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Foram encontradas 115 questões.

3071161 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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Um cilindro reto de base circular com diâmetro igual a 12 m tem o volume de 972 m3. Qual é a altura desse cilindro? Utilize π = 3.

 

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3071160 Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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Um capital foi aplicado a juros simples com taxa de 4% ao mês, durante oito meses. Se no fim desse período o juro produzido foi de R$ 521,60, qual foi o montante ao término dessa aplicação?

 

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3071159 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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A solução da expressão numérica P = – 5 + 3.(– 3)3 + √1024 + 4.(2)-2 é:

 

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3071158 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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Se 5 pedreiros conseguem levantar uma parede em 40 dias, em quanto tempo o mesmo trabalho será executado empregando-se mais 3 pedreiros?

 

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3071157 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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O par ordenado que é a solução do sistema abaixo é:

!$ \left\{\begin{matrix} 3x- 2y= -2 \\ x + 3y = 3 \end{matrix}\right. !$

 

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3071156 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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Considere a expressão abaixo, sendo x ≠ 6.

!$ \dfrac{-\ x^2\ +\ 6x}{3x\ -\ 18} !$

Uma expressão equivalente a essa é:

 

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3071155 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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A prefeitura de Cachoeirinha vai construir uma pista para prática de exercícios, de acordo com a Figura 1, a seguir. Para revestir essa pista com cerâmica, serão necessários quantos metros quadrados? Utilize π = 3.

Enunciado 3581493-1

 

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3071154 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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A pergunta que me fazem em Porto Alegre

Por David Coimbra

  1. Eu voltei. E, nesses novos dias da minha velha Porto Alegre, as pessoas me perguntam o
  2. que estou achando da cidade, como se fosse um forasteiro que a visse pela primeira vez. Mas a
  3. pergunta, de certa forma, faz sentido. Quem passa muito tempo fora de um lugar conhecido
  4. surpreende-se, ao retornar, por reparar em coisas que não reparava quando passava por elas
  5. todos os dias. Se você está acostumado com a paisagem, você não se detém para contemplá-
  6. la; você simplesmente olha.
  7. Pois nesses dias, estimulado pela curiosidade dos amigos, não apenas olhei: parei e, muitas
  8. vezes, surpresa!, admirei. Por exemplo, a franja do Guaíba que começa nos armazéns do cais
  9. do porto, passa pela torre do Gasômetro e se espreguiça Zona Sul adentro. Vou lhe dizer: é
  10. linda. Poucas cidades do mundo têm uma fatia de terra grudada a uma porção d'água tão bonita
  11. quanto essa de Porto Alegre. Tínhamos de cuidar dela como se fosse uma filha pequena, e mimá-
  12. la, e embelezá-la todos os dias.
  13. Já a Zona Norte, de onde venho, é mais dura e, estremeço ao admitir, quase sempre feia.
  14. Mas poderia ser mais bela, e até já foi. O casario germânico do Moinhos de Vento, a Liverpool
  15. gaúcha que é o IAPI, os prédios açorianos da Cidade Baixa, o maravilhoso Centro Histórico,
  16. temos tanta coisa boa em toda a cidade, mas o que sinto, tristemente, é que nos embrutecemos.
  17. É essa a palavra que buscava, era o que queria dizer aos meus amigos: Porto Alegre se
  18. embruteceu.
  19. Até os anos 1980 e parte dos 1990, era mais sofisticada, mais alegre e decididamente mais
  20. leve. Mas foi se transformando aos poucos, pressionada pela miséria que a cercava e se imiscuía
  21. por suas ruas e praças. Muitas administrações públicas tiveram parcela de culpa nesse processo,
  22. mas não foi só isso. O que houve foi o estabelecimento de uma mentalidade que confunde pobre
  23. ... pobreza.
  24. Vem bem calhar usar esses termos agora, por causa das polêmicas criadas pelas
  25. declarações de um ex-ministro da Economia. É espantoso como um homem experiente como ele
  26. não entende que a forma do que se fala pode consagrar ou arruinar o conteúdo do que se fala.
  27. As imagens que ele emprega para explicar suas ideias são, quase sempre, temerárias. Outro dia,
  28. suscitou essa confusão que aflige Porto Alegre. Falou, textualmente, o seguinte:
  29. – O maior inimigo do meio ambiente é a pobreza.
  30. E o Brasil se levantou de indignação, entendendo que o ministro dissera que os maiores
  31. inimigos do meio ambiente são os pobres. Ora, pobre é mais do que diferente da pobreza: ele a
  32. odeia. Tudo o que ele quer é se livrar dela. O pobre não gostaria de ter de jogar dejetos sem
  33. tratamento nos rios, nem de, vezes, viver em meio ao lixo. Ele só faz assim devido
  34. pobreza que o oprime. Logo, a pobreza, e não o pobre, é responsável, sim, por muito de ruim
  35. que ocorre no meio ambiente, no Brasil e também em Porto Alegre. Mas escreverei mais a
  36. respeito amanhã, quando apontarei o símbolo do que atormenta Porto Alegre. É algo singelo.
  37. Você pode estar sobre ele agora.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasj0hr501mvys0c2dvv.html – texto adaptado especialmente para esta

prova).

Considerando a palavra sublinhada no período “As imagens que ele emprega para explicar suas ideias são, quase sempre, temerárias”, analise as assertivas a seguir:

I. Quanto à classe gramatical, a palavra é um adjetivo.

II. Quanto à função sintática, ela é o predicativo do sujeito.

III. Quanto ao significado, ela é sinônimo de “prudente”.

Quais estão corretas?

 

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3071153 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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A pergunta que me fazem em Porto Alegre

Por David Coimbra

  1. Eu voltei. E, nesses novos dias da minha velha Porto Alegre, as pessoas me perguntam o
  2. que estou achando da cidade, como se fosse um forasteiro que a visse pela primeira vez. Mas a
  3. pergunta, de certa forma, faz sentido. Quem passa muito tempo fora de um lugar conhecido
  4. surpreende-se, ao retornar, por reparar em coisas que não reparava quando passava por elas
  5. todos os dias. Se você está acostumado com a paisagem, você não se detém para contemplá-
  6. la; você simplesmente olha.
  7. Pois nesses dias, estimulado pela curiosidade dos amigos, não apenas olhei: parei e, muitas
  8. vezes, surpresa!, admirei. Por exemplo, a franja do Guaíba que começa nos armazéns do cais
  9. do porto, passa pela torre do Gasômetro e se espreguiça Zona Sul adentro. Vou lhe dizer: é
  10. linda. Poucas cidades do mundo têm uma fatia de terra grudada a uma porção d'água tão bonita
  11. quanto essa de Porto Alegre. Tínhamos de cuidar dela como se fosse uma filha pequena, e mimá-
  12. la, e embelezá-la todos os dias.
  13. Já a Zona Norte, de onde venho, é mais dura e, estremeço ao admitir, quase sempre feia.
  14. Mas poderia ser mais bela, e até já foi. O casario germânico do Moinhos de Vento, a Liverpool
  15. gaúcha que é o IAPI, os prédios açorianos da Cidade Baixa, o maravilhoso Centro Histórico,
  16. temos tanta coisa boa em toda a cidade, mas o que sinto, tristemente, é que nos embrutecemos.
  17. É essa a palavra que buscava, era o que queria dizer aos meus amigos: Porto Alegre se
  18. embruteceu.
  19. Até os anos 1980 e parte dos 1990, era mais sofisticada, mais alegre e decididamente mais
  20. leve. Mas foi se transformando aos poucos, pressionada pela miséria que a cercava e se imiscuía
  21. por suas ruas e praças. Muitas administrações públicas tiveram parcela de culpa nesse processo,
  22. mas não foi só isso. O que houve foi o estabelecimento de uma mentalidade que confunde pobre
  23. ... pobreza.
  24. Vem bem calhar usar esses termos agora, por causa das polêmicas criadas pelas
  25. declarações de um ex-ministro da Economia. É espantoso como um homem experiente como ele
  26. não entende que a forma do que se fala pode consagrar ou arruinar o conteúdo do que se fala.
  27. As imagens que ele emprega para explicar suas ideias são, quase sempre, temerárias. Outro dia,
  28. suscitou essa confusão que aflige Porto Alegre. Falou, textualmente, o seguinte:
  29. – O maior inimigo do meio ambiente é a pobreza.
  30. E o Brasil se levantou de indignação, entendendo que o ministro dissera que os maiores
  31. inimigos do meio ambiente são os pobres. Ora, pobre é mais do que diferente da pobreza: ele a
  32. odeia. Tudo o que ele quer é se livrar dela. O pobre não gostaria de ter de jogar dejetos sem
  33. tratamento nos rios, nem de, vezes, viver em meio ao lixo. Ele só faz assim devido
  34. pobreza que o oprime. Logo, a pobreza, e não o pobre, é responsável, sim, por muito de ruim
  35. que ocorre no meio ambiente, no Brasil e também em Porto Alegre. Mas escreverei mais a
  36. respeito amanhã, quando apontarei o símbolo do que atormenta Porto Alegre. É algo singelo.
  37. Você pode estar sobre ele agora.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasj0hr501mvys0c2dvv.html – texto adaptado especialmente para esta

prova).

Na linha 34, há a ocorrência do nexo “Logo”, que introduz ao trecho o sentido de e poderia ser substituído corretamente por sem causar alterações ao significado original do trecho.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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3071152 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeirinha-RS
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A pergunta que me fazem em Porto Alegre

Por David Coimbra

  1. Eu voltei. E, nesses novos dias da minha velha Porto Alegre, as pessoas me perguntam o
  2. que estou achando da cidade, como se fosse um forasteiro que a visse pela primeira vez. Mas a
  3. pergunta, de certa forma, faz sentido. Quem passa muito tempo fora de um lugar conhecido
  4. surpreende-se, ao retornar, por reparar em coisas que não reparava quando passava por elas
  5. todos os dias. Se você está acostumado com a paisagem, você não se detém para contemplá-
  6. la; você simplesmente olha.
  7. Pois nesses dias, estimulado pela curiosidade dos amigos, não apenas olhei: parei e, muitas
  8. vezes, surpresa!, admirei. Por exemplo, a franja do Guaíba que começa nos armazéns do cais
  9. do porto, passa pela torre do Gasômetro e se espreguiça Zona Sul adentro. Vou lhe dizer: é
  10. linda. Poucas cidades do mundo têm uma fatia de terra grudada a uma porção d'água tão bonita
  11. quanto essa de Porto Alegre. Tínhamos de cuidar dela como se fosse uma filha pequena, e mimá-
  12. la, e embelezá-la todos os dias.
  13. Já a Zona Norte, de onde venho, é mais dura e, estremeço ao admitir, quase sempre feia.
  14. Mas poderia ser mais bela, e até já foi. O casario germânico do Moinhos de Vento, a Liverpool
  15. gaúcha que é o IAPI, os prédios açorianos da Cidade Baixa, o maravilhoso Centro Histórico,
  16. temos tanta coisa boa em toda a cidade, mas o que sinto, tristemente, é que nos embrutecemos.
  17. É essa a palavra que buscava, era o que queria dizer aos meus amigos: Porto Alegre se
  18. embruteceu.
  19. Até os anos 1980 e parte dos 1990, era mais sofisticada, mais alegre e decididamente mais
  20. leve. Mas foi se transformando aos poucos, pressionada pela miséria que a cercava e se imiscuía
  21. por suas ruas e praças. Muitas administrações públicas tiveram parcela de culpa nesse processo,
  22. mas não foi só isso. O que houve foi o estabelecimento de uma mentalidade que confunde pobre
  23. ... pobreza.
  24. Vem bem calhar usar esses termos agora, por causa das polêmicas criadas pelas
  25. declarações de um ex-ministro da Economia. É espantoso como um homem experiente como ele
  26. não entende que a forma do que se fala pode consagrar ou arruinar o conteúdo do que se fala.
  27. As imagens que ele emprega para explicar suas ideias são, quase sempre, temerárias. Outro dia,
  28. suscitou essa confusão que aflige Porto Alegre. Falou, textualmente, o seguinte:
  29. – O maior inimigo do meio ambiente é a pobreza.
  30. E o Brasil se levantou de indignação, entendendo que o ministro dissera que os maiores
  31. inimigos do meio ambiente são os pobres. Ora, pobre é mais do que diferente da pobreza: ele a
  32. odeia. Tudo o que ele quer é se livrar dela. O pobre não gostaria de ter de jogar dejetos sem
  33. tratamento nos rios, nem de, vezes, viver em meio ao lixo. Ele só faz assim devido
  34. pobreza que o oprime. Logo, a pobreza, e não o pobre, é responsável, sim, por muito de ruim
  35. que ocorre no meio ambiente, no Brasil e também em Porto Alegre. Mas escreverei mais a
  36. respeito amanhã, quando apontarei o símbolo do que atormenta Porto Alegre. É algo singelo.
  37. Você pode estar sobre ele agora.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasj0hr501mvys0c2dvv.html – texto adaptado especialmente para esta

prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada uma das palavras retiradas do texto ao seu possível sinônimo.

Coluna 1

1. Polêmicas (l. 24).

2. Arruinar (l. 26).

3. Dejetos (l. 32).

Coluna 2

( ) Assolar.

( ) Excrementos.

( ) Contendas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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