Magna Concursos

Foram encontradas 225 questões.

2484261 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Texto 02:
Jovem de 16 anos cria aplicativo e fecha contrato
milionário
Um adolescente de apenas 16 anos, de Londres, desenvolveu um aplicativo que ganhou manchetes em várias partes do globo e fechou contrato com um dos homens mais ricos do mundo. Nick D'Aloisio desenvolveu um app para smartphones chamado Summly, que resume o conteúdo de páginas e resultados de buscas, agilizando a navegação pela internet.
O adolescente conta que a inspiração para a criação do aplicativo surgiu há seis meses, quando estudava para uma prova de história em seu quarto, no bairro de Wimbledon. "Eu estava usando mecanismos de buscas online para pesquisas em história. Enquanto eu estudava, notei que encontrei resultados irrelevantes em minha pesquisa e isto me prejudicava, eu me distraía quando clicava nestes resultados", disse o estudante à BBC. Então Nick imaginou se haveria um jeito de avaliar o significado destes conteúdos instantaneamente, para economizar tempo e evitar distrações.
Há seis meses, Nick criou uma versão inicial do Summly, que não usava as técnicas avançadas do aplicativo atual, mas ainda assim "era uma boa ferramenta para estudo de textos". Esta versão inicial conseguiu destaque na imprensa e atraiu o interesse de um conhecido investidor, o bilionário chinês Li Ka Shing, considerado um dos homens mais ricos da Ásia, que acabou investindo US$ 250 mil no desenvolvimento do aplicativo. "Desde então, estamos avaliando a tecnologia que atualmente temos e explorando novas formas de torná-la mais precisa", disse o adolescente.
O aplicativo permite o acesso no smartphone a versões resumidas de páginas, URLs e resultados de buscas em sites como Google, por exemplo. Nick conta que, no futuro, seu aplicativo poderá ser usado também para resumos de e-books, emails e a tecnologia poderá ser usada também para notícias. Lançado no meio do mês de dezembro, o Summly conseguiu 30 mil downloads em sua primeira semana e já resumiu dezenas de milhares de páginas. Atualmente o aplicativo estádisponível para o iPhone, mas há planos para lançar versões para o Android e para uso geral na internet. Mas Nick afirma que tem ainda mais planos para sua criação.
"Atualmente existe uma abundância de informação, muitas redes sociais criando muito conteúdo. Você precisa de ferramentas como o Summly ou o Siri para selecionar", disse. O adolescente acredita que os resumos podem facilitar o compartilhamento de conteúdo no Facebook e Twitter. E, segundo Nick, várias companhias, que ele não revela o nome, já estão sondando para conseguir licenciar a tecnologia que ele criou. Mas, por enquanto, o adolescente está satisfeito com o que conseguiu.
Disponível em: http://tecnologia.terra.com.br/internet.
Observe o uso das conjunções em destaque: “Mas Nick afirma que tem ainda mais planos para sua criação”. Classificam-se, respectivamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2484093 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Relatório aponta que é possível
'descarbonizar' o mundo até 2050
Algo de concreto na mesa de negociações sobre as mudanças climáticas: um relatório, entregue nesta terça-feira (8) ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mostra pela primeira vez como 15 dos países mais poluidores, entre eles a China e os Estados Unidos, podem se "descarbonizar", ou seja, reduzir a concentração de carbono de suas atividades, até 2050.
A comunidade internacional estabeleceu como meta limitar o aquecimento a 2°C para evitar os efeitos catastróficos das mudanças no clima, mas "muito poucos países levaram a sério o que isto implica", destacou o Projeto de Diretrizes de Descarbonização Profunda (DDPP) em seu primeiro informe.
Os esforços atuais de redução dos gases de efeito estufa, entre os quais o dióxido de carbono (CO2) respondem por 76%, são muito marginais. Para respeitar este teto de 2°C, além do qual há um risco extremo para o futuro do bem-estar da humanidade, falta uma "transformação profunda dos sistemas energéticos e de produção, da indústria, da agricultura...", insistiu o informe.
Além disso, trinta instituições e grupos de pesquisa de Brasil, África do Sul, Austrália, Alemanha, Canadá, China, Coreia do Sul, França, EUA, Índia, Indonésia, Japão, México, Reino Unido e Rússia, que respondem por mais de 75% das emissões de gases de efeito estufa do mundo, se revezaram no desafio de responder à seguinte pergunta: o que falta fazer para em 2050 termos uma chance de estar a caminho da trajetória de 2ºC, sem emitir mais que 1,6 tonelada de CO2, em média, por pessoa, contra 5,2 toneladas, hoje?
Esta iniciativa, do Instituto do Desenvolvimento Sustentável (Iddri) e da Rede de Soluções do Desenvolvimento Sustentável, criada pela ONU, com vistas a apresentar cenários ambiciosos na mesa, esperando desta forma erguer o nível das ambições para a conferência do clima, em Paris, que deve conduzir a um acordo de redução dos gases- estufa envolvendo todos os países.
"As negociações são um jogo de blefe. Quase ninguém vê o que faltaria fazer para estar nesta trajetória, porque dizem que os outros não fariam. Aqui, dizemos: 'Faremos todos, sem desculpas'', explicou o encarregado do projeto, Emmanuel Guérin.
O balanço: em 2050, as emissões de CO2 vinculadas ao consumo de energia (que não contam com o desmatamento e outras emissões da agricultura) poderiam ser reduzidas em 45% com relação a 2010 (de 22,3 bilhões de toneladas para 12,3 bilhões de toneladas), com uma redução de 56% por habitante.
A despeito das realidades muito diferentes, três grandes áreas se impõem: a eficácia energética, o que significa fazer melhor com menos energia (design dos carros, materiais de construção, etc.), gerar energia elétrica sem carbono (fontes renováveis, nucleares, armazenamento de carbono, etc.) e usar combustíveis menos poluentes (eletricidade, biomassa, etc.).
A maior parte dos ganhos está nos setores de produção de energia (-85% em 2050), residencial (- 57%), transporte de passageiros (-58%). Ao contrário, descarbonizar o transporte de frete e a indústria parece mais difícil (+13% para o primeiro e apenas - 14% para a segunda). Este resultado não está completamente no curso dos 2°C, mas "já é muito substancial", destacou o informe.
Segundo Emmanuel Guérin, uma nova virada de mesa vai permitir homogeneizar os cenários, na medida em que alguns integram as tecnologias que ainda não estão operacionais, como a captura e o armazenamento de carbono. O mesmo vale para os carros elétricos, que alguns veem como o futuro do carro, enquanto outros ainda são reticentes. "Vamos ver as hipóteses que todo o mundo pôs sobre a mesa e questionar se não há algo que possamos harmonizar, o que significa ir além para alguns", explicou Guérin.
Ban Ki-moon será o anfitrião, em 23 de setembro, em Nova York, de uma cúpula sobre o clima para dar um impulso político às negociações internacionais sob a égide da ONU. O informe definitivo do DDPP será apresentado durante 2015. O documento levará em conta o aspecto financeiro das ações para pôr em andamento no horizonte de 2050, assim como a questão do financiamento.
Disponível em: http://g1.globo.com/natureza/noticia
No contexto apresentado no texto, a expressão “virada de mesa” é um(a):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2484040 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Atendimento telefônico eficiente é fundamental para o Servidor Público. Assinale a alternativa que representa a forma CORRETA de tratamento ao telefone:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Qual é a maior festa popular do Brasil que acontece em quatro dias?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2483950 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Os direitos da criança por nascer
Celebra-se no dia 8 de outubro o “dia do nascituro”, ou seja, da criança por nascer, ainda no ventre da mãe. A data ganha importância em uma sociedade na qual o debate sobre os seus direitos torna-se cada vez mais acirrado, com alguns querendo fazer prevalecer um suposto “direito ao aborto”, enquanto outros – entre os quais me incluo – destacam que o direito à vida é o primeiro de todos os direitos, sem o qual nenhum outro faria sentido.
Nesse contexto, é interessante observar direitos do nascituro que têm sido reconhecidos em nosso ordenamento jurídico. Em um caso recente, a 4.ª turma do STJ, por unanimidade, reconheceu que a morte de feto em acidente de trânsito dá direito ao recebimento do seguro obrigatório, o DPVAT. A sentença favoreceu uma mulher que estava com aproximadamente seis meses de gestação quando sofreu um acidente automobilístico que provocou o aborto.
Não havia sido este o entendimento na instância anterior, que afirmou que “o nascituro detém mera expectativa de direitos em relação aos proveitos patrimoniais, cuja condição depende diretamente do seu nascimento com vida”. Entretanto, o relator do recurso no STJ, ministro Luis Felipe Salomão, afirmou que, mesmo não possuindo personalidade civil, o nascituro deve ser considerado pessoa e, como tal, detentor de direitos. Segundo o relatório aprovado, uma vez reconhecido o direito à vida, não há de se falar em improcedência do pedido de indenização referente ao DPVAT. Se o preceito legal garante indenização por morte, o aborto causado pelo acidente se enquadra perfeitamente na norma, pois “outra coisa não ocorreu senão a morte do nascituro, ou o perecimento de uma vida intrauterina”. O argumento é forte e coerente, totalmente embasado em nossa legislação, a partir da Constituição, e com grande embasamento ético, pois é evidente que, para a mãe, o aborto acidental constituiu uma perda irreparável, que o recebimento do seguro, mesmo que justo, jamais poderá suprir.
O caso contrasta com aquelas situações em que se debate o aborto provocado. É recorrente o argumento de que é preciso encontrar solução para o dito “aborto inseguro”, porque se trataria de uma questão de saúde pública. Entretanto, o conceito de “aborto seguro” desconsidera inúmeros aspectos. O primeiro e mais evidente é que, para o ser humano que está sendo abortado, essa nunca será uma prática segura. Não existe aborto sem morte. É preciso também considerar que as mortes maternas devidas ao aborto estão em declínio, e na faixa de menos de 100 por ano, segundo os dados do SUS.
O aborto também traz grandes males físicos e psíquicos, para a mulher que aborta, mesmo quando o faz de modo considerado “seguro”. Proibimos o fumo em determinadas situações, mas o pulmão do fumante não distingue entre o cigarro legal e o ilegal. Do mesmo modo, não é pelo fato de o aborto ser legal que ele se tornaria seguro, como se pode demonstrar com estudos em países em que a prática é permitida. A legalização evita algumas complicações imediatas decorrentes das condições da prática clandestina, mas os principais efeitos nocivos do aborto no médio e longo prazo continuam a ocorrer.
Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao
A palavra em destaque “É preciso também considerar que as mortes maternas devidas ao aborto estão em declínioNÃO significa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2483940 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Avalie as afirmativas, a seguir, sobre Reservas de Lucros e classifique em “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:
( ) Reserva para Contingências é constituída para atender o projeto de investimento, e deverá estar justificada como orçamento de capital da companhia, ser proposta pela administração e aprovada pela assembléia geral.
( ) Reserva Legal é instituída para dar proteção ao credor, e deverá ser constituída com a destinação de 5% do lucro líquido do exercício até que seu valor atinja 20% do capital social realizado, quando então deixará de seracrescida.
( ) Reservas de Lucros a realizar é criada com finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição do lucro decorrente de perda julgada provável, cujo valor possa ser estimado.
( ) Reserva Estatutária é constituída por determinação de estatuto da companhia, devendo definir sua finalidade de modo preciso e completo.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2483777 Ano: 2014
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
A Lei Orçamentária Anual-LOA compreende, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2483747 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Relatório aponta que é possível
'descarbonizar' o mundo até 2050
Algo de concreto na mesa de negociações sobre as mudanças climáticas: um relatório, entregue nesta terça-feira (8) ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mostra pela primeira vez como 15 dos países mais poluidores, entre eles a China e os Estados Unidos, podem se "descarbonizar", ou seja, reduzir a concentração de carbono de suas atividades, até 2050.
A comunidade internacional estabeleceu como meta limitar o aquecimento a 2°C para evitar os efeitos catastróficos das mudanças no clima, mas "muito poucos países levaram a sério o que isto implica", destacou o Projeto de Diretrizes de Descarbonização Profunda (DDPP) em seu primeiro informe.
Os esforços atuais de redução dos gases de efeito estufa, entre os quais o dióxido de carbono (CO2) respondem por 76%, são muito marginais. Para respeitar este teto de 2°C, além do qual há um risco extremo para o futuro do bem-estar da humanidade, falta uma "transformação profunda dos sistemas energéticos e de produção, da indústria, da agricultura...", insistiu o informe.
Além disso, trinta instituições e grupos de pesquisa de Brasil, África do Sul, Austrália, Alemanha, Canadá, China, Coreia do Sul, França, EUA, Índia, Indonésia, Japão, México, Reino Unido e Rússia, que respondem por mais de 75% das emissões de gases de efeito estufa do mundo, se revezaram no desafio de responder à seguinte pergunta: o que falta fazer para em 2050 termos uma chance de estar a caminho da trajetória de 2ºC, sem emitir mais que 1,6 tonelada de CO2, em média, por pessoa, contra 5,2 toneladas, hoje?
Esta iniciativa, do Instituto do Desenvolvimento Sustentável (Iddri) e da Rede de Soluções do Desenvolvimento Sustentável, criada pela ONU, com vistas a apresentar cenários ambiciosos na mesa, esperando desta forma erguer o nível das ambições para a conferência do clima, em Paris, que deve conduzir a um acordo de redução dos gases- estufa envolvendo todos os países.
"As negociações são um jogo de blefe. Quase ninguém vê o que faltaria fazer para estar nesta trajetória, porque dizem que os outros não fariam. Aqui, dizemos: 'Faremos todos, sem desculpas'', explicou o encarregado do projeto, Emmanuel Guérin.
O balanço: em 2050, as emissões de CO2 vinculadas ao consumo de energia (que não contam com o desmatamento e outras emissões da agricultura) poderiam ser reduzidas em 45% com relação a 2010 (de 22,3 bilhões de toneladas para 12,3 bilhões de toneladas), com uma redução de 56% por habitante.
A despeito das realidades muito diferentes, três grandes áreas se impõem: a eficácia energética, o que significa fazer melhor com menos energia (design dos carros, materiais de construção, etc.), gerar energia elétrica sem carbono (fontes renováveis, nucleares, armazenamento de carbono, etc.) e usar combustíveis menos poluentes (eletricidade, biomassa, etc.).
A maior parte dos ganhos está nos setores de produção de energia (-85% em 2050), residencial (- 57%), transporte de passageiros (-58%). Ao contrário, descarbonizar o transporte de frete e a indústria parece mais difícil (+13% para o primeiro e apenas - 14% para a segunda). Este resultado não está completamente no curso dos 2°C, mas "já é muito substancial", destacou o informe.
Segundo Emmanuel Guérin, uma nova virada de mesa vai permitir homogeneizar os cenários, na medida em que alguns integram as tecnologias que ainda não estão operacionais, como a captura e o armazenamento de carbono. O mesmo vale para os carros elétricos, que alguns veem como o futuro do carro, enquanto outros ainda são reticentes. "Vamos ver as hipóteses que todo o mundo pôs sobre a mesa e questionar se não há algo que possamos harmonizar, o que significa ir além para alguns", explicou Guérin.
Ban Ki-moon será o anfitrião, em 23 de setembro, em Nova York, de uma cúpula sobre o clima para dar um impulso político às negociações internacionais sob a égide da ONU. O informe definitivo do DDPP será apresentado durante 2015. O documento levará em conta o aspecto financeiro das ações para pôr em andamento no horizonte de 2050, assim como a questão do financiamento.
Disponível em: http://g1.globo.com/natureza/noticia
O primeiro parágrafo informa ao leitor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2483707 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Ao acessar um determinado site na internet, os navegadores automaticamente acrescentam antes do endereço que digitamos a "sigla" HTTP. Essa "sigla" representa um:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2483647 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Assinale a alternativa que representa o ambiente de trabalho do MS-EXCEL 2007:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas