão nominal de cada bobina seja igual a 220 V, o motor estará preparado para ser ligado através de uma rede elétrica com tensão de linha igual a
 

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1185256 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
TEXTO 1
Novos números para velhos problemas socioambientais
*Édison Carlos
A RIO+20 já é passado… E infelizmente um passado nada animador, nem para o Brasil quanto mais para o planeta. Muita conversa, muita reunião, muito compromisso futuro, mas nenhuma urgência ambiental ou social foi suficiente para alterar o pano de fundo principal da Conferencia, ou seja, os problemas econômicos dos países desenvolvidos.
Os resultados mostraram que nem mesmo as maiores carências dos países mais pobres, entre elas a pobreza e a falta de saneamento básico, foram suficientes para sensibilizar os mais ricos, deixando ainda mais claro que no mundo atual cada um que cuide de seus problemas.
Por aqui, a prova mais concreta de que temos que voltar nossos olhos para nosso universo de pais sócio e ambientalmente atrasado são os mais novos indicadores sobre o avanço do saneamento básico no Brasil, publicados pelo Ministério das Cidades. Novos é a maneira de dizer, porque, na verdade, são os dados de 2010 recém publicados através do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). É ruim falarmos de dados com mais de 18 meses de defasagem, mas é o que temos e vamos a eles.
Numa rápida interpretação de como anda o país no que há de mais básico em atendimento ao cidadão, ou seja, no acesso à água tratada, coleta e tratamento dos esgotos, vemos que 2 em cada 10 brasileiros ainda não recebem água potável. Na Região Norte são 4 pessoas em cada 10 e no Nordeste, 3 em 10, ou seja, uma distorção enorme quando comparado ao Sudeste, onde mais de 90% das pessoas possuem o serviço.
Apesar dos números de acesso à água potável serem alarmantes, o que dizer dos índices dramáticos do atendimento em coleta dos esgotos. É absurdo e incrível, mas pelos números divulgados para 2010, no Brasil, 54% da população ainda não é atendida por coleta de esgoto. De 2009 para 2010, mesmo com uma maior cobertura da imprensa e debates com autoridades, conseguimos progredir apenas a inexpressiva cifra de 1,7 pontos percentuais.
O que dizer de uma taxa de crescimento tão pequena quando falamos de uma carência básica de décadas, cuja falta traz contaminação brutal às águas, com doenças e gastos enormes com a saúde publica dos cidadãos e municípios brasileiros?
(...)
Mesmo nas áreas urbanas, sempre melhor atendidas pelos serviços de infraestrutura, as estatísticas também são ruins para o saneamento. Nelas, a água tratada chega a 92% das pessoas (72% na Região Norte) e somente 53% possuem coleta de esgotos (26% na população urbana do Nordeste). Esta carência do saneamento, associada à grande proximidade das pessoas com os resíduos nas áreas mais adensadas, tem causado cada vez mais surtos de doenças, principalmente no verão, e tendo as crianças como as maiores vítimas.
Com estas tristes estatísticas, é possível dizer, sem o risco de ser chamado de alarmista ou catastrófico, que o Brasil continuará a ser comparado, nos indicadores sociais e IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – muito mais com países africanos e asiáticos do que com os países desenvolvidos. Ou seja, por muito tempo o Brasil tende a fazer parte do G8 da Economia, mas do G100 Social… Lembrando que o Brasil, mesmo com o progresso na Economia, ocupa a posição de número 84 no IDH mundial, justamente porque o indicador considera a melhoria na saúde e educação, e não apenas na renda.
Há crescimento destes serviços? Sem dúvida que há. O Governo Federal tem feito um esforço pela melhoria do saneamento, principalmente colocando recursos significativos através do PAC, mas empresas e cidades não têm conseguido usar estes recursos em sua plenitude.
Em 2010 a soma dos investimentos em saneamento se aproximou dos R$ 9 bilhões, o que significou um avanço de R$ 1,1 bilhão comparado com os R$ 7,8 bilhões de 2009; sem dúvida um avanço. Apesar disso, o valor investido está muito longe da real necessidade do país, que deveria estar aplicando entre R$ 15 a R$ 17 bilhões por ano, valores necessários para cumprir a meta do Plano Nacional de Saneamento Básico do Ministério das Cidades que é o de levar água e tratar adequadamente os esgotos em todo o país ate 2030.
A frieza dos números mostra ainda um cenário injusto nacionalmente, uma vez que aumenta a cada dia a distância entre o atendimento ao cidadão nas diversas regiões, com destaque para o avanço forte do Sudeste onde mais de 70% das pessoas já possuem coleta de esgotos. Mesmo esta região, mais poderosa e organizada, não escapa dos péssimos números em tratamento do esgoto coletado (41% somente).
(...)
Neste quadro de poucas alegrias e muita tristeza, vale lembrar que estamos num ano de eleição para Prefeitos, justamente as autoridades responsáveis pela solução dos problemas. Cabe-nos, então, torcer para que o brasileiro considere o compromisso com o saneamento básico na hora de escolher seus candidatos. Que abra um espaço entre suas prioridades tradicionais (saúde, educação, segurança, drogas, desemprego, etc.) para cobrar o básico do básico. Somente assim conseguiremos que este tema seja realmente importante e não acabe ficando para ser resolvido por nossos netos.
Édison Carlos é Presidente Executivo do Instituto Trata Brasil Disponível em http://www.portal2014.org.br/blog/trata-brasil/ Acesso em 10 de março de 2013. (Texto adaptado para esta avaliação)
TEXTO 2
Royalties: Recursos "extras" não garantem desenvolvimento
Isaac Lira – Repórter
A divisão dos royalties do petróleo atraiu a atenção do país na última semana. Estados, municípios e a União discutiram, por vezes de forma calorosa, o destino da arrecadação com a atividade extrativa de petróleo. Cada parte procurava fundamentar de maneira incisiva o porquê de merecer uma fatia mais suculenta do disputado bolo dos royalties. Um ponto contudo passou em vários momentos ao largo do debate nacional: como são utilizados hoje os recursos dos royalties e qual o peso dessa arrecadação nos municípios e estados? No Rio Grande do Norte, os números e alguns especialistas mostram que esse dinheiro nem sempre é bem gasto. Há quem fale em uma "maldição dos royalties". O fato é que o Estado não viu grandes modificações na realidade dos municípios potiguares "abençoadas" com a existência de petróleo em seus territórios. Nos últimos 10 anos, segundo dados do IBGE, índices de desenvolvimento social importantes não obtiveram avanços significativos.
Muito dinheiro, poucos avanços
Um levantamento realizado a partir de dados da Agência Nacional do Petróleo mostra que 15 dos principais municípios potiguares com produção de petróleo arrecadaram desde 1995 até 2012 R$ 1,3 bilhão com royalties de petróleo. Mesmo com o valor bilionário, a maioria dessas cidades permanecem com importantes índices sociais, como o nível de saneamento básico, menores que a média estadual. Para o professor Mário Jesiel, especialista no assunto, os municípios produtores do RN desperdiçam uma oportunidade de avançar na melhoria da qualidade de vida da população.
Fonte: Tribuna do Norte on line. Disponível em: http://tribunadonorte.com.br/noticia/royalties-recursos-extras-naogarantem- desenvolvimento/245042 Acesso em 10 de março de 2013.
TEXTO 3
Enunciado 1185256-1
Fonte: http://www.portal2014.org.br/blog/trata-brasil/wp-content/uploads/2012/09/Cidades-sede.jpg
Acesso em 10 de março de 2013.
Assinale a opção que melhor corresponde à tipologia e à significação geral do texto 1.
 

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1169474 Ano: 2013
Disciplina: Direito Penal
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
Provas:
De acordo com a Lei 9.605/1998, há circunstâncias que agravam a pena quando se comete um crime ambiental. Marque a opção que indica uma dessas situações agravantes para o agente que cometeu o crime.
 

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1145934 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: FUNCERN
Orgão: CAERN
Provas:
A Instrução Normativa Nº 1.234, de 11 de janeiro de 2012, da Receita Federal do Brasil dispõe sobre a retenção de tributos nos pagamentos efetuados pelos órgãos da administração pública federal direta, autarquias e fundações federais, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais pessoas jurídicas que menciona a outras pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens e serviços. Assim, o setor de contabilidade da CAERN deverá efetuar as retenções correspondentes ao IR e às contribuições de que trata essa Instrução Normativa, nos pagamentos efetuados a:
 

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